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sexta-feira, 17 de abril de 2026

O bucetão da minha amiga novinha

Eu andava com uma amiga minha novinha e ela estava com um vestido de malha de tecido bem fino e ela metia o vestido entre as pernas marcando bem direitinho o tamanho de sua buceta. Eu olhei para o pacote grande de sua buceta marcado sob o vestido e falei você coloca seu vestido entre as pernas por exibir o tamanho e sua buceta é? Você fazendo assim exibindo esse pacotão de sua buceta entre as pernas vai deixar os homens doidos de tesão, com a rola muito dura, olhando para esse teu priquito enorme. Oh bicho grande que você tem aí entre as suas pernas. Ela falou você está me deixando muito envergonhada falando assim. Eu falei para ela mas isso é verdade minha amiga não tem homem nenhum que olhando para um de pacote de buceta desse não fique de pau duro e ela então tirou o vestido de entre suas pernas. Eu falei você tem um bicho bem grande não é amiga e ela toda envergonhada apenas sou eu para o meu lado. Ela sempre vai para minha casa a noite e sempre com um shortinho de malha bem colado ao corpo, enteando no rabão gostoso dela e marcando bem direitinho o tamanho do priquitão dela. Oh que lapa de buceta que ela tem. Eu olho ara aquele priquitão dela sem parar e sei que ela nota e fecha as pernas mas logo depois está de novo com as pernas abertas mostrando aquele lindo pacote de buceta entre as pernas. Eu as vezes tiro fotos do priquitão dela sem ela perceber e também faço vídeo daquele priquitão maravilhoso dela e bato muita punheta vendo as fotos e videos do becetão dela não dou em cima dela porque eu tenho ela com uma grande amiga e também sou amigo de toda família dela e não querer estragar a nossa amizade mas se eu podia rolar cumprimenta a gente pode ter certeza que eu mando rola nela ela porque ela é muito gostosa e eu sinto muito tesão por ela.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Amiga casada e seu amigo da rola exagerada

Eu sou amigo de um casal meu vizinho o nome dela é Neide e o nome dele é Pablo. Como sempre tive uma grande amizade com o Pablo trabalhamos juntos e às vezes quando eu estava trabalhando em campo a gente mijava no matinho ou atrás de uma casa ou atrás de um muro e quando Pablo colocava sua rola por fora não dava para passar despercebido porque sua rola era muito grande e e muito grossa parece uma mangueira de carro pipa. Neide responder é uma morena muito linda cabelos ondulados seios médios bunda grande e um priquito que faz um enorme volume em suas calças jeans e nos seus shorts jeans é lindo contemplar aquele pacote de buceta dela em suas causas em seu shorts jeans apertados e também sua bunda grande redondinha bem empinada linda de se ver. Outro tia eu estava conversando com Neide e ela me falou que estava com uns problemas de saúde e eu perguntei o que ela tinha que ela me falou que tinha vergonha de falar para mim mas como nós somos muitos amigos de longas datas insistir para ela me contar e depois de muita insistência minha ela me falou amigo mesmo com vergonha eu vou te contar sabe o que é porque meu marido o Pablo gosta muito de comer meu cu mas acontece que ele tem uma rola grossa demais e muito grande e quando ele vai me comer ele é muito bruto que não tem muita paciência e vai logo metendo aquela rola enorme dele é grossa no meu cu e isso destrói meu cu e está todo esfolado cheguei hemorróida de tanto ele comer meu cu e dói muito preciso ir no médico me consultar mas estou com vergonha me conta isso para o médico mas não tem jeito eu preciso ir ao médico para me consultar e usar alguma pomada para aliviar me ignorar a situação do meu cu. Eu falei para ela vai amiga no médico faz uma consulta um remédio aqui tu melhora e eu sei o quanto a rola do teu marido é grande e grossa porque quando a gente saia trabalhando em campo se ele tirava a rola para fora para mijar eu quero te ver o tamanho e a grossura da rola dele de uma rola naquela arromba tudo priquito, cu e mais eu sei que ele é louco para comer cu porque ele me contava que adorava comer cu de mulher. Neide me diz eu sou muito monstro a situação do meu corpo porque eu tenho vergonha mesmo porque eu sou casado e você também é casado mas devido nossa amizade e até que gostaria que você visse a situação do meu cu como está mas eu tenho vergonha de mostrar mas quando chegar em casa eu vou fazer uma foto no meu cu e mando para você ver a situação. E tem mais meu amigo meu priquito também está todo esfolado todo arrombado mas pelo menos não tá na situação como está meu cu porque a buceta da gente dilata muito que possa ter a cabeça de um menino imagina uma rola de um homem mas fica toda aberta minha vida a grossura da rola do meu marido. Eu perguntei para Neide mas você gosta de rola grande e grossa e ela me respondeu eu não sei nem o que dizer porque o único homem que me come é meu marido mas eu acharia melhor se ele tivesse uma rola não tão grande e não tão grossa como ele tem. Poderia ser grande próximo mas não tanto porque uma rola grande e grossa bem todo o priquito da gente e uma rola pequena e fina não prende bem o priquito da gente. Quando ela foi para casa depois de 10 minutos ela me enviou duas fotos tirada de sua bunda, ela deitada na cama de ladinho abrindo a bunda para mostrar a situação de seu cu realmente o dela estava completamente dilacerado eu não tava nem para ver o buraquinho no cu dela mas eu gostei porque ela abrindo a bunda mostra ela também o seu priquito que aí eu pude ver e saber porque tu foram o meu nome de seu priquito nos seus shorts sem calças é porque o priquito dela é muito inchadinho das beirada bem grossa e começa encostado do cu na realidade Neide tem a buceta do tamanho da buceta de uma vaca tão grande volumosa quer que o buceta enorme que ela tem. Eu então mandei uma mensagem para ela amiga realmente tá muito feio da situação do seu cu vá o mais rápido possível no médico para tratar esse seu cu. Ela disse tu viu que na foto não dá nem para ver o buraco do meu cu então que dilacerado que ele está e na foto também dar para ver meu priquito mas na foto ele está fechadinho porque ele tem as beirada muito grossa mas quando eu abro as pernas ele fica aberto facinho devia estar arrombado pela rola do meu marido. Eu falei para ela que eu vi realmente o priquito tem lábios muito grossos ainda bem porque assim os lábios fecha o buraco que a rola do teu marido deixa no teu priquito e quando você abre as pernas para ele te comer seu periquito fica aberta mas como a rola dele é muito grande e grossa já terminou porque entra mais fácil. Neide me respondeu é meu amigo agora já é bem arrombado mas quando ela tem que fechadinho eu sofri com meu marido metendo aquela rola enorme e grossa no meu priquito mas eu também comer hoje meu priquito está arrombado e meu cu que dilacerado. Eu olha para aquelas fotos da minha amiga bati uma punheta bem gostoso olhando para aquele priquito enorme dela eu até sei que ela sabe que eu ia bater uma punheta olhando para as fotos dela toque no seu priquito enorme porque ela sabe que eu sou doida por priquito e eu sei que ela nota meu olhar para sua buceta e para sua bunda quando nós estamos conversando eu sei que ela gosta porque ela sempre vem conversar comigo com shortinho bem colado esse pinta sua bunda maravilhosa e o pacotão de seu priquito na frente.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Bati uma punheta com dedo no cu

Bati uma punheta com o dedo no cu. Essa história é mais uma daquelas, de deixar qualquer um cheio de tezão, me via sozinho em uma pequena mata, logo me veio aquela vontade de ficar nu, não pensei duas vezes, arranquei toda a roupa do corpo e fiquei tal qual vim ao mundo, peladão, aquela brisa fria que pairava sobre a minha bunda, me despertou a vontade de dar o meu cu, mas dar para quem, se ali só havia eu mais eu e claro, os pássaros e muito pernilongos saboreando do meu sangue, mas não me incomodei com os tais pernilongos, passei a imaginar um macho pauzudo, chegando ali e me traçando a sua rola magnifica, nossa a minha imaginação me levou para bem distante e fui navegando em meus pensamentos. A imaginação foi tão forte, que até parece que sentia um pau gostoso entrando no meu cu, uauuuuuuuuu, eu ali andando de lado para outro, e requebrando feito uma gazela no cio, o meu cu estava a mil, e todo lubrificado, como se fosse uma buceta e nesse momento meti o dedo nele e comecei a punhetar meu pau, um dedo era pouco, meti dois e assim fui punhetando e o gozo se aproximando e os pernilongos me chupando, dava um tapa e uns e outros logo vinham sugarem o meu sangue, mas continuei com os dedos no cu e batendo a punheta, fechava os olhos e via lindos paus grandes e grossos, que poderiam estarem entrando no meu cu, mas continuei com os dedos no cu e punhetando o meu pau, nisso eu vejo uma cobra, claro assustei, ela vinha para a minha direção, não sei se era venenosa, mas nem quis saber, sai do seu caminho, ela passou e se enfiou mata a dentro, com aquilo a tezão meio que deu uma paradinha, pois o susto mexeu comigo, depois de alguns minutos retornei na minha festinha solo e ouvi um ronco de uma moto, vesti a roupa as presas, não queria ser pego de surpresa, mas só que fui lerdo, pois o motoqueiro de longe me viu pelado e chegou bem pertinho de mim e disse, tá sozinho, eu disse sim, estou, eu vi a sua bunda, adorei e nisso tirou o pau para fora e me ofereceu para mamar. Claro…era tudo que que eu mais queria, abocanhei, e mamei gulosamente aquela linda e gostosa rola, me pediu para tirar a roupa, prontamente o atendi, ele deu meia volta e caiu de boca no meu cu, passava a língua com tanta força, mas estava uma delícia, nisso ele me apoiou em sua moto e por trás socou delicadamente toda aquela rola no meu cu, uauuuuuuuuuuuu, fui as nuvens, que delicia de vara e ele parecia saber o que estava fazendo, pois metia com tanta delicadeza que me deixou como se fosse uma princesa, mas só que o pau dele mas se parecia a um pé de mesa, que bela surpresa tive naquela mata, ao pensar que estava tentando gozar com dois dedos no cu e de repente me veio não sei de onde, aquela maravilha e entrou tudo no meu cu, claro….gozei e gozei gostoso, depois que gozei ele tirou seu pau do meu cu e me pediu para chupa lo, pois queria encher minha boca de porra, ai que caprichei na chupada e de repente veio aquelas grossas gorfadas, que porra deliciosa, que leitinho quentinho, não desperdicei uma só gota. Depois de ter gozado, guardou o maravilhoso pau e montou em sua moto e desapareceu, fiquei ali de pé, pelado olhando, tentando ve para onde ele foi, mas nada vi, pensei, foi um sonho, mas como, se na minha boca ainda havia a sua porra, meu cu ainda estava sentindo aquelas socadas, era real, claro, que era, pois eu também gozei. Vesti a roupa e sai daquela pequena mata, todo satisfeito, pois tive o que mais desejava, que era ser comido por um pauzudo, uauuuuuuuuuuuuu, arrazeiiiiiiii.

Com o dedo cutucava meu cuzinho

Tudo começou com a transferência de meu pai, gerente de banco, para uma cidade em Minas Gerais. Fui matriculado num colégio estadual e conheci o Joca, um garoto que morava próximo da minha casa. Joca era educado e malandro, bom de videogame, mas péssimo em Matemática. A mãe dele me pediu pra dar uma ajuda, já que eu sempre fui bom na matéria. Eu ia duas vezes por semana na casa do Joca. Estudávamos um pouco e depois jogávamos videogame. Seus pais trabalhavam fora e a casa ficava vazia. Joca usava um calção leve de tecido fino e sem cueca. Eu olhava disfarçadamente o volume de seu cacete. Um dia, Joca me chamou no quarto e mostrou algumas revistas de sacanagem que seu irmão guardava em uma gaveta. Ficamos de pau duro e ele começou a bater uma punheta e me disse pra fazer o mesmo. Depois, ele me pediu pra pegar no pau dele e bater-lhe uma punheta. Não resisti e segurei aquele pinto fino e empinado. Enquanto isso, ele passava a mão em minha bunda e com o dedo cutucava meu cuzinho. Logo ele me convenceu a fazermos troca troca. Ele me comia primeiro e depois eu o comeria. Fiquei deitado na cama, de costas, ele veio por cima, cuspiu na cabeça do pau e no meu cuzinho e começo a meter. Eu disse que estava doendo e que ele fosse devagar. Aquele pinto fino entrou sem muita dor. Ele começou a bombar e logo gozou. Depois disse que na próxima vez ele me daria o cu. Mas eu gostei de ser passivo e de dar pra ele. Uma tarde, nós estávamos naquele foda gostosa, quando a porta do quarto abriu e seu irmão entrou e nos pegou no ato. Rui, moreno, alto, forte e jogador de futebol. - O que vocês estão fazendo? Que safadeza. Vou ter que contar pro seu pai, Juninho. Eu fiquei desesperado. Não sabia que eles tinham armado a cena. - Por favor, Rui. Não conte nada pro meu pai. Ele vai me matar. -Não tem jeito. Vou ter que contar que o filhinho dele é viado. Então Joca apresentou a alternativa: - Se você não contar nada, o Juninho dá pra você também. - Dou sim Rui. Faço tudo que você quiser, mas não conte pro meu pai. Ele concordou, tirou a roupa. Seu peito peludo me excitou. Eu estava sentado na cama e ele se aproximou e me mandou chupar a rola de uns 19cm e cabeçuda. Fiz o que ele me mandou, ele enfiava a rola até minha garganta. Logo ele me mandou deitar na cama, com a bunda empinada, as pernas bem abertas e a cara no travesseiro. Pegou um creme hidratante e lambuzou seu cacetão. Enfiou dois dedos com creme no meu cuzinho pra lubrificar bem. Encaixou a cabeça no anelzinho e começou a empurrar. Doeu muito, eu quis fugir e pedi pra tirar. -Tira, Rui. Ta doendo demais. Para, por favor. Não aguento. Ele mandou o irmão me segurar forte e me disse: - Hoje você não me escapa, seu viadinho. Vou te arrombar. Aguenta a rola do seu macho. O Joca me prendeu, Rui me segurou pela cintura e foi metendo sem dó até atolar tudo. Senti seu saco batendo na minha bunda. Ele começou a bombar devagar e foi acelerando, Meu cu pegava fogo. A dor foi passando e eu comecei a gostar da enrabada. Eu só gemia a cada socada. O safado percebeu que eu estava gostando e me chamava de putinha, de viadinho gostoso. Começou a socar com força e me disse que ia gozar. Enfiou tudo e deu um gemido de prazer. Senti seu leite jorrando lá dentro. Que delicia. Ele deitou em cima de mim e ficou beijando minha nuca até o pau amolecer. Saiu de cima e foi tomar banho. Eu fiquei largado, sem forças. Passei a mão e senti meu cu arrombado. - Agora sou teu macho, teu homem. Você é minha mulherzinha, minha fêmea. Entendeu? - Sim, senhor. Fique uns dois dias com o cu ardendo, mas na semana seguinte voltei. Ele me levou pro seu quarto e me mostrou filmes de foda. Com ele aprendi a dar o cu de frango assado, de ladinho e sentado na rola dele. Mas o que eu gostava mesmo era de ficar de quatro na cama e ele vindo por traz me foder. Acabei esquecendo de Joca. Afinal eu tinha meu macho só pra mim. Nossa relação durou muitos meses e só mudou quando ele me passou a me oferecer pros seus colegas do time de futebol. Mas isso eu conto outro dia.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Comi minha esposa olhando para os rabos e bicetas das minhas cunhadinhas

Continuando o meu outro conto com titulo Comendo minha esposa grávida e as irmãs dela nos espiando. No outro dia que eu e minha esposa fomos para nosso quarto dormir, ao chegar no quarto minhas duas cunhadas estavam desenroladas do lençol mostrando suas bundas gostosas e redondinhas com a calcinha entrando no rabo e seus pacotes de bucetas entre as pernas. Minha esposa vendo as irmãs daquele jeito falou minhas irmãs são assim só gostam de dormim com essas blusas compridas e de calcinha, mas quando dormem jogam o lençol de lado, suas camisas sobem e ficam assim mistrando estes rabões com suas calcinhas socadas e o pacote de suas bucetas aparecendo entre as pernas e já falei para elas vestirem um babydol ou uma camisola mais compridaas não tem jeito só gostam de dormirem assim. E eu aprovetei para olhar de perto os rabos e bucetas de minhas cunhadinhas enquanto minha esposa falava aí minha esposa olhando para mim falou e tudo adorou ver o rabo e o pacote de buceta de tuas cunhadas, não foi safado. Eu sorri para ela e ela pegando no meu pau disse ficou de pau duro ao ver o rabo e buceta das cunhadas não foi bicho sem vergonha. Tem cuidado elas são minhas irmãs e suas cunhadas você não pode quer come-las não tá certo safado. Eu falei lógico que eu sei amor, mas é porque ver umas bundinhas gostosinhas e uns pacotes de bucetinhas lindas de suas irmãzinhas me excitou, não tenho culpa, pois eu gosto de mulher e adoro ver rabos e bucetas de mulheres. Minha esposa falou eu sei que você é muito macho e que adoro buceta e rabo de mulher, eu que o diga, mas não esqueça que elas são minhas irmãs e portanto suas cunhadas e nem pense em querer fude-las. Lógico que não amor eu só fiquei de pau duro porque eu sou muito tarado por buceta e rabo de mulher. Pois tá bom amor, você já olhou demais para o rabo e buceta das minhas irmãs mas agora, já que você está de pau duro vem me comer nem gostoso e pare de pensar e olhar para o rabo e buceta de suas cunhadinha gostosas. Nisso eu percebo que minhas duas cunhadas já estavam acordadas ouvindo toda a nossa conversa e até abriram mais as pernas mostrando melhor seus rabos e pacotes de bucetas entre suas pernas. Eu então botei minha esposa para mamar minha rola e fiquei socando com força minha rola na boca dela, depois coloquei minha esposa deitada na cama e fiz um 69 com ela onde eu fodia a boca dela bem de frente a irmã dela deitada na cama e assistindo ela mamando meu pau e eu com a cara metia entre as pernas da minha esposa chupando o priquito dela bem em frente ao rosto de sua irmã que estava deitada na rede e eu olhei no rosto da minha cunhadinha e vendo que ela estava louca de tesão eu então voltei a chupar o priquito minha esposa irmã dela e também meti um dedo no cu da minha esposa fazendo ela gemer e eu falei de frente para minha cunhadinha, toma chupada nesse teu priquito gostoso e dedada besse teu cuzinho apertado e minha esposa falou vai amor chupa e mete o dedo no meu cu que eu já estou quase gozando e se tremendo toda gozou na minha boca gemer muito. Eu então peguei as pernas da minha esposa coloquei nos meus ombros deixando o priquitão dela bem aberto e meti rola no priquito dela e fodi ela com força e fiz ela hozar de novo e ela me disse amor hoje eu não que dar o cu não por favor fode aqui minha boca e me dar leitinho quente que hoje eu estou com fome de porra e eu então botei ela para manar minha rola enquanto eu pegava os peitos dela meti os dedos no priquitoe cu dela até eu gozar e encher a boca dela de porra e ela beber todo o letinho quente da minha rola. Depois disso minha esposa foi tomar seu banho e eu fiquei mostrando minha rola dura para minhas cunhadihas e dizendo aí cunhadinhas gostosas eu quero meter esse meu pau nessas suas boquinhas, messes seus priquitos inchadinhos e nesses seus rabinhos gostosos e lindos e balançando meu pau para elas ne levantei aproximei meu rosto da bunda e buceta da minha cunhadinda deitada na cama e cheirei o rabo e buceta dela e passei minha mão de leve no rabo de e também passei um dedo de rego da bunda dela e na buceta dela e esfreguei a cabeça da minha rola nos labios dela e depois fui na rede da minha outra cunhada e cherei seu rabo e buceta e passei minha mão no rabo delicioso dela e também passei um dedo no rego de seu rabo e na buceta inchada dela e esfreguei minha rola nos lábios dela e depois fuquei batendo um punheta ora na frente de uma ora na frente da outra e dizendo cunhadinhas gostosas eu quero muito meter essa minha rola em vocês suas gostosas e gozei dizendo essa gozando é para vocês duas e aproximando minha rola melada de porra esfreguei na boquinha de minhas duas cunhadinha fazendo elas provarem da minha porra e depois fui tomar meu banho é no banheiro bate uma pungeta para mim as duas cunhadinha tesudas.

Comendo minha esposa grávida e as irmãs dela nos espiando

Eu sempre gostei de comer minha esposa quando ela estava grávida porque o corpo dela ficava bem diferente, parecia até outro mulher. Seus seios ficavam grandes, sua buceta ficava bem inchada, com lábios bem grossos, sua bunda ficava maior, seus lábios da boca ficava inchados e ficava mais tesuda e louca para fuder. Eu comia ela todos os dias, fudendo sua boca, fudendo seu priquito inchado e as vezes até seu cuzinho apertado. Nesta epoca ela só não gostava de beber o leitinho da minha rola, mas chupada minha rola com muito tesão. Como na época morava duas cunhadas com a gente e nossa casa era muito pequena por isso as minhas duas cunhadas, uma de 19 anos anos e a outra de 17 anos dormiam no mesmo quarto que nós, uma numa cama de solteiro ao lado da nossa cama e a outra numa rede na frente das duas camas. Mesmo nesta situação de minhas cunhadas dormirem no mesmo quarto com a gente eu sempre comia minha esposa grávida porque ela sentia muito tesão e eu adorava come-la grávida. Eu, minha esposa e minhas duas cunhadas sempre a noite ficavamos assistindo tv na sala e sempre as irmãs dela iam se deitar antes da gente e só depois que elas estavam dormindo eu e minha esposa íamos para cama fuder bem gostoso. Eu e minha esposa gostavamos de fuder com o abajur acesso na cabeceira da nossa cama e isso clareava bem a nossa cama porque eu gostava de ver minha esposa chupando meu pau, gostava de abrir bem a buceta da minha esposa e admira-la e só depois chupa-la bem gostoso e também gostova de ver minha rola entrando na buceta da minha esposa e minha esposa também gostosa de ver minha rola enquanto ela chupa e também minha rola entrando no seu priquito e adora ver eu gozando e até pedia para as vezes eu gozar em cima da sua barriga, seios ou mesmo na sua cara e boca. Quando eu e minha esposa indo para nossa cama depois de suas irmãs minhas cunhadas estarem dormindo a chegar no quarto minha esposa tirava a roupa e vestia sua camisola com uma calcinha por baixo e eu tirava meu calção existia um calçãozinho de dormir e nos deitávamos na cama e eu começava a beijar a boca da minha esposa com muito amor enquanto deslizava as mãos pelo corpo dela pegando nos peitos dela, pegando na bunda dela e também passando a mão no priquito dela e minha esposa pegando na minha rola. Nós ficávamos nesse amasso por quase 5 minutos nos beijando com paixão e explorando o corpo um do outro e só depois eu colocava minha esposa sentada na cama ficava pé na cama e botava minha esposa para chupar minha rola e eu ficava fudendo a boca dela e como eu estava de pé e minha esposa de cabeça baixa chupando minha rola eu ficava observando minhas duas cunhadas a que estava na cama mais velha e a mais nova que estava na rede para ver se elas estavam acordado ou não e sempre percebia que minhas duas cunhadas apenas fingiram que estavam dormindo para ver sua irmã levando rola de mim e isso me dava mais tesão ainda e fodia minha esposa com mais força com mais tesão. Eu conseguiu ver minha cunhada que estava na cama de olhos abertos olhando bem de perto sua irmã chupa minha rola e a minha outra cunhada da rede também abriu os olhos e ficava olhando para sua irmã chupar meu cacete e eu meti minha rola com mais força na boca da irmã delas para elas verem como se fode uma mulher e deixar elas bem excitadas doida por rola também. Eu meti a rola com força na boca da minha esposa e dizia chupa minha rola meu amor que eu sei que você adora chupar uma rola eu amo essa sua chupada na minha rola vai chupa bem gostoso enquanto eu falava olhava para o rosto da minhas duas cunhadas que estavam ali uns olhos entre abertos vendo eu meter a rola na boca da irmã delas e com certeza estava bem citadas com a buctinha bem meladinha de tesão. Depois de fuder bastante a boca da minha esposa eu então voltava a beijar na boca e em seguida tirava camisolinha dela e começava a mamar nos peitinhos dela e com a mão pegava no priquito dela fazendo minha esposa gemer. Depois eu eu fui descendo beijando a barriga, o umbigo e quando chegou no priquito inchado da minha esposa eu dei um cheiro bem forte no periquito dela e falei ai que cheiro gostoso tem esse seu priquito tem um cheiro de priquito excitado querendo rola e minha esposa disse tô mesmo amor muito excitada louca para levar rola no meu priquito e eu falei para ela mas primeiro amor eu vou chupar bem gostoso esse seu priquito melado de tesão que eu quero sentir o gosto dele e tirando a calcinha da minha esposa abri os lábios do priquito dela e meti a língua para cima meti minha língua no priquito dela e chupei com força fazendo minha esposa gemer forte de tesão e para aumentar o tesão dela eu meti um dedo no cu dela e peguei nos seios dela e minha esposa falou ai amor assim você vai me fazer gozar ai amor vou gozar ai ai tô g amor ai que gostoso e gozou na minha boca eu sou gay todo o melzinho do seu priquito e disse ai que melzinho gostoso tem esse seu priquito meu amor e olhei para minha cunhada que estava ao lado da nossa cama ela estava olhando eu chupar o priquito da irmã e fazer ela gozar na minha boca e com certeza a outra irmã que estava na rede também estava olhando muito excitada com priquitinho todo melado de tesão. Aí eu fiquei deitado com a minha rola dura para cima e mandei minha esposa sentar seu priquito na minha rola enterrei minha rola todinha no priquito dela e ela ficou cavalgando no meu pau e eu então peguei nos seios dela fiquei mexendo nos mamilos e com a outra mão meti um dedo no cuzinho dela para fazer eu acordar mais rápido e minha esposa enlouqueceu em cima da minha rola cavalgando bem rápido chega a fazer barulho alto da minha rola dentro dela bem rapidinho ela gozou quase chorando de tesão e dizendo ai como é gostoso levar rola no meu priquito e eu falei toma rola toma rola nesse teu priquito goza bem gostoso minha gostosa. Depois eu perguntei minha esposa se podia comer o cuzinho dela e ela falou lógico que pode meu amor pode comer esse cu que ele é seu mete essa sua rola dura bem com força nesse meu cu que eu quero gozar de novo levando rola no cu e eu não perdi tempo coloquei ela de quatro e meti rola no cu dela pegando nos peito dela e metendo dois dedos no priquito dela e fiquei comendo ela com toda a força olhando para a cara da minhas cunhadas se não tirava os olhos da minha rola entrando no cu da irmã delas e eu para deixar minha esposa e as irmã dela mais tesuda ainda falei toma rola nesse seu cu minha esposa do rabo gostoso do cuzinho apertado eu adoro comer esse teu cu apertado encher ele de porra e minha esposa falou pois come meu amor come esse cu enche ele com esse leitinho dentro da tua rola vai e rebolava bem gostoso o rabo no meu pau e eu não aguentando mais de tesão enfia o cuzinho dela aqui porra que quando tirei minha rola de dentro escorreu um monte de porra e minha esposa falou ai que foda gostosa amor adorei chupar seu pau leva rola no meu periquito no meu cu e também da chupada que você deu no meu priquito foi tudo muito gostoso. Eu olhei para minhas cunhadas e as duas estavam olhando e eu então peguei minha rola toda melada e exibir para elas dizendo essa rola amor adora comer buceta e cu e também levar uma chupada bem gostosa e você sabe chupa muito bem uma rola meu amor sabe fuder muito gostoso tanto no priquito como no cu é muito gostoso de comer. Minha esposa falou amor eu vou tomar meu banho para vir dormir e depois você vai tá certo e respondi tá meu amor e eu fiquei ali na cama pegando na minha rola quase dura só em ver minhas duas cunhadas olhando para minha rola e então eu falei assim para elas ourivem eu ainda estou com muito tesão com muita vontade de comer mais priquito, cu, e só não vou comer de novo minha esposa porque a bichinha está grávida e eu não posso força tanto ela mas se tivesse outro priquito aqui eu comeria bem gostoso. Ah se minhas cunhadinhas quisessem fuder comigo que eu ia come-las bem gostoso e acabar com esse meu tesão e pegando na minha rola bem dura exibindo para minhas cunhadinhas que não paravam de olhar para minha rola dura. Nisso minha esposa diz amor pode vir tomar seu banho porque eu já vou sair do banheiro e eu então me levantei da cama pelo lado da cama da minha cunhada e quando me levantei fiz minha rola quase encosta no rosto da minha cunhada e então fui caminhando e quando fui passar pela rede da minha outra cunhada eu passei entre a cama e a rede dela esfregando minha rola no braço e até no rostinho da minha cunhadinha. No banheiro eu bati um punheta pensando nas minhas cunhadas e depois tomei um banho e quando voltei para o quarto voltei nu e nivamente esfreguei minha rola, agora mole no braço e tosto da minha cunhada da rede e também mostrei minha rola bem pertinho do rosto da minha outra cunhada da cama e então vesti meu calção de dormir e me deitei de conchinha com muita espisinha gostosa e dormi.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O Sequestro

Ela conferia os nomes das ruas nas placas de esquina, mas a tarde já estava indo embora, dificultando assim sua visão. No inverno do Rio Grande do Sul já é noite antes das cinco e meia da tarde, e desde que mudara para Porto Alegre, nunca mais usara seu par de óculos. As ruas deste bairro tem nomes estranhos, pensou. Aliás, achava estranho tudo que tinha acontecido naquele dia. Já fazia algum tempo que estavam procurando uma casa na zona sul da cidade, e para dizer a verdade, ela estava até cansada de tantas que já tinha visto. Mas no final da manhã havia pego um recado no seu celular, deixado por um corretor, que dava apenas o endereço do imóvel e o horário em que seria feita a visita, além de dizer que já havia agendado com o marido dela. Passou a tarde tentando falar com ele, mas ele já havia avisado que passaria a tarde em reuniões fora do escritório. No escritório a recepcionista lhe informara que ele não retornaria naquela tarde, pois tinha um compromisso no final da tarde, e no celular entrava direto a caixa postal.Assim, estranhando tudo, ela finalmente achou a rua, e por fim a casa. Era a última rua na beira do rio, e olhando da calçada para a fachada, teve certeza que a vista do andar superior seria maravilhosa. Trancou o carro e fez o caminho de pedras no gramado até a porta principal. Era uma porta alta de madeira, e estava entreaberta. O corretor já deve estar aí, pensou. Empurrou um pouco a porta e olhou para dentro. Não dava para enxergar nada, a escuridão ali era total. Pegou o celular e tentou mais uma vez falar com seu marido, sem sucesso. Decidiu então ligar para o telefone do corretor, que ficara gravado no seu celular. Para sua surpresa, a cada toque de chamada no seu ouvido, um telefone tocava dentro da casa. Não vou entrar aí, pensou já se virando para voltar ao carro. Foi então que sentiu uma mão puxando-a pela cintura, e outra mão cobrindo seu rosto. O cheiro do éter entrou-lhe pelas narinas e ela não viu mais nada. Ouvia lá no fundo um crepitar de madeira queimando, enquanto ia acordando vagarosamente. Que barulho seria aquele, porque estava tudo tão escuro? As perguntas começavam a se formar na sua mente, enquanto ela tentou se mexer uma, duas, três vezes. Sabia que estava deitada de bruços, e agora tinha consciência que estava presa. Lembrou-se então da mão agarrando-lhe a cintura, e então lembrou-se de tudo e gritou. O grito ecoou no silêncio da casa vazia, e então ela ouviu passos rápidos em sua direção, e sem pensar gritou novamente, quase na mesma hora em que a bofetada acertou seu rosto. Com o susto ela calou-se, e uma voz abafada falou ao seu ouvido: – Fica quieta, cadela. Senão além de apanhar mais, cubro a tua boca. Sentiu a mão dele deslizando pelas suas costas, somente agora notando que estava nua, e lhe apertar a bunda com muita força. – Tu é bem gostosa, hein? E rica! Dona de uma casa dessas, uma mansão! Cadê o teu marido? É ele que tá pagando a reforma aqui? A casa tava vazia e a gente dormia aqui. Até que começaram a reforma e nos mandaram pra fora. Cadê teu marido? Dá o telefone dele que vou falar que tu é refém. Quanto tu acha que ele paga de resgate por ti, vadia? Ela tentou manter a calma, quem sabe ganharia algum tempo dialogando, assim podia pensar em alguma coisa. – Não moço. Eu não sou a dona daqui. Nem meu marido. E agora? Se dissesse que estava ali procurando imóvel para comprar, ele acharia que eram ricos. – Tu pensa que sou trouxa, dona? – Mais uma vez a voz abafada perto do seu ouvido – E o que tu faz aqui então? – É que eu. – Não quero saber. Dá o telefone dele. – Espera moço. Tira essa venda dos meus olhos. Vamos conversar. Ouviu a risada dele. O que viria agora? – Conversar? To te olhando pelada aí, acho que a gente pode fazer coisa mais boa, dona. Ele se afastou e com um rápido olhar conferiu a posição dos cavaletes. Não sabia se ela tinha notado, mas tinha prendido-a em uma taboa sobre três cavaletes. Um acima dos seios, um na barriga e outro acima dos joelhos. Talvez ela tivesse tão nervosa que a posição ainda não começara a causar incomodo. Estava presa pelos dois tornozelos, com as pernas ligeiramente abertas, pela cintura, no cavalete do meio, e pelos braços, estendidos pelas laterais do primeiro cavalete. Ela não movia um músculo, tentando adivinhar por onde ele estava caminhando, e por onde ele se aproximaria. Estavam na sala da casa vazia, a lareira antiga de pedra produzindo um calor agradável. Ele tinha comprado lenha durante a tarde, para que o frio do inverno gaúcho não a congelasse nua sobre os cavaletes. Caminhou até a bancada que dava para a cozinha, onde tinha espalhado os acessórios, e escolheu a pequena chibata. Se aproximou por trás dela, parando entre seus pés. A visão ali era deliciosa, as pernas amarradas de uma maneira que deixavam a buceta e cu ligeiramente visíveis. Passou a ponta da chibata pelo lado de dentro de uma perna, subindo até a coxa, depois descendo pela outra. Sentiu a pele arrepiar e ouviu um gemido abafado, ela devia estar com medo de gritar e apanhar de novo. Tudo estava saindo conforme ele tinha programado. O que eu vou fazer para sair daqui? Era o que ela estava pensando no momento em que sentiu uma chibatada na bunda. Abafou o grito de surpresa e dor, afinal a única chance que tinha de se safar era tentando conversar. Em seguida vieram outra, depois outra, e muitas outras chibatadas, e ela não se conteve: – Ai, por favor pare! Você está me machucando! Ele parou e olhou as marcas vermelhas na bunda dela. A pele era bem branca e sensível. As marcas ainda estariam visíveis pelos próximos dias. Moveu-se até o rosto dela, e puxando-a pelos cabelos falou: – Então, sua vadia! Vai dar o telefone do teu marido ou não? – E quem disse que sou casada? – tentou desafiá-lo. – Olha, dona. Não piora as coisas pro teu lado. – falou com raiva – E aquela porra da aliança que tu tinha na mão esquerda? Acha que eu sou burro? Ela moveu os dedos da mão esquerda, tentando sentir se a aliança ainda estava no seu dedo. Não estava. Era melhor ficar quieta. Ele caminhou em volta dela, até parar na altura dos quadris. Enfiou a mão pelo meio das coxas dela, forçando o quadril para cima. Correu os dedos pela virilha, pela buceta. – Olha só. A dona é do crime, hein, buceta raspada, e tal. Hoje tu vai ver o que é ser fodida de verdade. Ela sentiu todo o sangue do corpo congelando. Dificilmente conseguiria se livrar desta. Não notou que ele se afastava para pegar uma palmatória de couro. – Sabe, dona. Ele falou, enquanto batia com a palmatória na palma da própria mão – Eu vou te comer. E vou te comer muito! Mas não pense que vou te estuprar, porque isso eu não faço. Tu vai ver que logo tu vai estar implorando pra que eu te foda. – Seu nojento! Você é muito macho comigo aqui toda presa! Me solte que você vai ver só uma coisa! Ele riu. A mesma irritadinha e valentona de sempre. Moveu a palmatória com velocidade de encontro à parte de trás das coxas dela, repetidas vezes. Olhava-a se retorcer a cada batida, comprimindo as pernas uma contra a outra, e ouvia os gemidos abafados que ela emitia. Só não sabia ainda se eram de raiva, dor ou prazer. – E o telefone, dona? Ela não respondeu. – Tá vendo? Ele falou depois de algum tempo: – Tu tá gostando. Logo vai estar implorando pra ser fodida. Foi até os pés dela e bateu neles com a palmatória. A visão do corpo dela era deliciosa, dali. A cada batida, ela forçava os pés, e com isso fazia um movimento com as pernas que escondia e mostrava a buceta para ele. Correu as mãos pelas pernas dela, chegou as coxas e até a bunda. Separou as nádegas com as mãos e cuspiu. Quando a saliva dele tocou-lhe o ânus, ela levou um susto. Tentou forçar os músculos dos glúteos, comprimindo a bunda, mas ele a segurou firmemente. Quando ele sentiu que ela desistira, passou a ponta dos dedos no ânus dela. – Dona, o teu cu eu vou comer também. Vai ser serviço completo! – Vá se foder! – Vou sim. E contigo. Quer apostar? Foi até a bancada e pegou duas velas que já estavam acesas, uma branca e uma vermelha. Começou pingando a cera nos dois pés dela, mesmo sob os gritos e xingamentos que ela proferia. Parou apenas uma vez, antes de chegar nas costas, para dar-lhe um tapa no rosto, mandando que calasse a boca, ou que dissesse me come logo, mete de uma vez. Isso a irritou, mas o tapa fora suficientemente forte para ela saber que não deveria gritar. A cera cobria-lhe quase toda as costas, quando um gemido denunciou-a. Ele notou na hora, mas decidiu fazer que não tinha escutado. Largou uma das velas, e pegou um chicote de tiras. Agora pingava com a vela bem perto da pele dela, e de tempo em tempo dava chicotadas na bunda, nas costas, nas pernas dela. Afastou-lhe novamente as nádegas e foi pingando a cera quente quase até o ânus. Então apagou a vela e jogou-a de lado, ficando com a mão livre para conferir a umidade na xoxota dela. Como previra, estava encharcada. Ela sentiu o toque dos dedos dele na xoxota, e teve que conter o gemido de prazer. A sensação de estar sendo explorada por ele era deliciosa, mais a sensação de estar sendo usada, violada, açoitada, tudo sem permissão, aumentava ainda mais sua excitação. Agora ele vai ver que estou gostando, que merda! Pensou. Mas, de toda maneira não tinha mais como esconder. Mais cedo ou tarde a hora chegaria e ele notaria, e ela sabia disso. Sentiu dois dedos forçando a entrada da buceta, alargando-a, e depois movendo-se lentamente dentro dela. Era um toque delicioso. – Dona, eu falei que tu tava gostando. Vamos, implore! Não iria dar esse gostinho à ele. Não iria mesmo! Estava decidida. Mesmo quando sentiu o cuspe dele novamente na sua bunda, e mais um dedo forçando a entrada no ânus, conseguiu ficar quieta. O dedo entrou com facilidade no ânus dela, provando que estava relaxada, excitada, e logo ele começou a fazer movimentos de vai e vem, na frente e atrás. Conhecia bem as reações dela, e imaginou o quanto ela devia estar se segurando para não demonstrar a excitação. Mas logo ele pôde sentir os quase imperceptíveis movimentos dos quadris que ela fazia, ritmados com o entra e sai dos dedos dele. Sorriu intimamente, e de supetão tirou todos os dedos de dentro dela. Pegou um vibrador e encostou na vagina dela, para depois acioná-lo. Ela arrebitou bem a bunda, do jeito que pôde, deixando assim o caminho livre para ser explorada. Ele passou várias vezes a ponta do vibrador em toda a extensão da xoxota, às vezes subindo até o ânus, e então enfiou todo o vibrador na buceta, colocando-o na velocidade máxima. Ou ela tinha desistido de esconder o que sentia, ou não conseguira se segurar. A respiração havia se tornado muito forte, entrecortada por gemidos, e as cordas esticavam e folgavam com os movimentos do seu corpo. Sentiu o vibrador entrando fundo dentro da buceta, e o pouco que ficou para fora encostando no clitóris. – Segura ele dentro de ti. Não deixa escapar. – ele mandou. Ele a viu movendo a cabeça afirmativamente, a boca entreaberta, os punhos cerrados, enquanto buscava novamente o chicote de tiras. Encostou-se na bancada, e ficou olhando-a um instante. Ela lutava contra o seu próprio prazer, sabia que ela tinha vontade de gritar, de se mover, e que faria de tudo para que o vibrador não saísse de dentro dela. Abriu as calças e tirou o pau para fora, postando-se em frente ao rosto dela. Passou a cabeça do pau no rosto dela, mas na hora ela fechou a boca. Tentou forçar entre os lábios dela, mas ela virou o rosto. Deu então duas chicotadas fortes nas nádegas dela, e falou: – Não quer chupar meu pau, vadia? Ela moveu a cabeça negativamente. Ele então chicoteou-a várias vezes, olhando seu corpo delicioso se contorcer, com o pau encostado no rosto dela. Logo ela começou a mover a cabeça, roçando o rosto no pau dele, para depois de alguns momentos abocanhá-lo. Ele então segurou-a pelos cabelos com uma mão, estocando o pau até sua garganta, sem parar de chicoteá-la. Ela bem que tentou resistir, mas aquele vibrador estava fazendo um serviço e tanto dentro dela. Quando sentiu o pau dele de encontro a seu rosto, sentiu raiva, sentiu tesão, sentiu-se humilhada. Mas quando as chicotadas vieram, o tesão falou mais alto. A ponta do pau já melada roçando nos lábios foi a gota d’água. Abocanhou, chupou, mamou. E queria mais. Ela sugava com tanta vontade, que se ele não tivesse se afastado dela, teria gozado na sua boca. Mas não. Eles ainda tinham bastante tempo. Deixou-a ali, de boca aberta, procurando o pau dele no espaço já vazio e pegou o telefone. Rapidamente discou o número do celular dela, que logo começou a tocar. Ele mesmo atendeu. – Alô. Quer falar com quem? Esperou um instante. – Ah, é esse o nome da cadela? Olha, cara. Ela foi sequestrada. Cala a boca e escuta. Foi se afastando e falando ao telefone, dizendo que queria dinheiro, que ela estava bem, mas que seria ainda muito usada naquela noite. Ela gelou. Por um instante tinha imaginado uma coisa totalmente diferente. Não, não poderia ser verdade. Ele voltou e segurou forte o rosto dela entre os dedos, falando ameaçadoramente: – Escuta o que vou te falar, vadia. Mas presta bem atenção que só vou falar uma vez. A grana tá sendo providenciada. Mas a gente ainda tem bastante tempo pra se divertir. Vou te soltar agora, porque quero ver tu se mexendo. Mas não tenta dar uma de esperta comigo, senão tu vai te dar mal. Entendido? Nem esperou ela responder. Soltou o rosto dela e começou a desfazer os nós das cordas. Quando terminou, ajudou-a a ficar em pé, e prendeu os pulsos dela juntos, nas costas. Sem enxergar nada, ela tentou se acostumar no espaço da sala. À sua esquerda, podia sentir o calor da lareira, e às suas costas sabia que era o lugar em que estivera amarrada. Quando ele mandou que ela caminhasse um pouco para ele observa-la, ela o fez com passos lentos, com medo de esbarrar em alguma coisa. Levou então uma chicotada nas coxas. – Eu disse pra tu caminhar, e não pra te arrastar. – Mas não estou enxergando nada. A chicotada agora veio mais forte, nas costas. – Cadela, se eu quisesse que tu te machucasse, eu mesmo faria isso. Eu quero é ver essa tua bunda rebolando quando tu anda, quero ver esses peitos balançando. Anda logo! Ela recomeçou a andar, quase que normalmente. Quando ela chegou perto da parede, ele mandou que ela virasse e voltasse caminhando, e quando ela estava sobre o cobertor em frente à lareira mandou que parasse. Ordenou que ficasse de joelhos, o que ela obedeceu prontamente, e começou a andar em volta dela. Podia ouvir a respiração forte, causada pelo medo e pela ansiedade de não saber o que viria a seguir. Parado atrás dela, desceu as duas mãos pelos ombros até tocar-lhe os seios. Passou a palma da mão em todo o contorno, e quando ela menos esperava, apertou fortemente os bicos, com a ponta dos dedos. Ela deu um grito, mais de prazer do que de dor, e a respiração se tornou ainda mais forte. Ele foi até a bancada e pegou dois prendedores de roupa que achara no pátio da casa. Brincou mais um pouco com os dedos nos mamilos dela, até ficarem bem durinhos, e colocou os prendedores. Ela mordia os lábios, por causa da dor, enquanto ele se afastava, pensando no que iria fazer agora. Decidiu soltar as mãos dela, não sem antes amedrontá-la. – Olha aqui, sua puta. Vou soltar as tuas mãos. Mas não tente uma gracinha sequer comigo. – pegou um pedaço de um cano de uma torneira que estava sobre a pia quando chegou, e encostou na nuca dela – Tá sentindo isso? É um revólver. E não tenho o menor problema em usá-lo. Mandou que ela ficasse de quatro, o que ela obedeceu na hora. Passou as mãos por todo o corpo dela, deteve-se nas marcas de sol do biquíni que ainda persistiam do verão. Realmente, ela era muito gostosa. Correu os dedos desde o fim da coluna até o clitóris, sentindo ela se abrir mais para o seu toque. – Já quer que eu te foda? – perguntou. – Claro que não, seu escroto! – ela respondeu raivosamente. Ele sorriu. Isso deixava tudo ainda mais interessante. Pegou o chicote e bateu-lhe seguidas vezes nas nádegas, nas pernas, nas costas, vendo-a se contorcer a cada golpe. Caminhou de novo até ela e enfiou dois dedos na sua buceta. Tão logo sentiu sua lubrificação, fez movimentos fortes e precisos de vai e vem, que logo foram acompanhados por ela. Em pouco tempo ela gemia com a boca entreaberta, e rebolava a cada entrada e saída dos seus dedos. Mais uma vez ele tirou os dedos e se afastou. Ela se mexia languidamente, roçando uma perna na outra, tentando não perder aquela sensação que ainda sentia, quando ele entregou-lhe o vibrador. – Usa isso. Vamos ver se tu sabe brincar sozinha. – Vai ser melhor do que com você. – ela respondeu antes de levar um tapa no rosto. – Veremos. Ela tomou o vibrador nas mãos e enfiou de uma vez na buceta, bem no fundo. De cabeça baixa e com a mão entre as pernas, fazia o objeto entrar e sair, girar, batia com ele nos grandes lábios, fazia o que podia. Ele observava a tudo extasiado, o pau duríssimo entre os dedos, tocando uma lenta punheta. A visão dela ali se tocando, sem poder enxergar, totalmente entregue era deliciosa. Os gemidos dela aumentavam de intensidade a cada vez que o vibrador entrava na sua buceta, deixando-o cada vez mais maluco de tesão. Depois de um tempo ela falou baixinho: – Vem, me fode logo. – O que tu falou, cadela? – ele perguntou com um sorriso de vencedor nos lábios. – Vem me foder. Vem! Ele se aproximou dela e começou a apertar e beliscar as coxas e a bunda dela. – Ainda não, sua puta. – Vem! Me come! – Não. Não to com pressa. – Vem logo. Olha a minha buceta. Tá pronta para você. – ela falou enquanto abria a buceta com os dedos. – Implora! – Não vou implorar. Sei que você também quer me foder. – Então não vou te comer. – ele disse enquanto enchia a mão de lubrificante. -Implora. – Por favor. Ela não aguentava mais de tesão. – Por favor vem me comer! Sem ela esperar ele deu um tapa e espalhou o lubrificante na bunda dela, e rapidamente enfiou o pau. Quando ela tentou resistir já era tarde, o saco dele já estava encostado na sua buceta. Ela gritou alto, realmente não esperava que ele fosse enfiar direto na sua bunda, e muito menos daquela maneira. Sentiu o cu se alargando violentamente, era como se a carne estivesse se rasgando, e sentiu as mãos dele puxando-a ainda mais de encontro a ele. Não tinha como fugir. Ele então ficou parado, esperando que ela se acostumasse com o volume dentro dela. Colocou a mão por baixo da barriga dela e começou a tocar-lhe na buceta, masturbando-a freneticamente. Assim que a sensação de desconforto cedeu um pouco, ela começou a movimentar os quadris para a frente e para trás, gemendo baixinho. Em pouco tempo, ela já se jogava violentamente de encontro ao pau dele, gemendo alto, gritando que era uma puta, uma vadia, que queria que ele arrombasse o cu dela, que a rasgasse inteira. Ele metia com força e ao mesmo tempo dava palmadas na bunda dela, quando sentiu o gozo se aproximar. Segurou-a então pelos cabelos, dando duas voltas com eles na mão, e puxou-a para trás. O corpo dela tremeu inteiro à frente dele, os músculos do ânus apertaram e pressionaram o seu pau, e ela gritou que estava gozando ao mesmo tempo em que ele sentia a porra ser despejada do seu pau dentro da bunda dela. Ela amoleceu o corpo, deixando-se cair sobre o cobertor, ainda com o pau dele dentro dela. Ele rolou para o lado e após alguns instantes abriu os olhos. Ela ainda estremeceu o corpo algumas vezes antes de ficar imóvel, com o rosto pressionado no cobertor. O prazer ainda percorria vagarosamente o corpo de ambos por um bom tempo, até que ele olhou-a. Sob a claridade que vinha da lareira, sua pele era ainda mais dourada. O filete branco de porra escorria pela sua bunda, indo quase encontrar-se com um dos prendedores de roupa caídos no chão. Puxou-a para si, fazendo com que ficasse de frente para ele, e tirou a sua venda. – Que delícia, meu amor… – ela falou sem abrir os olhos. Ele ficou surpreso. E mesmo sem olhá-lo, ela sorriu. – Achou que eu não sabia que era você? – Sei lá… – ele respondeu confuso. Ela abriu os olhos e beijou-lhe a boca. – Deixa eu falar uma coisa. Você disfarçou muito bem a voz. Você até conseguiu me tocar de maneira diferente da que faz sempre. E na hora do celular, confesso que fiquei confusa e com muito medo. Mas muito antes disso, você se entregou. – Ah é? Quando? – Lembra de como você me chamou? – ela perguntou sem conter o riso. – De puta? De vadia? De cadela? Do que eu iria te chamar? – Lá no início. Quando eu acordei. Você me chamou de Dona. Viu? Dona. Sua Dona. Você pode fazer o que quiser, mas sabe que a Dona aqui sou eu! – disse isso e caiu na risada. Sabia que ele iria ficar bravo. Sabia que ele iria querer castigá-la. Mas isso só iria fazer a noite ainda melhor.

Me apaixonei pelo PENIS VERMELHO

Pênis vermelho, esse foi o apelido que dei para o cachorro de minha avó, desde o dia que fui visitar ela e ele estava lá, naquela época tinha cerca de 16 anos, e ela comprou ele para fazer companhia a ela, seu nome de verdade era nego, pois ele era baixinho e de pelos pretos, mais pra mim ele foi e sempre será o PENIS VERMELHO, vamos contar como eu o conheci.Tinha ido visitar minha avó como fazia sempre as terças feiras pois tinha uma aula a menos no colégio, e aproveitava para passar lá e tomar banho depois da escola pois tinha aula de educação física antes e chegava sempre suada, visitava vovó e conversava-mos, quando ela estava lá, pois ela costurava pra fora e as vezes saia, naquele dia, assim que cheguei vi o cachorro e o bilhete informando que ele era o novo morados e seu nome. Estava tomando banho e como a minha vó tinha saído, eu não levei toalha pra me enxugar. Quando acabei de banhar-me saí nua e fui apanhar a toalha no quintal, mas como já mencionei, não lembrei que o cão estava solto! Foi quando o medo começou a virar tesão, ele veio na minha direção, subiu nas minhas pernas, e seu tamanho, fazia com que sua cabeça ficasse da altura da minha xoxota. Ele pulou, achei que ia me atacar, mais ele começou a me lamber, e aquilo foi me enchendo de tesão, aquela língua era de mais! Quanto mais ele me lambia mais eu gostava, então me encostei um pouco na parede, me inclinei levemente e dobrei minhas pernas para ele lamber melhor e fiquei um bom tempo sentindo uma sensação que até então não conhecia. Me agachei para ele poder me lamber, e nesse momento percebi que seu penis estava todo para fora, era vermelho e estava duro, como num ato de retribuição ao tesão que sua língua me proporcionava, me deitei sobre a toalha e fui chupar ele também, mais suas patas me machucavam, e o penis dele tinha um cheiro forte, então me coloquei de 4 para ele voltar a me lamber, como se eu fosse sua escrava e submissa e dando a ele parabéns pela sua deliciosa língua, até então eu era virgem e nunca tinha sido chupada, só havia gozado algumas vezes me masturbando, e ser chupada pelo cão, me levou a outro nível na questão do tesão. Para a minha surpresa, ele veio me lamber, me lambeu mais algumas vezes e subiu em minhas costas, fui muito ingênua e achei que ele não conseguiria meter seu pênis em mim, pois ele era pequeno, mais ele foi e ficou tentando encontrar a abertura de minha xoxota, para enfiar seu penis, aquele toque da pontinha do seu penis nos meus pelos vaginais me deu muito tesão e deixei ele tentar, depois de alguns segundos ele conseguiu encontrar minha xoxota e começou a enfiar a pontinha o seu penis na minha buceta, ele tocava bem no meu grelinho, e fui ficando lubrificada, e com muito tesão, e nem me dei conta que ele estava tirando minha virgindade, ele de repente, me estocou e senti seu penis dentro de mim, ele ia metendo e eu me masturbando, até que comecei a sentir muito tesão e a dor dele estar acabando com minha virgindade, mais o tesão falou mais alto e continuei deixando ele meter, até que senti seu penis crescer dentro de mim. Não sabia, mais ele colocou seu nó dentro de minha xoxota, e fiquei presa a ele, ele continuou me estocando mais alguns segundos e se virou ficando engatado em mim, tentei me soltar, fazendo força, e tanto eu como ele sentimos dor, pois eu senti algo querendo me rasgar por dentro e ele começou a chorar, na hora meu tesão aumentou quando percebi que minha avó podia chegar a qualquer momento, sentia uma dor enorme por ele ter me rasgado, e via meu sangue escorrer, me masturbava como tinha visto em videos pornográficos e o tesão de meus dedos roçando contra meu grelo aliviaram a dor daquele cacete enorme engatado a mim. Depois de uns 10 minutos engatados, senti seu penis jorrar toda a sua porra dentro de mim, e logo em seguida começar a ficar flácido novamente, assim que PENIS VERMELHO se desengatou de mim, meu sangue misturado com sua porra saíram e escorriam pelas minhas pernas. Neste momento gozei forte, pelo alivio de saber que ninguém me pegara no flagrante e de que nada de grave ocorreu, e fui novamente para o banho limpar meu sangue. Uma sensação de gratidão e de amor me veio e nesse momento passei a gostar realmente de PENIS VERMELHO, por ter sido o primeiro a adentrar-me e me queimar de tesão. E aquele pênis vermelho, viril e voraz, ter me transformado em mulher. A cada vez que eu lembrava do que ele me fez, mais vontade eu tinha de chupar aquele cacete, e de ter ele como meu único e verdadeiro macho, e quando eu estava sozinha com ele, sempre dava um jeito de ele me chupar, ou de eu masturbar ele, poucas vezes o deixei meter em mim, mais transamos muito, minha avó nunca suspeitou do meu amor repentino por ele, e quando ele tinha uns 5 ou 6 anos, minha avó faleceu e fiquei com ele para mim. Nesta época, eu tinha PENIS VERMELHO como o chamava sempre que estava sozinha com ele, como meu namorado, na verdade ele me fazia gozar mais que qualquer outro homem já fez, sua língua voraz sempre me deixava louca de tesão. Hoje, faz 6 meses que PENIS VERMELHO me deixou, aos 17 ou 18 anos de idade, e não tenho mais nenhum animal de estimação, senti muito sua perda, e de agora em diante ele sempre foi meu maior amante, meu maior macho, tenho muitas alegrias a lembrar dele, e sempre ele será único.

Nunca pensei que sentiria tesão por mulher

Oi, sou a Amber, tenho 25 anos, 1,60 m, sou ruiva e bem gostosa. Tenho uma bunda grande, empinada, seios grandes e lindos e uma cinturinha deliciosa. Meu marido é o Téo, tem 35 anos, um porte de atleta, simplesmente delicioso. Nós temos uma empregada que resolveu dar para meu marido, tal fato que relatei anteriormente no conto “Minha empregada safada”. Depois disso aconteceram os fatos a seguir. Estávamos esperando o Téo voltar do trabalho, pois eu geralmente chego mais cedo do que ele, cheguei do trabalho, tomei um banho, coloquei uma calcinha bem pequena e um top branco, fui comer algo e fiquei esperando ele chegar. A Dani, nossa empregada, chegou perto de mim e perguntou se íamos ter alguma festinha. Aquilo foi me dando uma raiva. Eu admito que tinha sido bom no dia em que nós três transamos, mas agora isso me irritava profundamente. A garota começou a achar que tem mais liberdade na minha casa porque deu pro patrão. Precisava colocá-la no seu lugar. Fui pra cama ler um livro de bruços até meu marido chegar, assim que chegou, ela foi recebê-lo na porta, ele a pegou com uma mão, carregando-a na cintura e ela o encheu de beijos, ele a levou pra cama. Ela desceu, ele bateu na minha bunda e já foi tirando a minha calcinha e meu top, mas eu estava irritada, ele percebeu isso, ficou me beijando, dizendo que me amava e o danado conseguiu me amansar. Até que ele a chamou e ela começou a me chupar, enquanto ele me beijava e apertava meus seios. Fui ficando excitada com aquilo e fui querendo mais. Então ele tirou a roupa e desceu da minha boca até meus seios e os chupou deliciosamente enquanto a garota chupava minha xoxota freneticamente, eu fechei os olhos e mordi os lábios, logo gozei muito gostoso. Téo levantou, sentou-se na cama e Dani sentou sobre ele, gemendo, logo estava cavalgando e eu beijando e mordendo o peito dele, logo o deitamos, eu sentei no rosto dele, o prendi com minhas coxas grossas e disse que só o soltaria se me fizesse gozar bastante. Então ele começou a me lamber e a me chupar enquanto Dani enchia a boca com o pau dele, ela mordia, lambia e sugava-o divinamente, com isso Téo me chupava mais ainda. Nossa, gozei muito, depois levantei e os deixei. Logo, ele estava comendo ela de novo, isso me deixava enciumada. Depois de gozar nela, ele percebeu que eu não estava muito bem, então fez a coisa mais inusitada do mundo, saiu do quarto e nos deixou lá, somente ela e eu. Ele foi tomar um banho no banheiro principal. Eu estava sentada no sofá de pernas abertas e a garota de bruços na cama me olhando. Ela perguntou se eu não tinha vontade de experimentar transar com uma mulher, então esticou um braço e passou a mão sobre a minha perna. Eu não respondi nada, ela me chamou pra cama, eu levantei e deitei ao lado dela de barriga pra cima. Ela ficava me observando e eu estava ficando nervosa com aquilo, quando, de repente disse que ela era louca e fui me levantar, ela me segurou pelo braço e me beijou. Nunca tinha beijado uma mulher, é uma sensação totalmente diferente de tudo o que já tinha experimentado, era muito bom. Ela mordia a minha boca, quando dei por mim, estava sugando a língua daquela vagabunda, ela prontamente começou a tocar meus seios e a apertá-los, eu fui gemendo com aquilo. Meu corpo estremecia da cabeça aos pés, a beijava sem parar. Até que parei e ela me deitou e voltou a me beijar. Depois, desceu pelo meu pescoço, beijando e mordendo, não melhor do que meu marido, mas seu toque delicado me excitava. Eu flexionei os joelhos e ela foi abrindo as minhas pernas com uma mão, enquanto a outra apertava meus seios. Logo, estava com a boca neles, acariciando os mamilos, arranhando os dentes, do jeito que eu gosto, então os abocanhou, enchendo a boca, chupando-os maravilhosamente enquanto sua outra mão percorria minha buceta lisinha, me acariciava. Eu gemia, mordia os lábios e fechava os olhos, ainda não acreditava que estava na cama com uma mulher e ainda por cima, gostando disso. Ela dizia: Relaxa que você vai gostar ainda mais. Logo abri bem as pernas, ela se deliciava com meus seios, me deixava molhada e muito excitada, movimentava seus dedos no meu grelinho e na parte interna da minha buceta, ela sabia exatamente como me tocava e arrancava prazer de minha xoxota. Eu queria mais, pedia pra ela meter. Ela riu e voltou a me beijar, depois desceu para a minha barriga, mordendo e beijando, até se posicionar bem diante de minha xoxota, ela lambeu minha virilha e um leve arrepio me percorreu todo o corpo. E logo ela estava com a língua no grelinho e na buceta toda, me chupou como ninguém havia feito antes, e incrivelmente melhor que meu marido. Gozei seguidas vezes, ela meteu a língua na buceta, me fazendo gozar como louca, novamente eu gritei de tesão, e ela lambeu toda a minha xoxota, eu senti tanto prazer e um desejo imenso por aquela mulher. Devo ter gozado umas quatro vezes. Ela se sentou, encostada na cabeceira da cama, eu comecei a beijá-la freneticamente, mordendo a sua boca enquanto tocava delicadamente seus seios pequenos, bem menores que os meus. Ela pegou minhas mãos e as apertou contra seus seios, dizendo pra eu não me intimidar. Então fui apertando com vontade enquanto a beijava. Depois, fiquei só apertando os biquinhos que eram pequenos e endureceram na minha mão, não conseguia mais conter a vontade de lambê-los. Então comecei a passar a língua timidamente. Logo o tesão estava tão grande que eu estava me deliciando com os seios dela, lambendo e chupando, cabiam direitinho dentro da boca, que delícia. Ela gemia e dizia pra eu não parar por que estava gostoso. Continuei, até que meu marido apareceu e viu tudo, ficou maravilhado, em ver sua mulher que dizia adorar uma uma pica, chupando os peitinhos da empregada. Ele se sentou no sofá e ficou só observando, nós continuamos, como se ele não estivesse ali, embora os olhares dela e dele se cruzassem com frequência e a garota se excitava ainda mais com isso. Meu marido começou a tocar punheta enquanto eu descia a minha boca pela barriga perfeita dela. Logo estava metendo a língua no seu umbigo, brincando com ele enquanto uma de minhas mãos começavam a sentir sua buceta molhada e quente ficar ainda mais excitada. Abri as pernas dela, e entrelaçando meus braços em suas coxas me afoguei naquela buceta suculenta, lambendo e sugando, eu ficava molhada só de sentir seu gosto e seu cheiro delicioso, inebriante. Nunca pensei que fosse tão bom assim, coloquei um dedo na buceta dela, que estava quase gozando, assim que coloquei o segundo, senti ela gozar, tremendo de tesão. Nessa hora Téo já estava gozando, gemeu alto e eu olhei pra trás. Ele me chamou e disse que eu tinha que chupá-lo e foi o q fiz, enchendo a minha boca com seu pau delicioso, grande e grosso. Chupei muito, com força e logo ele voltou à vida, mas ele tirou e disse que queria me comer enquanto eu chupava a Dani. Ela continuou deitada, eu voltei a chupá-la e Téo puxava meu cabelo e fodia minha buceta com seu pau enorme, bombando gostoso. Gemíamos os três num ritmo alucinado e logo gozamos todos juntos. Pedi ao Téo pra me chupar, deitei, e ele começou a lamber minha buceta enquanto a garota colocava seus seios na minha boca, os chupei deliciosamente, enquanto eu era divinamente chupada pelo meu homem. Apertei a cabeça dele contra a minha virilha, fazendo-o meter a língua cada vez mais fundo, enquanto eu metia o dedo na buceta dela, não demorou muito e gozei. Depois fiquei de 4 para ele, beijando a boca dela, ele meteu no meu cuzinho com força puxando meus cabelos. Depois de bombar bastante no meu cuzinho, Téo tirou o pau de mim e ainda meteu na garota um pouco até gozar. Acabamos deitando demasiadamente cansados e bem suados na cama. Eu deitei sobre o Téo, com a boca na dele e a garota de lado, grudada na lateral do corpo dele, e eu com uma mão no seu rosto, ela com uma mão sobre minha cintura. Ficamos descansando alguns minutos, recomeçamos novamente. Fodemos a noite toda. Bem, depois disso acho que meus horizontes se abriram para novas perspectivas de prazer, mas ainda gosto muito de uma pica, até a próxima.

Perdi minha virgindade, com o dono da loja de roupa do bairro

Tinha uma loja de roupas perto de minha casa, e eu sempre ouvi falar que o dono da loja era desses homens que ficam olhando para as mulheres de cima em baixo, aquilo me excitava muito, sou exibicionista, e como eu não sou diferente de ninguém, sempre que podia inventava de comprar alguma coisa na loja dele. Tenho 17 anos, sou morena clara, alta, tenho 1,74, seios médios para grandes, 76 kilos, bundinha redondinha, enfim, tenho um corpo ótimo, só não sou magra esquelética, por isso nunca segui a carreira de modelo, mais faço alguns stands e promotora. Uma vez junto com minha mãe ele me perguntou se eu não queria servir de modelo para ele na loja, na frente de minha mãe eu disse que não. Mas aquilo me deixou muito excitada e resolvi voltar na loja dele sozinha com a desculpa de olhar as novidades. Nesse dia ele não me deu atenção porque estava atendendo uma cliente. Más eu já tinha ido preparada, sem calcinha e sem sutiã, então faria de tudo para me mostrar, como eu não tinha pressa e fiquei olhando a vitrine ate a cliente ir embora. Uma vez sozinho ele foi super solicito e começou a me dar roupas para experimentar e eu percebia que ele ficava olhando pelas frestas da porta. Aquilo me deu muito tesão e eu pedi um vestido para ver se ficava bem. Quando ele me deu o vestido eu coloquei e me abaixei, sei que pelo espelho dava para ver meus peitinhos, na verdade eu queria era que ele visse. Ele não se conteve e me disse que o vestido estava lindo e que me daria todas as roupas que eu quisesse desde que eu as experimentasse na sua frente, para ele ver como ficava. Então comecei a escolher e vestir, indo mostrar para ele. Eu me abaixava e pelo espelho dava para ver ate minha calcinha, ele não tirava os olhos do espelho, continuei andando e escolhendo roupas, nessa hora ele se colou pôr trás de mim e senti seu pau quente e grande encostando em minha bunda, fingi que estava olhando o decote do vestido para demorar mais e mais naquela posição. Ele me disse que estava comprido demais e que para ficar melhor eu deveria encurta-lo, e pôr trás de mim, foi suspendendo o vestidinho de malha, deixei ate aparecer a minha bucetinha, e fingi que curto daquele jeito não dava para usar, mas ainda estava era com o pau dele encostado em minha bunda. Sai daquela posição com o propósito de experimentar outra roupa, quando ele me virou e disse você não me cumprimentou pelo meu aniversario, me de um abraço, e me abraçou. Fiquei parada com aquele pau duro bem em baixo de minha boceta, era da altura certa, continuei paradinha e já toda molhadinha, eu disse para ele, acho que o vestido naquele cumprimento fica muito curto não? Ele me disse não, fica não, deixa eu olhar de novo pôr trás e começou a puxar para cima, deixando quase que toda a minha bundinha de fora. Eu já não me aguentava mais de tanto tesão, era virgem ainda, e nunca tinha tido contato com ninguém, aquele pau quente entre minhas pernas me deixava louca, ele começou a arrumar o vestidinho, me expondo mais ainda , daí ele me virou e disse “Vou marcar esse comprimento direito”, se abaixou e ficou bem perto de minha bucetinha, começou a respirar fundo, eu já toda molhada, ele fingindo que dobrava o vestido para marcar a barra, esbarrou em minha bucetinha, senti o leve toque de sua mão nos meu pentelhos, e fiquei toda arrepiada, ele enfiava a mão pelo meio de minhas pernas, afim e dobrar o vestido atras, foi quando para surpresa, minha ele dobrou o vestido dois dedos acima de minha bucetinha, expondo-a por completo e me disse assim esta lindo aparecendo essa xoxota novinha e bela, e me pediu um presente, eu disse se eu puder dar eu dou! Ele perguntou se usava calcinha, disse que sim, mais que como iria vir provar roupas, tinha vindo sem, e ele então me pediu para trazer-lhe uma usada, se eu quisesse ele me daria uma calcinha, disse que sim, que eu daria a ele. Continuou ajustando o vestido e tocou por baixo minha xoxota, sentiu que eu estava molhada de tesão, mas disfarçou e me disse, deixa eu te limpar que você esta toda suadinha, e enfiou a mão em minha bucetinha, depois, lambeu a mão, sentindo o meu sabor, disse que tinha me sujado com o giz de marcar a roupa, e deu uma passadinha de língua na minha buceta, ai, aquilo me deu ainda mais tesão, me contive e queria ver até onde aquilo ia chegar… Ele se levantou, se colocou pôr trás de mim falou, tá ótimo o vestidinho, ele só cobria a minha bunda, de tão curto, e pediu, se abaixa que eu quero ver se ficou muito curto, ou se dá para usar, eu me abaixei, mostrando toda a minha bunda, e a minha xoxota de quatro, ele já estava com o pau já duríssimo, nem percebi mais ele tinha colocado o caralho para fora da calça, continuei abaixada, achando que ele me olhava, ele veio na minha direção, achei que para ver meus peitos pelo espelho, mais ele foi enfiando o pinto pôr dentro de minha bucetinha, eu estava muito molhada e quando ele me tocou percebeu, quando fiquei de 4, ele viu minha xoxota lubrificada e abertinha, e de uma vez só ele me enfiou todo o pau dentro de mim, senti uma dor horrível, e pulei para frente, vi o sangue escorrer, ele então me pediu desculpas, pois não sabia que eu ainda era virgem. O desculpei, ele então ia guardar o pau, mais eu pensei e disse a ele, já que perdi minha virgindade, continua, quero virar mulher, me faz gozar, ele na hora me atendeu, tentou enfiar novamente, mais a dor ainda era muita, acabei ficando nervosa, e minha xoxota travou, não ia deixar aquele caralho entrar, ele veio com jeito, falou que ia me fazer relaxar e gozar, num vai e vem frenético só na portinha sem enfiar o pau, ele me fez gozar, e ele gozou também, em cima de minha bunda, pegou uma das peças que eu havia experimentado, me limpou, tirando toda a porra misturada ao sangue que escorria de minha bunda e de sua piroca se limpando também, me deu o vestidinho e me disse fica com ele para você, e se você quiser pode vir aqui todo dia experimentar uma roupa que eu te dou. Me vesti, coloquei uma calcinha pois ainda estava sangrando um pouco, me despedi, peguei o vestidinho e sai da loja feliz, satisfeita por ter gozado, e por ter virado uma mulher completa, pois tinha muito medo perder a virgindade, algumas vezes que tentei com alguns colegas, travei e não consegui ir até o fim, parecia que minha buceta se fechava, doía muito, então eu desistia, como eu não imaginava ser penetrada daquele modo, estava relaxada, doeu bastante, mais ele consegui tirar meu cabaço. Vou voltar a loja, mais resolvi contar o que ocorreu comigo antes, assim que tiver novas experiências, relato aqui no site, aguardem, vai ser o meu diário.

Minha sobrinha virgem

O fato aconteceu nas férias de dezembro de 2005, viajei com a família para a casa de minha sogra passar uns dias de descanso e curtir um pouco minhas férias e a das crianças. Lá chegando encontrei a casa cheia, pois minha cunhada havia mandado suas filhas passar as férias escolares com a avó. Tudo foi uma festa, shopping, praias, uma loucura, porém minha sobrinha mais velha, de 18 anos, linda, loura de olhos azuis, sempre muito carinhosa e queria preferência em tudo. No último domingo levei toda turma ao shopping, porém minha querida sobrinha não quis ir. Voltei para assistir ao jogo e para minha surpresa a encontrei sozinha na cama assistindo televisão.Indaguei pela minha sogra e ela respondeu: titio estamos a sós e continuou deitada, ao entrar no quarto, onde ela estava assistindo TV, vi aquele corpinho lindo torneado e com um bumbum arrebitado, tudo aquilo me excitava. Ela estava usando uma blusa regata, sem sutiã e um short jeans. Fiquei ali parado observando aquela monumental fêmea e para minha surpresa ela estava deitada sobre o braço esquerdo e pude observar que seu bumbum comprimia sua mão, num movimento lento de subir e descer, então me abaixei e já colocando minha mão em substituição a dela e ao mesmo tempo falando ao seu ouvido pedindo que deixasse. Ela se assustou, ficou toda arrepiada e deixou, tirou sua mão, coloquei a minha e fui direto na direção de sua xoxota virgem, comecei a massageá-la, ela começou a comprimir forte minha mão contra a cama e em poucos minutos minha mão estava completamente molhada, nesse exato momento, meu pau duro dentro da cueca latejava. Sentei na cama puxei-a pelos quadris e fui tirando seu short, inicialmente ela não quis deixar, mas fui lambendo suas costas e fui tirando, quando de repente vi sua calcinha vermelha, com um desenho do mickey, linda, cheirosa, fui arrancando com os dentes e ao ver aquele cuzinho vermelho e logo em seguida sua xota, molhadinha, com poucos pelos, virgem, com lábios vermelhos, não resisti e comecei a chupa-la. Aí ela viu o volume do meu mastro totalmente duro dentro do meu short e começo timidamente, por cima do short a tocá-lo. Já estava com um tesão danado tirei-o pra fora e ela disse: tio é muito grande, com a foz ofegante e começou acariciá-lo com sua mão e eu continuava dando um trato na sua bucetinha, diferente de todas que já vi e comi, pois era testuda e possante. Ela se contorcia toda até que gozou e encheu minha boca com seu líquido quente. Parou, ficou imóvel por um instante, soltou meu pau e virou-se de frente pra mim, puxa tio foi tão gostoso. Aí puxei-a pra cima de mim, tirei sua blusa e meu short e pedi que ela deitasse em cima de mim e colocasse sua linda xoxota em cima de meu pau duro e grande e comprimisse, com um movimento de subir e descer, sem penetrar, pois ela é virgem, enquanto sugava seus peitinhos, duros saborosos e assim fui sentindo um prazer enorme ao sentir aquela xota, quente e molhada. Ao notar que eu ia gozar, tirei-a de cima de mim, pedi que ficasse de quatro, lubrifiquei a cabeça do meu pau em sua xota molhada, com cuidado para não tirar sua virgindade e observei aquele cuzinho, virgem, suado, se contraindo, como que adivinhando o que iria acontecer, porém, ela por sua inexperiência, muito jovem, recusou. Aí é que meu tesão aumento, usei da covardia, dizendo: fiz você gozar, faça-me gozar também, ela disse então coloque só a cabecinha. Ela lubrificou com sua saliva e segurou com sua mão direita para cientificar que só entraria a cabeça e assim aconteceu, ela deu um grito de dor, porém perguntei se estava ruim ela disse não, está doendo muito mais está gostoso, isso com seu rostinho de criança colado ao meu ouvido, isso só aumento meu tesão e gozei gostoso, somente com a cabeça naquele cuzinho apertado que até então era virgem. Foi tanto o gozo que melei a cama, lençol e para minha surpresa ela pegou aquele esperma e começou a cheirar, dizendo que lhe excitava aquele cheiro. Agora estou aqui pensando naquela sobrinha que me deu o maior prazer, com a esperança de revê-la em breve. E dessa vez, se ela ainda for virgem, vou tirar seu cabaço e conto para vocês.

As enfermeiras na UTI

Quando eu fiz uma cirurgia do coração eu passei dois dias na UTI do hospital e toda manhã muito cedo 4:30 para 5 horas da manhã vinha duas enfermeiras me dá um banho. Elas me pagavam passando gases molhada em todo meu corpo. No primeiro dia que elas vieram me dar um banho 4:30 da manhã elas foram passando a gás molhada em todo meu corpo e quando chegou na minha rola uma pegou na minha rola passou a gases molhada esfolou a cabeça da minha rola e passou a gase molhada e minha rola começou a ficar dura e a enfermeira que estava pegando na minha rola limpando a cabeça na minha rola falou para outra olha amiga esse cabra é muito macho mesmo aí com os peito parte no meio tá ficando com a rola dura porque eu peguei na rola dele para limpar e olha amiga como a rola dele é grande grossa uma cabeça muito bonita e tá com o saco dos ovos muito vermelho na depilação. A outra enfermeira se aproximou e olhando para minha rola falou ele realmente tem uma rola muito bonita e é incrível ele mesmo com a cirurgia dessa ficar de rola dura então me perguntou o senhor é casado? Eu respondi sou sim. A enfermeira respondeu pois o médico vai dizer para o senhor quando ele for me dá alta que o senhor não pode fazer sexo com sua esposa durante 30 a 60 dias o senhor sabia disso? Não eu não sabia. A outra enfermeira falou vai ser difícil o senhor aguentar porque só em pegar na sua rola para lavar o seu já ficou de rola dura. Eu perguntei para elas vocês são casadas. As duas me responderam que eram casadas e uma delas disse que morava em Caucaia e a outra falou que morava no Jardim Iracema em Fortaleza. E enquanto elas conversavam comigo aqui estava lavando minha rola continuou pegando na minha rola e minha rola que estava muito dura e começou a pulsar na mão dela e ela falou para outra enfermeira olha amiga ele tá tão excitado que a rola dele tá pulsando na minha mão esse cabra é muito macho gosta mesmo de mulher deve comer a esposa todo dia não é senhor? Eu respondi para ela é sim toda noite eu como minha mulher e às vezes como ela até duas vezes no dia eu sinto muito tesão e então meto rola na minha mulher. A enfermeira que estava pegando na minha rola falou ah se meu marido fosse assim com o senhor que me comesse toda noite eu adoraria mas meu marido passou até mais uma semana sem me comer e eu fico morrendo de tesão principalmente aqui no meu serviço quando eu tenho que dar banho em vocês homens que fazem cirurgias e eu tenho que pegar na rola de vocês lavar isso me deixa excitada e quando eu chego em casa quero que meu marido me dê rola mas ele nem liga. A outra enfermeira falou o meu marido até que me come mas não é todo dia não às vezes passa até dois às vezes três dias sem me comer e eu fico subindo pelas paredes de tesão depois de ver rola de homem aqui no hospital. A enfermeira continua pegando na minha rola e perguntou o senhor quer que a gente faça o senhor gozar. Eu sei que não pode porque o médico proíbe mas o senhor quiser e fica calmo não se agitar muito eu e minha amiga vamos devagarinho e fazemos o seu gozar bem gostoso para amolecer a sua rola gostosa. Eu falei lógico que eu quero pode fazer eu quero que vocês duas me façam gozar vou adorar gozar ver vocês duas me fazerem gozar duas mulheres casadas pegando na minha rola e me fazendo gozar bem gostoso. Elas disseram pois então vamos lá e a enfermeira wue estava pegando na minha rola começou a bater uma punheta enquanto a outra ficou acariciando os meus ovos,elas esfolava minha rola alisava minha rola completa, e minha rola começou a ficar muito melada e a enfermeira que estava pegando na minha rola baixou a cabeça e passou a língua no melzinho que saía da minha rola e falou é muito gostoso esse melzinho da rola dele amiga e a outra enfermeira também passou a língua na cabeça da minha rola eu disse é muito gostoso mesmo amiga e continuar a bater punheta na minha rola e uma delas falou para outra eu tô morrendo de tesão já tô com a minha buceta melada melando minha calcinha toda e a outra respondeu eu também estou toda melada já mas também com a rola dessa quem não fica com tesão e continuaram batendo punheta na minha rola e a enfermeira que estava batendo pungeta na minha rola começou a chupar minha rola, chupou, chupou, chupou até que a outra enfermeira falou amiga deixa eu pegar também na rola dele e dar uma chupada bem gostosa e aí a enfermeira deu lugar a outra e ela começou a me bater punheta e chupar bem gostoso minha rola e como a outra estava muito excitada meteu a mão por dentro da calça e começou a tocar uma siririca e eu olhei para ela e disse deixa eu pegar no teu priquito e ela falou que não pode fazer esforço e eu falei não eu vou com calma só metendo o dedo no teu priquito para te fazer gozar também e ela então disse pois tá bom se aproximou de mim eu meti a mão por dentro da calça e da calcinha dela e meti o dedo naquele bucetão enorme dela e ela ficou gemendo baixinho dizendo vai mete o dedo aí no meu priquito vai eu quero gozar vai e eu então acelerei a dedada no bicho dela e ela gozou e a outra enfermeira disse agora mete o dedo no meu bicho também que eu também quero gozar eu meti o dedo no priquito dela fazendo ela gemer baixinho enquanto bater punheta na minha rola e chupava minha rola eu menti dois dedos no bicho dela com força e rápido e ela gozou no meu dedo e eu não aguentei mais e disse para elas que ia gozar e as duas se aproximaram da minha rola abriram a boca e eu gozei na boca das duas e elas beberam todo o leitinho da minha rola. Depois disso elas limparam toda a sujeira vestiram minha roupa me falaram foi muito gostoso cuidar do senhor amanhã a gente volta de novo e deram um sorriso para o meu lado e eu falei votem sim eu vou gostar muito de vocês duas aqui dando meu banho mas antes de vocês saírem eu quero pedir uma coisa para vocês deixa eu ver os seios a bunda e a buceta de vocês e elas riram e falaram como ele é safado e eu falei vocês também são. E então as duas levantaram a blusa tiraram seios para fora do sutiã e mostraram para mim as duas tinham seios grandes, uma que eu sei o meu caído e a outra com seio durinho, depois elas ficaram de costa e baixaram a calça mostrando suas bundas, uma tinha uma bunda enorme a outra uma bunda menor mas muito gostoso também com a calcinha enterrada no rabo as duas, frente baixar a suas calças e calcinhas e me mostraram suas bucetas e que bucetas elas tinham entre as pernas as duas tinham bucetas enormes depiladas, lábios bem grossos e bem inchadinha linda as bucetad delas Deus se aproximaram bem de mim e disseram vai olha bem de pertinho nossas bucetas para o senhor não esquecer delas e eu aproveitei para pegar nas bucetas delas e até ainda abrir os lábios das bucetas delas para ver por dentro e uma delas tinha uma buceta branquinha e rosada por dentro e a outra tinha uma buceta cor cinza e bem vermelhinho por dentro. Depois disso elas falaram tá bom agora o senhor já se esforçou demais vai descansar. E perguntaram o senhor gostou de ver nossos seios nossas bundas e nossas bucetas. Eu falei adorei vocês duas são muito gostosas e eu não vou esquecer nunca de vocês vocês são as pessoas muito legais. Elas agradeceram e disseram mas nós temos que ir embora, deram tchau e saíram soltando beijinhos para mim e eu soltando beijinho para elas.

Minha Iniciação, a primeira vez que penetrei uma xoxota

Minha Iniciação, a primeira vez que penetrei uma xoxota Iniciamos um namoro com o consentimento dos pais dela, ficava mos na varanda que tinha pouca luz e era escondida por uma arvore, ia bem devagar, não queria avançar o sinal, mais já estava ficando tarado, sempre alisando sua bunda e mamando seus peitinhos gostosos, até que comecei a brincar com os dedos na sua bucetinha dela e ficava doido, aquele cheiro nos meus dedos era demais, então pedia para ela deixar eu encostar meu pau, ela negava com medo, só que a cada dia ela ficava mais excitada e começou a ceder.Ela me deixava por o pau pra fora e esfregar nela, por cima dos shorts, como ela usava short de tecido fino a coisa ia esquentando a cada dia, ela passou a ficar sem calcinha, ate que um dia, pedi e ela deixou encaixar meu pau para roçar na sua xoxota, estava com um short largo e ao encostar fui ao céu, pela primeira vez meu pau sentia o gosto de uma bucetinha deliciosa, então devagar forcei e começou a entrar, ela deu um gemido e começou a chorar, eu me assustei tirei, foi difícil conversar, ela estava nervosa, disse que doía muito e estava com medo, falei que era normal, ela foi se acalmando e deixou novamente, então empurrei mais até que entrou todo, devido a sua lubrificação, e ela me apertou com força e deu um grito abafado no meu ouvido, ficamos quietos, depois ela correu para o banheiro, quando voltou trouxe um pedaço de papel sujo de sangue para me mostrar. Pouquíssimo ela falou, o seu cabaço estava indo embora, nesta noite não fizemos mais nada, nos dias seguintes a coisa foi melhorando, ela veio de saia e não teve jeito empurrei tudo, ela tremeu toda e gemeu, chorou baixinho, depois foi ao banheiro e se limpou, não precisa dizer que eu também tive que ir depois, pois sujou tudo de sangue, a partir deste dia passamos a namorar no sofa, e mais liberal, esperava mos todos irem dormir, e eu lambia sua xota por cima do short e ficava doido com aquela coisa molhada, o short ficava ensopado, ela sempre sem calcinha, eu mordia, passava a língua, cheirava, era delicioso a descoberta. Quando ela vinha de saia, eu a chupava, a mordia, esfregava os dedos, até que ela ficava com muito tesão, toda molhada, e depois ia na cozinha fingindo que era para um lanche, ela colocava um pé no botijão de gaz e eu encaixava meu pau na sua buceta, ficava no vai e vem, fazendo gostoso, ela gemia baixinho e eu socando, qualquer barulho era so parar e deixar a saia cair normalmente, como eu usava short ou calça de moletom era fácil, uma delicia. Quando eu iria gozar ela virava e eu gozava na sua bunda, falei bunda na verdade mirava o seu cu, que é outra historia. Era demais so depois descobrimos que ela poderia usar sua boca, e então ela abaixava mamava até que um dia eu pedi ela engolisse, ela disse que não, porem alguns dias depois ela mamando eu falei não vou aguentar, não vou aguentar, ela continuou mamando com mais vontade, então gozei em sua boca, que delicia, ela sem experiencia se engasgou e saiu correndo para o banheiro, foi fantástico. Me lembrar dessa época é maravilhoso, prometo que vou contar mais experiências, se gostaram deixem nos comentários.

UM MÉDICO EM APUROS

UM MÉDICO EM APUROS Sou médico, ginecologista, já tenho mais de 10 anos de especialidade. O que vou contar aconteceu comigo há mais ou menos um ano. Como todos devem saber ou imaginar o meu trabalho é muito delicado, pois lidamos com as partes mais íntimas da mulher e sempre tive uma postura profissional com as minhas pacientes. É verdade que o consultório médico desperta muitas fantasias em algumas mulheres e apesar de médicos, somos humanos e percebemos quando algo está diferente, quando a mulher está excitada e com outras intenções.Nesse momento, temos que às vezes, mesmo com dificuldade, disfarçar e manter a postura, pois fomos treinados e instruídos para tal. Além do mais, é sempre recomendável que na hora do exame mais intimo, tenhamos uma enfermeira presente na sala, observando e auxiliando e garantindo que não haverá qualquer abuso ou assédio sexual. Mas mesmo assim, percebemos quando a mulher está excitada, pois existem sinais sutis mais que não escapam ao bom observador e como eu disse, às vezes é muito difícil ficar indiferente. Mesmo assim, devo dizer que até aquele dia, sempre consegui me controlar e contornar a situação. Tudo aconteceu em uma tarde em que eu atendia, como faço todos os dias, até que entrou uma paciente que tinha uns 30 anos. Ela não era particularmente bonita, mas tinha um corpo que era valorizado pela forma discreta, porém muito sensual que se vestia, seus olhos e sorriso eram extremamente provocantes daqueles que você se sente como se estivesse totalmente nu e desarmado diante dela. Bem, a consulta começa com as queixas da paciente, que eram banais, tratava-se de uma consulta de rotina e passa por um interrogatório sobre assuntos correlatos, inclusive a vida sexual. Nesse momento ela contou que tinha problemas sexuais com seu marido, mas que não eram diretamente relacionados a problemas ginecológicos. Ela explicou que tinha prazer quando tinha relações normais, mas que quando era tocada na região anal a excitação era muito mais intensa, gozando intensamente quando era acariciada na região, mas que nunca tinha feito sexo anal, pois o pênis do marido era enorme e toda vez que ele tentava doía muito e ela ficava tão tensa e apreensiva que toda a excitação desapareciam e isso frustrava muito ela e seu marido. Ela perguntou se era normal sentir tanto tesão na região do ânus e se ela insistisse poderia provocar alguma lesão ou alguma doença. Fiquei paralisado, pois a forma que ela contou a historia, me balançou. Respirei fundo tentando me recuperar da surpresa e comecei a explicar que era normal sentir prazer na região do ânus e que algumas mulheres sentem e têm prazer muito mais intenso com o sexo anal, mas que poderia sim provocar lesões como fissuras que sangram e são muito dolorosas. Disse também que poderiam ser transmitidas doenças, nem sempre venéreas tanto pra ela como para seu marido, como infecções urinárias, que a higiene era fundamental e que era aconselhável mesmo para seu marido, fazer com preservativos. Quanto à dor, realmente era um problema, mas havia técnicas que poderiam auxiliar a realizar o seu desejo. Ela ficou muito interessada e com um sorriso maroto pediu que eu explicasse com detalhes. Novamente devo ter estampado na cara que tinha ficado sem graça. Ela sorriu novamente e disfarçou para que eu pudesse me recuperar. Continuei explicando que havia lubrificantes, pomadas anestésicas e que as carícias no ânus e a dilatação com os dedos ou objetos macios poderiam ajudar a relaxar a musculatura e dilatar o ânus até a penetração. Ela disse que já tinham tentado quase tudo o que eu dissera, mas o marido era muito afoito e não dava tempo para ela relaxar, mas mesmo assim ela agradecia as dicas, e soltou um quem sabe, cheio de malicia olhando bem nos meus olhos. Pra disfarçar, chamei a enfermeira para prepara-la para o exame na sala ao lado. Comecei examinando as mamas, que eram firmes e senti que ela ficava arrepiada, a respiração mais intensa, a sua pele suavemente úmida e os biquinhos dos seios ficaram durinhos conforme eu a tocava. Eu também não conseguia ficar indiferente por mais que eu tentasse. O perfume que ela usava era inebriante e também comecei a transpirar. Coloquei ela sentada, com as pernas abertas, fui para baixo, entre as pernas, calcei as luvas, perguntei se ela estava preparada, pedi para relaxar e me dizer se estivesse desconfortável e quando ela disse que estava pronta comecei a fazer o toque vaginal. Percebi de imediato que ela estava toda molhada, mesmo antes de colocar o gel lubrificante nas luvas e na vagina, porque antes de introduzir os dedos observei que ela já estava escorrendo um liquido viscoso da sua vagina. Os dedos entraram facilmente embora ela fosse muito apertada de tão lubrificada que ela estava. Ela olhou bem nos meus olhos e começou a contrair ritmicamente a vagina, me apertando e sugando os dedos. Nesse momento percebi que começava a ficar muito excitado e senti imediatamente meu pênis crescer dentro das calças, ficando duro. Terminei imediatamente o exame totalmente descontrolado e tenho certeza que ela não só percebeu como estava gostando de me deixar encabulado. Ela vestiu-se e sentou-se novamente no consultório. Olhou com aquele jeitinho bem sacana e disse que eu tinha mãos maravilhosas e que minha mulher devia ir aos céus toda vez que eu a tocasse. Fiquei muito sem graça e não sei porque confessei que a minha vida sexual não era assim tão fantástica e que apesar de todo o meu conhecimento eu tinha lá os meus problemas. Ela perguntou admirada quais seriam esses problemas. Desconversei e disse que a paciente era ela e que os meus problemas não deveriam ser tratados ali naquelas condições. Ela disse que gostaria muito de ajudar, pois nenhum médico tinha realmente tentando ajuda-la e que estava muito grata e que gostaria de retribuir. Confesso que já estava totalmente entregue aquela mulher que mexia tanto comigo, que me desarmava e me deixava indefeso, totalmente à sua mercê. Disse a ela então que como havia sido suspensa uma cirurgia no dia seguinte, eu teria algumas horas pela manhã e se ela quisesse, poderíamos nos encontrar num café muito discreto próximo ao hospital. Ela imediatamente concordou e marcamos para nos encontrar logo pela manhã. Eu não acreditava no que estava acontecendo, estava me sentindo como um adolescente com os hormônios totalmente descontrolados. Aquela foi a noite mais longa da minha vida, não consegui dormir e contei os minutos olhando para o relógio até o dia amanhecer. Pela manhã, fui ao hospital e saí rapidamente para o café. Cheguei antes da hora combinada e é claro, ela não estava. Peguei uma revista médica e comecei a ler. Estava distraído quando ela chegou e parou na minha frente, abaixou a minha revista, com um sorriso lindo e um vestido que tinha um decote de parar o transito. Ela se inclinou para mim e me deu um beijo no rosto, me mostrando os seios que pareciam que iam pular pra fora do decote. Sorri pra ela e disse que ela tinha uma facilidade incrível de me deixar sem jeito. Ela riu, piscou pra mim e disse que eu tinha a facilidade incrível de deixa-la como uma gata no cio. Mais uma vez devo ter ficado vermelho dos pés à cabeça. Ela sentou-se na minha frente e começamos a conversar banalidades, até que ela me pediu para contar quais eram os meus problemas. Contei pra ela que desde a época de estudante, talvez, em parte pelo treinamento no exame de mulheres, comecei a não sentir mais desejo sexual pelo sexo. Percebi que o que me atraía mesmo era o cuzinho das mulheres e o que era uma preferencia que nem todas as namoradas topavam, com o tempo tornou-se obrigatório, tanto que a minha mulher gostava muito de fazer sexo anal, mas gostava mesmo do sexo vaginal e nem sempre queria dar o cuzinho. Atualmente eu já não conseguia ter ereções, ou mante-las por muito tempo. e que eu murchava imediatamente quando eu pedia para ela dar o cuzinho e ela negava. Eu sabia ser um problema até de cunho psicológico, mais protelava em tratar, pois como médico, se passasse por um terapeuta ou psiquiatra, seria afastado de minhas funções, alegando não ser seguro fazer uma cirurgia ou uma consulta. Isso estava se tornando um problema serio e que não sabia mais o que fazer. Comecei a tomar remédios para conseguir ereções para fazer sexo vaginal com ela. Porém quando ela consentia em me dar o cu, eu tinha ereções intensas e gozava de perder o fôlego. Nisso, ela me perguntou se a minha esposa nunca se queixou de dores quando eu começava a penetra-la. Eu disse que desde que percebi o meu interesse, fui pesquisar e desenvolvi algumas técnicas especiais para que fosse prazeroso para a parceira e que, além disso eu não era assim tão dotado e que na maioria das vezes, com muito carinho e paciência ele entrava gostoso e não machucava a parceira. Notei que ela mostrou um interesse especial, mas disfarçou. Logo, ela disse que poderíamos nos ajudar mutuamente. Ela me contou que naquela noite ela tentou aplicar o que eu tinha ensinado para o marido e pra variar não tinha dado certo. Novamente ele tinha sido afoito e com a grossura do seu pau não conseguiu introduzir nem a pontinha. Eu fiquei totalmente desconcertado com a proposta, mas fiquei entregue quando ela fez um biquinho e disse vamos para um motel para começar o nosso tratamento? Saímos e fomos ao motel mais próximo. Lá chegando, eu estava muito nervoso, não sabia o que fazer. Ela se aproximou de mim e me beijou, no inicio delicadamente, mas logo invadiu minha boca com a sua língua e começamos a nos beijar loucamente. Ela foi desabotoando a minha camisa, beijando o meu peito, a minha barriga, soltou o meu cinto, desabotoou minhas calças e tirou pra fora o meu pau que já estava duro. Começou a beijar a cabecinha, passando a língua na boquinha dele. Nesse momento pedi para ela parar, pois o especialista era eu e ela só tinha que relaxar e dizer se estava gostando. Levantei-a e comecei a beija-la na boca, no pescoço, nas orelhas, senti que ela amolecia de tanto tesão. Desci as alcinhas do seu vestido, que caiu no chão revelando os seios perfeitos com os biquinhos durinhos e empinadinhos. Comecei a chupa-los e mordisca-los, ela gemia, suspirava e dizia coisas sem muito sentido. Fui descendo, beijando a sua barriguinha lisinha e me deparei com uma calcinha vermelha minúscula que deixava saltar os seus lábios carnudos, sua xoxota ainda lisinha, pois percebi que ela tinha se depilado para a consulta no dia anterior. Deitei-a de costas, tirei as sua calcinha e coloquei dois travesseiros debaixo do seu bumbum. Nisso vi a sua buceta virada e aberta pra mim. Comecei a beija-la bem devagar, passando a língua pelos seus lábios fartos, o clitóris intumescido e ela estava totalmente molhada que chegava a escorrer, tinha um cheiro almiscarado e um sabor levemente adocicado. Por mim ficaria ali beijando e lambendo e me esqueceria do mundo, da vida. Nisso ela se contraiu toda me apertou de encontro à sua bucetinha e teve o primeiro gozo. Esperei um certo tempo e fui pegar uma sacolinha com alguns produtos que tinha comprado na farmácia a caminho do motel. Ali tinha um lubrificante, uma pomada anestésica e preservativos. Pedimos um drink e ficamos conversando um pouco até que ela se recuperasse. Logo comecei a beija-la e acariciar a sua buceta. Logo ela estava excitada de novo e se contorcia conforme eu a acariciava. Caí de boca novamente chupei e lambi aquela buceta toda lambuzada de gozo. Comecei então a acariciar o cuzinho já molhadinho pela mistura da minha saliva e seu suco que escorria fartamente da sua buceta. Fiz movimentos circulares, forçando a entrada. Ela começou a gemer e a se contorcer. Quando coloquei o dedo e forcei, senti que ela trancou o cuzinho apertando o meu dedo. Resolvi então usar a pomada anestésica. Fui lambuzando e logo senti que ela relaxou novamente e agora eu conseguia introduzir o meu dedo com facilidade e ela soltava gritinhos e começava a rebolar me pedindo para colocar mais fundo. Quando senti que ela estava totalmente relaxada, vesti a camisinha no meu pau que estava a ponto de estourar de tanto tesão, abri o lubrificante e lambuzei generosamente o meu pau e o seu cuzinho. Abri bem as suas pernas e comecei a pincelar o meu pau na portinha do seu cu, enquanto eu massageava o seu grelinho. Quando eu tentei colocar a cabecinha, ela contraiu novamente. Pedi para ela relaxar e fazer força para expulsar o meu pau como se fosse fazer cocô. Ela estranhou, mas obedeceu. Como magica, senti que a cabecinha entrou e passou pelo seu anelzinho apertadinho. Parei e fiquei um pouco curtindo a pressão na cabeça do pau. Pedi para ela fazer força novamente e senti o anelzinho relaxando. Tirei e ajeitei melhor na portinha e empurrei novamente. Dessa vez ele deslizou mais facilmente arrancando um gemido dela. Comecei então a fazer um movimento de vai e vem tirando quase todo e socando com um pouco mais de força. A cada estocada ele entrava um pouco mais. Curti cada centímetro daquela que foi a penetração mais maravilhosa que eu já havia experimentado até então. Logo eu estava totalmente atolado naquele cu delicioso e apertadinho. Ela começou a gritar e a gemer feito louca rebolando no meu pau, me pedindo para meter mais forte. Os movimentos se tornaram cada vez mais intensos o prazer era indescritível ambos alucinados de prazer nos entregamos totalmente. Senti que ela começava a perder o controle, tendo espasmos, quase convulsões com um gozo atrás do outro. Eu com aquela cena, também não conseguia me controlar. Queria segurar o gozo, mas não conseguia, comecei a senti o meu pau tremer, ela percebeu e começou a gozar novamente, mais intensamente, até que explodi num gozo maravilhoso. Quando terminei, estava com as pernas latejando, o rosto adormecido e também sentindo espasmos musculares. Aos poucos ele foi amolecendo e saiu de dentro do cuzinho que estava todo arrombado. Desfalecemos um ao lado do outro. Quando acordei, ela ainda estava dormindo na mesma posição. Eu sentia o corpo todo dolorido, mal conseguia me mexer. Aos poucos fui me movimentando e me levantei. Beijei-a com doçura e ela acordou e sorriu pra mim. Ficamos um pouco assim enroscados, trocando caricias contando um para o outro o que tínhamos sentido, como tinha sido maravilhoso. Após um certo tempo, nos levantamos, tomamos uma ducha e nos vestimos. Passei o resto do dia com as pernas bambas. No dia seguinte ela me ligou dizendo que antes de encarar o marido ela tinha que repetir mais algumas vezes comigo. Nos encontramos mais três vezes e tudo aconteceu com a mesma intensidade, cada vez melhor, mais relaxada, mais prazerosa. Um dia ela me disse que finalmente tinha conseguido com o marido, que tinha sido muito gostoso, embora não tivesse conseguido gozar por causa da dor, mas achava que era questão de tempo e de insistir e que me agradecia muito por todo o carinho com que eu a tinha tratado. Fiquei em silencio, um pouco triste porque se ela estava curada ou melhor, dizendo tratada, eu estava de certa forma pior do que quando nos conhecemos e pelo tom da conversa, aquele telefonema era uma espécie de muito obrigado, foi bom enquanto durou, mas tenho que sair da sua vida. Ela percebeu a minha tristeza e só não disse adeus, mas nunca mais nos encontramos. Acho que ela não podia mais me ver. Quero acreditar que ela sentia algo por mim que talvez ameaçasse o seu casamento, mas não tínhamos mais nada a oferecer um para o outro, além do prazer intenso que poderia chegar a ponto de colocar em risco tudo o que tínhamos construído com nossos pares. Bem, a minha vida continua e meu casamento cada dia pior. Às vezes acordo a noite, suado e ofegante. Tenho a impressão que sonhei que estava transando com ela. A minha mulher também acorda e me olha de um jeito intrigado. Tenho receio de falar o seu nome enquanto durmo… Será?

COMI MINHA IRMA GOSTOSA

COMI MINHA IRMA GOSTOSA Era sexta feira, um final de tarde, eu estava em casa tinha recém chegado da faculdade, estava só de cueca na sala vendo uns filmes quando minhã irmã entrou e foi pro quarto. Depois de alguns instantes ela voltou pra sala com um shortinho curto e uma blusinha colada ao seu corpo, e que corpo, ela tem 26 anos 4 mais que eu, morena da pele bronzeada, olhos verdes, bunda redondinha, coxas grosas e peitos médios enfim uma mulher muito atraente.Ela veio e sentou no tapete em frente ao sofá onde eu estava deitado, notei que ela não usa nada por baixo do short e da blusa, pois dava pra perceber os lábios da buceta marcados no short, e nunca a tinha visto nua, e a sua xoxota devia ser maravilhosa. Fiquei só observando algum tempo e comecei a sentir um tesão enorme mas fiquei na minha. Como ela estava quieta, meio pensativa e não tinha falado nada ainda, resolvi puxar papo e pelo menos ficar vendo aquela deliciosa de pernas semi abertas na minha frente. Então perguntei a ela como tinha sido o seu dia, ela reclamou que tinha sido cansativo e estressante e precisava fazer alguma coisa para relaxar, então eu levantei e me coloquei a fazer-lhe uma massagem nos ombros, o que foi me deixando excitado, e cada vez mais, meu pau queria rasgar a cueca, de repente ela se virou e viu o volume dentro da cueca, meu pau não é pequeno e tava duro feito pedra, afinal, cada vez que debruçava sobre ela, podia ver os biquinhos dos seus seios durinhos. Ela então virou de vez, e ficou de joelhos de frente para mim no meio das minhas pernas, olhou pra minha cueca e sem pensar mais tirou meu pau pra fora e começou a chupar bem de vagar, no começo ficou só na cabeça lambendo e aos poucos ia colocando tudo na boca, eu me contorcia de prazer e ela chupava muito gostoso, quase gozei na boca dela mas consegui me segurar. Então pedi pra ela parar, levantei e coloquei ela na posição de frango assado no sofá, e tirei o short que ela vestia, que delicia, ela estava com a xoxota toda depiladinha, e devia ter se depilado naquele dia, pois sua pele estava lisinha e com os pontinhos ouriçados dos pelos recém cortados, e muito molhada. Resolvi mandar ver na xoxota dela, muito gostosa, cai de boca, já lambendo desde lá embaixo até tocar seu grelinho, o que arrancou um gemidinho dela, neste momento, com ajuda dos dedos abri seus lábios e pude ver seu grelo enorme, duro parecia uma pérola gigante, pronta para mostrar seu valor, cada lambida que eu dava arrancava um gemido delicioso dela, e sentia sua xoxota ficar cada vez mais molhada, chupei ela todinha, por alguns longos minutos, hora enfiava um ou dois dedos dentro de sua buceta muito molhada, e esfregava seu ponto G, ela rebolava feito uma cobra mal matada, e continue até que ela gozou, se tremendo toda de prazer, sem dar tempo para ela se recompor, pois eu ainda não tinha gozado, fui invadindo minhã irmã e estocando com força, ela delirando de prazer e gemendo a cada estocada, quando gozei sobre sua barriga, o jato foi tão forte que atingiu seus deliciosos peitinhos. Ainda estava-mos com tesão, ela queria mais, e meu pau continuava duro feito uma pedra, nesse momento, tirei meu pau e coloquei dois dedos dentro de sua buceta, e fazendo movimentos com os dedos esfregava seu clitóris duro, e seu ponto G, com movimentos rápidos dos dedos, ao mesmo tempo que ela chupava meu pau, fiz ela gozar pela segunda vez, dessa vez, senti que ela esguichava um líquido que parecia urina de tanto tesão que ela estava, ainda não satisfeito eu iria meter ainda mais e ela também, se rebolava e implorava por mais pau, coloquei ela de quatro no tapete, ajeitei meu pau na entrada da sua xoxota e soquei tudo de uma vez, ela gemia muito gostoso, ficamos num vai e vem por um bom tempo as vezes eu tirava meu pau até a cabeça e empurrava novamente com força até o talo, mau pau é levemente curvado, e sei que todas as mulheres com quem meti gozavam muito ao serem penetradas por traz pois minha curvatura as fazia gozar pois a base do pau esfregava no clitóris dando muito tesão a elas, ela rebolava e se contorcia toda até eu não aguentar mais, então quando percebi que iria gozar empurrei nela e gozei dentro de sua xoxota, lambuzando ela toda, ela se virou e começou a chupar meu pau limpando a porra que havia ficado na ponta. Então eu me sentei no sofá e ela ficou no chão olhando para mim, perguntei se ela estava arrependida e ela disse que não, e que ainda não tinha acabado, meu pau ainda estava meio duro então ela levantou e se colocou a chupar novamente, por uns minutos, depois ficou de quatro no tapete e me chamou, vi logo o que ela queria, levantei e fui até ela, me abaixei melei meu pau com o líquido que escorria de sua xoxota, um misto de porra e de lubrificação dela, e lambi seu cu deixando ele bem encharcado com saliva, posicionei meu pau no anel dela e forcei a entrada, ela me pedia pra ir devagar, então fui forçando até passar a cabeça, ela retraiu e pediu para esperar, continuei a entrada e ela gemendo bem gostoso até que foi tudo, enfiei até o talo, fiquei fazendo uns movimentos bem devagar no começo, mas depois comecei a meter com força no rabo dela, ela rebolava e pedia para socar mais forte, ela estava toda arreganhada, e enquanto eu metia, ela abria sua buceta com uma das mãos e esfregava seu clitoris com tanta força que achava que ela ia arranca-lo, eu colocava até a base do pau, disse a ela que iria gozar novamente, então ela deu um pulo tirando meu pau, se virou e abocanhou novamente, ficou chupando e punhetando meu pau até eu gozar na boca dela, e esfregando sempre seu grelo com a outra mão, ela se masturbava deliciosamente, gozamos juntos, eu na sua boca e ela nos seus próprios dedos. Depois, ela foi tomar um banho e eu fiquei na sala assistimos mais alguns filmes até meus pais chegarem. Desde aquele dia fizemos sexo mais algumas vezes e todas foram tão boas quanto a primeira mas isso são outras histórias que vou contar aqui.