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quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Ela foi assediada na praia, não resistiu e fui corno.
Foi num feriado prolongado, que resolvemos passar no litoral. Ficamos em uma
pousada e logo no primeiro dia fomos para uma praia de mar raso e calmo. Ela
estava a fim de tomar sol e eu só queria descansar numa sobra qualquer e tomar
minha cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados numa mesa sobe a sobra
de uma árvore, onde ela começou a se preparar para tomar sol. Num dado
momento ela comentou que tinha um rapaz que parecia estar paquerando ela. Eu
discretamente olhei para ver quem era e percebi que realmente havia um rapaz,
aparentando uns 20 a 22 anos, sentado em um muro de uma casa em frente à
praia, distante uns 60m de nós. Notei que o rapaz parecia atraente e percebi que
ela estava gostando. Ri pra ela e disse que por ela estar muito linda e gostosa ele
a estava paquerando e Somos um casal, eu 32 e ela 26. Tudo isso aconteceu num
final de semana não dei muita atenção, voltando a ler minha revista e bebendo
minha cervejinha gelada. Ela se deitou de frente para o rapaz e ficou tomando sol
e, numa olhada disfarçada, percebi que o cara realmente estava paquerando ela e
ela paquerando ele. Fiquei com ciúmes, mas ao mesmo tempo com um tesão
danado ao imaginar ela sarrando com ele no mar. Enchi um copo de cerveja e
ofereci para ela e perguntei o que ela achou do admirado e ela respondeu que
achou ele um gato. A partir daí eu percebi que algo poderia acontecer, pois ela
estava empolgada e excitada com tudo aquilo. Fiquei meio sem saber o que fazer,
se incentivava ou acabava com aquela situação. Resolvi não interromper a
paquera deles, pois estava muito excitado e curioso para ver no que ia dar.
Continuei dando cerveja para ela e ela, que não é muito de bebida, estava
bebendo bastante. Criei coragem e disse pra ela retribuir a paquera e fiquei
observando sua reação. Ela ficou calada e pediu mais cerveja. Eles passaram um
bom tempo trocando olhares e sorrisos disfarçados cada um bancando o tímido.
Essa era a primeira vez que isso acontecia, e eu estava achando muito gostoso
ver minha mulher de paquerinha com outro cara bem ali na minha frente. Já
havíamos falado sobre isso. Quando estamos transando eu insinuo que tem outro
cara comendo ela e ela entra no jogo e goza aos gritos, me dizendo que se é pra
mim satisfazer ela dá pra outro na minha frente. Mas naquele momento a coisa
tava começando a acontecer, não era mais fantasia. Ela tava se insinuando para
outro, e pra mim isso era muito excitante. Em frente ao muro onde estava o rapaz
havia uma pequena aglomeração de pessoas. É que uns pescadores tinham
acabado de trazer o pescado para a beira da praia e acho que estavam
selecionando o que iriam levar. Todo aquele peixe, na praia, chamou a atenção de
algumas pessoas. Minha esposa então me falou que iria ver o que era todo aquele
povo junto. Na verdade o que ela queria era chegar mais perto do seu admirador.
Assim que ela chegou ao bolo de pessoas o rapaz se deslocou para o mesmo
lugar e eu fiquei observando. Ele se posicionou bem perto dela, por traz, mas sem
encostar. Acredito que ela o tenha provocado de alguma forma, talvez encostando
sem querer a bunda dela no rapaz, pois depois de algum tempo ele já estava,
literalmente, encochando ela, e ela agindo como se estivesse interessada no
trabalho dos pescadores. Lá estava minha esposa, de biquíni, e com uma saia
bem fina e curta cobrindo a parte de baixo. Essa era uma situação bastante
perturbadora pra mim. Minha mulher estava sentindo a vara de outro macho
encostando-se nela, roçando, empurrando, e ela permitindo tudo, muito
provavelmente sentindo o tamanho e a grossura do membro dele. O que mais me
excitava era a maneira como ela estava disfarçando, pois apesar de estar sendo
encochada ela se portava como se nada estivesse acontecendo. Que descarada!
Eu sempre quis presenciar uma cena destas, e agora era tudo verdade, bem ali na
minha frente, os dois, coladinhos. Eu fiquei em êxtase total, mas me limitava a
fazer uma leve massagem no meu pau e tomar mais cerveja. Nesse ponto o jovem
colado na minha esposa falou alguma coisa em seu ouvido e saiu em direção ao
mar, minutos depois ela veio em minha direção, sorrindo. O sorriso dela era
diferente, era como se ela estivesse dizendo: Viu o que eu tive coragem de fazer?!
Eu perguntei a ela: E ai como foi? Ela simplesmente riu. Eu perguntei o que o cara
tinha dito no ouvido dela. Ela falou que ele tinha dito que ia tomar um banho de
mar e que estava esperando ela lá. E agora o que eu faço? Perguntou ela. Eu
perguntei se ela queria ir. Ela disse: Não sei, acho que sim. Eu disse: Então vá!
Ela tomou mais um copo de cerveja, tirou a saia, ajeitou o cabelo, se preparou pra
sair e perguntou: - E se ele quiser alguma coisa? Eu disse pra ela: - Faça o que
tiver vontade, a partir de agora você é quem decide que vai fazer ou não, eu vou
ficar aqui. Lá foi ela, caminhando para o mar, rebolando sua bela bundinha. Fiquei
pensando como é gostosa a minha esposa, as pernas bem torneadas com a pele
lisinha, ainda mais bronzeada do jeito que ela estava. Ela estava indo ao encontro
de outro macho, eu gelava só de pensar no que poderia acontecer. Sentia tesão,
arrependimento, sentimento de perda, ansiedade tudo ao mesmo tempo e muito,
mas muito tesão mesmo. O que eu acabei de fazer? Dei minha esposa pra outro
cara? Mas agora já era tarde. Ela já estava entrando na água, e à medida que
caminhava seu corpo ia sumindo até ficar com há água um pouco abaixo dos
seios e a uma pequena distância do cara. Virou de costas pra ele, como se não
tivesse ido por sua causa e ficou olhando para praia, para mim talvez, não sei ao
certo. Acho que a partir daquele momento ela não era mais minha, não estava
preocupada comigo, apenas pensava no que ia fazer para chegar ao seu mais
novo pretendente. A partir daqui estarei contando o que eu vi e já incrementado
com o que ela me contou depois do ocorrido, quando chegamos de volta à
pousada. De longe eu percebi que, de repente, ela tomou um susto dando um
pequeno pulo e olhando pra traz para ver o que era. O rapaz, num impulso de
ousadia mergulhou até ela e deu um pequeno toque em sua cintura. Com isso o
clima de apreensão foi quebrado e os dois estavam conversando um de frente
para o outro. Depois de um tempinho eu pude perceber pela movimentação que
ela estava mexendo no corpo do rapaz por baixo da água, soube mais tarde que
logo após uma conversinha boba o rapaz perguntou se ela gostava de olhar os
peixes; depois de um sim ele disse que tinha um bem grande pra mostrar a ela, no
que ela perguntou onde estava esse peixe. Então ele guiou a mão dela até seu
pau e ela pode sentir um cacete relativamente grande, grosso e duro como ferro.
Ficaram nessa troca de carinho por um tempo, ela estava alisando o pau do rapaz
e ele retribuindo com a mão na bucetinha dela, confirmando o que eu tinha
deduzido. Vi quando ele a abraçou e se beijaram longamente. Eu estava
completamente anestesiado com a cena. Segundo ela, neste momento eles
estavam no maior sarro, ela sentindo como era gostoso ser roçada por um pênis
diferente do meu, na barriga, na bucetinha, nas coxas. Ele a levantou e ela passou
chupava sua buceta ainda um pouco melada de porra do seu amante e em
seguida a penetrei e gozomos um declarando amor para o outro. Fomos para o
banho exaustos e depois do banho transamos novamente e disse que a amava
muito ela me deu um beijo bem gostoso e caímos no sono. Nunca mais vimos
aquele rapaz, nunca mais repetimos aquela aventura. Hoje temos um
relacionamento muito gostoso. Às vezes relembramos o acontecido e quando isso
acontece a transa é sempre mais prazerosa.
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