domingo, 15 de janeiro de 2023

Minha esposa Talita me chifra na minha frente e eu gosto

Minha esposa Talita tem 37 anos, loira de olhos verdes, linda, cabelos longos, corpo tipo cheinha gostosa, bunda grande, peitos grandes e pernas grossas, mas com cintura bem torneada, uma delícia. Talita trabalha numa casa lotérica na cidade vizinha da nossa, e eu sou inspetor de um Colégio aqui mesmo na cidade. Fazia tempo que eu passei desconfiar que estava sendo corno, minha esposa as vezes chegava muito tarde em casa e sempre com uma desculpa esfarrapada, sexta feiras então era certo, chegava sempre depois da meia noite e quase nunca queria transar comigo, muito mal a gente dava umazinha domingo de manhã. Aquela ideia que Talita estava dando pra outro não saía da minha cabeça, eu ficava imaginando como seria ela trepando na rola de outro, o que ela devia fazer na cama com o macho, ficava imaginando o cara se aproveitando daquele corpão delicioso, metendo a rola naquela bucetinha rosada e comendo aquela bunda linda. Estranhamente eu não sentia raiva, sentia até tesão e não conseguia entender porque. Depois com o tempo eu fui desabafar com um psicólogo do Colégio sobre o que eu sentia e ele me explicou que isso é muito comum, muitos homens sentem prazer em ser corno, é um fetiche bastante praticado hoje em dia, então eu relaxei e entendi que não era um problema da minha cabeça e sim uma coisa bem comum. Quando eu fiquei de férias resolvi vigiar minha esposa de longe sem ela saber é claro, e tive a prova que me deu certeza que era corno. Descobri que Talita é amante do dono da casa lotérica, ou seja, do patrão dela, os dois frequentemente iam juntos pra um motel depois do expediente e por isso os horários tarde da noite que ela chegava. Pelo menos três vezes por semana a trepada era certa, principalmente sexta. Cansado de bancar o corno enganado resolvi botar minha esposa na parede e abri o jogo com ela, disse que sabia de tudo fazia tempo, e não adiantava ela negar, sabia até o motel e os dias que eles trepavam. Ela ficou muito nervosa e chocada, começou chorar e tremer, começou me pedir perdão, que foi uma coisa que aconteceu sem querer no início mas depois o desejo foi falando mais alto, e quando ela viu ficou fora de controle, confessou que sentia muito prazer com o patrão e o tesão sempre falou mais alto, ainda teve a cara de pau de dizer que me amava e que sempre me amou, mas não podia mais viver sem o prazer que o patrão dela proporcionava, e que isso é mais forte que ela. Perguntei se ela queria se separar de mim e ela disse aos prantos que não, que isso nunca passou pela cabeça dela, mas se eu quisesse ficar com ela eu ia ter que aceitar o relacionamento extraconjugal ou seja, ia ter que aceitar ser corno, mas ela ia entender se eu não aceitasse. Pra surpresa dela minha resposta foi que eu aceitava, confessei o tesão que isso me causava e tivemos uma longa conversa onde tudo foi esclarecido e explicado. Talita no final se sentiu feliz e realizada em saber que tem um marido que aceita ser corno e ainda apoia a idéia. Hoje o patrão dela frequenta nossa casa o tempo todo, não precisam ir mais a motel, minha cama virou o lugar onde eles fazem todo tipo de putaria, trepam e gozam cheios de tesão e sempre na minha presença. Nunca pensei que Talita fosse tão puta na cama, que ela gostasse tanto de chupar uma rola e de beber porra, aliás uma senhora rola diga-se de passagem, é de dar inveja, não culpo minha mulher por ficar tão viciada. Talita cavalga e geme muito naquela rola, fala palavrões e me xinga de corninho, diz que aquilo que é rola, pede pra eu olhar e aprender como um macho de verdade faz com uma puta, eu devia ficar zangado, mas na verdade eu morro de tesão com essas cenas. O patrão mete no rabo da safada sem dó nem piedade, soca e faz ela chorar de tesão com a rola enterrada no cu. Eu vejo minha esposa sendo judiada e tratada como uma vagabunda na minha frente, e fico pasmo como ela gosta daquilo, é coça de rola no rabo e na buceta, fazendo ela gozar horrores. Talvez se eu soubesse que ela gostava assim, eu teria feito diferente, mas agora não adianta lamentar, ela já pertence aquele macho que sabe fazer ela se sentir uma puta de verdade, e faz ela gozar como eu nunca fiz. Resta a mim aceitar que sou corno manso e deixar minha mulher se realizar na rola de outro macho e ser feliz. Se alguém tem uma esposa assim ou tem vontade de ser corno, deixa nos comentários, vamos trocar idéias. Abraço a todos.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Comente