quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Rasgaram minha calcinha lá no Brás! Acreditam?

Rasgaram minha calcinha lá no Brás! Acreditam? E o pior é que foi dentro de uma loja ali na região do Brás, bem no meio da muvuca. Dá pra acreditar? Tá, admito… talvez eu tenha provocado, mesmo que sem querer. Vou contar direitinho pra vocês. Entrei na loja que estava lotada por causa das compras de Natal. Tinha gente pra todo lado, uns fuçando nas araras e outros mergulhados nas bancadas cheias de roupas em promoção. E lá estava eu, escolhendo umas lembrancinhas pra sobrinhos, enteados e afins. Em certo momento olhei pra trás e dei de cara com o segurança me devorando com os olhos. Só aí percebi que tava bem descuidada e que ele provavelmente teve uma bela visão enquanto eu me inclinava sobre a bancada procurando uma camiseta pro meu sogro. Pra variar eu usava um dos meus vestidinhos curtos, soltinhos e estampados, e nos pés uma rasteirinha. Dei um leve sorriso, continuei o que tava fazendo e acabei me distraindo com o movimento da loja. Passei pro corredor das roupas plus size tentando achar algo pro meu professor de inglês, inclusive preciso um dia contar a história bem safadinha que vivi com ele. Enfim, voltei a fuçar as calças da bancada. Aquele setor tava mais vazio, talvez porque as opções não fossem das melhores. Foi ali, enquanto eu me debruçava procurando um tamanho 54, que senti uma mão subir repentinamente por entre minhas coxas. Assustada, me virei, mas antes que conseguisse dizer algo, senti minha calcinha rasgando. — Moço! Não! — falei assustada, virando pra ele. E pra minha surpresa, não era o segurança. Era um moreno de cabelo raspado, corpo firme e olhar quente. Me segurou pela cintura, me puxou pra trás da arara e me beijou com vontade. E eu… não resisti. Enlacei o pescoço dele e correspondi. Quando notamos que algumas pessoas se aproximavam, paramos. Ele se apresentou, disse que se chamava Cléber e que estava ali com a esposa, mas ficou maluco quando me viu entrando na loja. Falou que só conseguia imaginar eu peladinha, sendo dele. A conversa durou pouco, mas o clima já tava pegando fogo. Passei meu telefone pra ele, mas não resisti, queria mais um beijo. Como o movimento na área tinha diminuído, abaixei as alcinhas do vestido e deixei o tecido deslizar pelo corpo até ficar completamente nua diante dele. — Mas que putinha gostosa — ele murmurou antes de me agarrar de novo e me beijar daquele jeito que faz a gente esquecer onde tá. Os dedos dele desceram, encontraram meu grelinho e foram se enfiando com firmeza dentro de mim. Primeiro um, depois dois, e eu já tava tão molhada, tão entregue, que só consegui gozar ali mesmo, encostada na parede, tentando não gemer alto. E que beijo, meu Deus. Que boca deliciosa aquele homem tinha. Nos recompusemos rápido, cada um seguiu pro seu lado, e naquela mesma semana, adivinha? Estava eu num motelzinho, trepando com aquele moreno tesudo. Espero que tenham gostado desse relato rapidinho. Me contem o que acharam. Só não me venham pedir fotos nem perguntar se as histórias são reais, porque é claro que são kkkk. E por favor, deixe seu comentário, me ajuda muito! Beijos, Taiane taianefantasia@gmail.com

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