sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

No fundo do Ônibus

No fundo do Ônibus 1 Comentário / Autor: contoseroticos Sou Catarina casada com Hugo, viajamos para Goiás uma viagem de dois dias saindo aqui do Piauí, ou seja saímos na sexta-feira de manhã, chegaríamos no domingo à tarde. Meu marido Hugo tem 35 anos, um homem até bonito tirando aquela barriga de cerveja, um pouco alto, moreno, cabelos lisos. Eu tenho 33 anos, tenho seios tamanho médios. Sou branca quase loira, tenho o cabelo na chapinha, com uma bunda bem redonda, 1,65. Nessa viagem, antes de embarcar, ainda eram 8 da manhã e Hugo começa a beber, em cada bar que passamos ele tomou umas dose de 51 com limão, ele não chega a ficar bêbado só dorme. Na hora de despachar as malas dentro do ônibus, vi que poucas pessoas iriam viajar, tinha um casal na nossa frente na fila, e na frente deles tinha um senhor de idade. Esse casal, uma senhora de uns 50 anos, cabelos brancos e magra de óculos, estava acompanhada de um Homem mais novo, devia ter 40 anos, ele estava com uma calça moletom, que dava pra adivinhar o tamanho daquele pirocão. Brincalhão e simpático, era de estatura mediana, depois eu descobri que o nome dele era Fernando. Na fila ele começa a bater papo, a esposa lendo revistas e meu marido bêbado aflito para entrar no ônibus estava calado, Eu e Fernando falávamos sobre a profissão dele de arquiteto, a esposa era professora de universidade. Assim que entramos no ônibus, o senhor de idade sentou bem na frente, eu e Hugo no meio do ônibus e o casal um pouco a nossa frente, só que do outro lado, eu e Hugo estávamos na fileira atrás do motorista. Seguimos viagem e Hugo, sentou na cadeira da janela e caiu no sono, eu mexendo no celular, passou um tempo de 3 horas na estrada, Fernando se levanta, me cumprimenta e vai para o fundo, sentido banheiro. Assim que passou olhei para ele direito, que homem gostoso e cheiroso. Foi utilizou o banheiro e retornou, ficou em pé em frente a poltrona dele e da esposa, em minha direção que só disfarçava e olhava aquele volume da calça de moletom, e começamos a nos encarar, até ele vim para o meu lado e puxar assunto novamente dizendo que a esposa toma calmante para dormir, estava já roncando, eu disse: -É que nem o meu, só que o calmante dele é outro. Demos risadas e ele começa a me elogiar, dizendo que era bonita e tudo, pediu meu Whatsapp e eu dei, escondido do meu marido. Após isso, ele olha para os lados e me chama para ir no fundo do ônibus, lá no banheiro, e eu aflita com a calcinha molhada, pensei e decidi ir. Entrei no banheiro e ele veio atrás, chegando lá o safado começa a me beijar, me apalpar, estava muito apertado, não dava pra fazer muita coisa, mas beijei a boca daquele homem gostoso, as vezes abria a porta e olhava o movimento do Ônibus em movimento. Quando ele me puxou pra fora, sentamos nas últimas poltronas, em frente ao banheiro. Ele senta na poltrona da janela e eu ao seu lado, coloca a rola grossa pra fora, e eu grudei batendo uma punheta pra ele, que me beijava e acariciava minha buceta encharcada. Eu olhava o corredor do ônibus e tudo silêncio, e decidi sentar naquela rola. Fernando sentado, e eu quicando com a calcinha jogada para o lado, estava de costas para ele, observava o movimento, tanto fora do ônibus e o corredor interno. Pulava naquele pau e a cada freada, eu rebolava na picona fincada na bucetinha. Quica no pau safada, rebola na piroca do teu macho. Ele dizia e eu toda safada obedecia. Que adrenalina eu estava amando, dá a buceta ali escondida do marido. Eu me deliciando na rola grossa, quando meu marido levanta a cabeça e olha para trás, eita não dava tempo pra mais nada, saí correndo para o banheiro e ele batendo na porta, furioso. Me arrumei toda e quando sai, estavam todos ali conversando e queriam saber pq eu e Fernando estávamos no fundo, eu insisti ao meu marido que estava no banheiro, e ele não acreditando, aliás ali ninguém acreditou na nossa história, nem o senhor de idade que nessas horas estava ali atento pelo ocorrido. Mas passou a esposa do Fernando falando um monte para ele e Hugo desconfiado, sentou na cadeira do corredor e me deixou na janela. Aff que vergonha ainda bem que passou. Chegamos em uma parada, meu marido toma quase um litro de 51, jantamos e voltamos para o ônibus, isso já se passava das 20 horas, sentei na janela o outro casal sentou bem na frente, do lado do velho, seguimos viagem quando passa perto das 23 horas, todos dormindo recebi uma msg de Fernando, o cachorro me mandou um vídeo que fez no banheiro do ônibus, batendo punheta. E aquilo me subiu um fogo, mas estava praticamente presa, meu marido sentado na poltrona do corredor, quando o Fernando me mandou outra msg, dizendo que a esposa dormia, e Hugo tbm roncando e o tesão subindo e a calcinha molhando, era a minha buceta pedindo mais rola. Decidi ir. Fernando passou primeiro, eu me equilibrei, e consegui passar pelo Hugo sem ele acordar, e estava eu lá no fundo de novo com aquele safado, taquei a pica dele na minha boca. -Chupa sua puta, chupa esse pau que é só seu.(ele) Eu mamava aquela rola, quando alguém se levanta e vem na nossa direção, na hora me recompôs e quando vejo é o senhor de idade, passa pela gente, olha da uma risada e entra no banheiro, depois disso eu desisti, queria ir para meu lugar, mas Fernando me agarrando e forçando eu ficar ali, o velho sai do banheiro e vai para sua poltrona. No momento que eu ia levantar, Fernando me empurra com a cabeça virada para a janela, levanta meu vestido e taca a língua na buceta, ainda por cima da calcinha, fiquei paralisada ele afasta a minha calcinha e soca o pau duro na buceta. Ele estava em pé e eu praticamente ajoelhada na poltrona recebendo pica, que a cada vez que entrava eu gritava baixinho. A rola daquele safado me comia toda por dentro. Ele dizia: -Toma rola puta, toma pau nessa buceta gostosa cachorra. -Vai come a buceta dessa puta.(eu) Tomei tanta rola, que queria sentar naquele pau, ele sentou e eu sentei, novamente de costas pra ele, no colo daquele safado, rebolando que nem puta, escutava o ronco do meu marido, o ônibus em movimento e o puto com a rola dentro de mim quase gosando. La na frente vejo uma cabecinha, era do velho, veio mais para trás devagarinho, e ficou olhando a gente meter, vi que ele estava batendo punheta, aquilo me deixou com tesão e acabei dizendo: -Da leitinho na minha buceta cachorro. E o safado gozou, melou toda a minha buceta. Levantamos cada um foi para sua poltrona e dormimos. Assim que chegamos no destino, saímos do ônibus, eu e Fernando nem conversamos para não dar desconfiança, pegamos as malas e o velho, chegou em mim e perguntou: -Moça quando vcs vão voltar para o Piauí? Quero comprar passagem para o mesmo horário.

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