quinta-feira, 30 de abril de 2026

Meu amigo roludo come minha esposa na minha frente

A noite prometia ser intensa. Meu amigo Paul, casado com minha querida amiga Neide, estava em minha casa, e a atmosfera já estava carregada de tensão sexual. Neide, uma morena de tirar o fôlego, com seiosios firmes, bunda redondinha e uma buceta bem estufada, era conhecida por sua beleza e sensualidade. Paul, por sua vez, era dono de uma rola impressionante, com 23cm de comprimento e 7cm deâmetro, parecida com uma mangueira de carro pipa. Ele sempre se vangloriava de como sua rola exagerada arrombava tudo por onde passava, especialmente a buceta e o cu de Neide, que, segundo ele, estavam foló por causa de suas noites quentes. Minha esposa, Meire, uma morena de seios grandes, bunda avantajada e um priquito enorme, ficou interessada na conversa e excitada o suficiente para me fazer comer sua buceta melada tesão. Notando seu interesse, convidei Paul para uma noite de bebedeira em minha casa, curioso para ver como Meire se comportaria na presença dele. No dia marcado, Meire se vestiu de maneira a deixar Paul sem fôlego Ela usava um shortinho curto e apertado que se enterrava em sua bunda grande, exibindo o pacote enorme de seu priquito. Sua mini blusa revelava a barriguinha sarada e o decote apertado mostrava metade de seus se generosos. Paul não conseguia tirar os olhos dela, e sua rola já estava dura, formando um volume enorme em seu calção. Meire, por sua vez, não parava de olhar para o volume dele, e eu sentia que a noite terminaria com metendo sua rola gigante no priquitão da minha esposa. Enquanto bebíamos, Meire se aproximou de Paul e começou a conversa de forma sedutora. "Paul, você sempre fala tanto dessa sua rola enorme. Quero ver com meus próprios o que Neide aguenta todas as noites," ela disse, com um sorriso malicioso. Paul, já excitado, respondeu: "Claro, Meire. Vamos mostrar para você o que é uma rola de verdade." Meire se levantou e seou entre as pernas de Paul, que estava sentado no sofá. Com movimentos lentos e provocantes, ela abaixou o short e a calcinha, exibindo sua buceta melada de desejo. Paul, sem perder tempo, abriu o zíper calça e tirou sua rola enorme, que pulava de excitação. Meire, sem hesitar, se ajoelhou e começou a chupar, sentindo a grossura e o comprimento da rola de Paul preenchendo sua boca. Elabeu e sugou com avidez, seus gemidos de prazer preenchendo o ambiente. Paul, já fora de si, levantou Meire e a deitou no sofá. Ele abriu suas pernas e posicionou sua rola na entrada da buceta dela Com um movimento lento e profundo, ele a penetrou, e Meire gritou de prazer e dor, sentindo-se completamente preenchida. Paul começou a meter com força, sua rola enorme arrombando a buceta de Meire, que implorava mais. "Mais fundo, Paul! Arromba essa buceta!" ela gritava, enquanto ele a comia com intensidade. Depois de deixar a buceta de Meire bem molhada e arrombada, Paul decidiu mudar de posição. Ele colocou Meire quatro e, sem perder tempo, posicionou sua rola na entrada do cu dela. Com um movimento firme, ele a penetrou analmente, e Meire gritou de prazer, sentindo-se completamente tomada. Paul meteu com força, sua rola enormerombando o cu de Meire, que se contorcia de prazer. A noite continuou com Paul comendo Meire em todas as posições, sua rola gigante deixando marcas de prazer e dor em sua buceta e cu. Meire, completamente submiss ao prazer, implorava por mais, enquanto Paul a satisfazia com sua rola exagerada. No final da noite, ambos estavam exaustos, mas completamente satisfeitos, sabendo que aquela experiência seria inesquecível. A manhã seguinte chegou com a luz do sol filtrando pelas janelas, mas a casa ainda estava impregnada do cheiro de sexo e suor. Meire e Paul acordaram entrelaçados no sofá, os corpos nus e ainda quentes door da noite anterior. Meire, com os olhos ainda pesados de sono, sorriu para Paul, lembrando-se de cada detalhe da noite intensa. "Você realmente arrombou tudo, hein?" ela sussurrou, passando a mão pelo peito de PaulPaul sorriu, um brilho malicioso nos olhos. "E você aguentou tudo muito bem, Meire. Quem diria que uma buceta e um cu podiam ser tão gostosos." Meire riu, sentindo uma onda de prazer lembrar das sensações. "E você, com essa rola enorme, me deixou completamente louca." Enquanto conversavam, a porta da sala se abriu e eu entrei, com uma expressão curiosa no rosto. "Bom dia, pombinhos," eu, tentando soar casual, mas sentindo uma mistura de ciúmes e excitação. "A noite foi boa?" Paul se levantou, sua rola ainda semi-ereta, e respondeu com um sorriso. "Muito boa. Sua esposa é incrívelMeire se levantou também, seu corpo nu e suado, e se aproximou de mim. "Foi inesquecível," ela disse, beijando-me suavemente nos lábios. "Paul tem mesmo uma rola de tirar o fôlego." a abraçei, sentindo o calor de seu corpo. "Fico feliz que tenham se divertido," respondi, tentando esconder minha insegurança. "Mas agora, que tal um café da manhã?" Enquanto preparávamos o café, A manhã seguinte chegou com a luz do sol filtrando pelas janelas, mas a casa ainda estava impregnada do cheiro de sexo e suor. Meire e Paul acordaram entrelaçados no sofá, os corpos nus e ainda quentes door da noite anterior. Meire, com os olhos ainda pesados de sono, sorriu para Paul, lembrando-se de cada detalhe da noite intensa. "Você realmente arrombou tudo, hein?" ela sussurrou, passando a mão pelo peito de PaulPaul sorriu, um brilho malicioso nos olhos. "E você aguentou tudo muito bem, Meire. Quem diria que uma buceta e um cu podiam ser tão gostosos." Meire riu, sentindo uma onda de prazer lembrar das sensações. "E você, com essa rola enorme, me deixou completamente louca." Enquanto conversavam, a porta da sala se abriu e eu entrei, com uma expressão curiosa no rosto. "Bom dia, pombinhos," eu, tentando soar casual, mas sentindo uma mistura de ciúmes e excitação. "A noite foi boa?" Paul se levantou, sua rola ainda semi-ereta, e respondeu com um sorriso. "Muito boa. Sua esposa é incrívelMeire se levantou também, seu corpo nu e suado, e se aproximou de mim. "Foi inesquecível," ela disse, beijando-me suavemente nos lábios. "Paul tem mesmo uma rola de tirar o fôlego." a abraçei, sentindo o calor de seu corpo. "Fico feliz que tenham se divertido," respondi, tentando esconder minha insegurança. "Mas agora, que tal um café da manhã?" A manhã seguinte chegou com a luz do sol filtrando pelas janelas, mas a casa ainda estava impregnada do cheiro de sexo e suor. Meire e Paul acordaram entrelaçados no sofá, os corpos nus e ainda quentes door da noite anterior. Meire, com os olhos ainda pesados de sono, sorriu para Paul, lembrando-se de cada detalhe da noite intensa. "Você realmente arrombou tudo, hein?" ela sussurrou, passando a mão pelo peito de PaulPaul sorriu, um brilho malicioso nos olhos. "E você aguentou tudo muito bem, Meire. Quem diria que uma buceta e um cu podiam ser tão gostosos." Meire riu, sentindo uma onda de prazer lembrar das sensações. "E você, com essa rola enorme, me deixou completamente louca." Enquanto conversavam, a porta da sala se abriu e eu entrei, com uma expressão curiosa no rosto. "Bom dia, pombinhos," eu, tentando soar casual, mas sentindo uma mistura de ciúmes e excitação. "A noite foi boa?" Paul se levantou, sua rola ainda semi-ereta, e respondeu com um sorriso. "Muito boa. Sua esposa é incrívelMeire se levantou também, seu corpo nu e suado, e se aproximou de mim. "Foi inesquecível," ela disse, beijando-me suavemente nos lábios. "Paul tem mesmo uma rola de tirar o fôlego." a abraçei, sentindo o calor de seu corpo. "Fico feliz que tenham se divertido," respondi, tentando esconder minha insegurança. "Mas agora, que tal um café da manhã?" Enquanto preparávamos o café, Paul seou de mim e colocou a mão no meu ombro. "Sabe, seu amigo, ver sua esposa tão excitada e receptiva foi incrível. Ela realmente sabe como agradar." Eu assenti, sentindo uma mistura de orgulho e cimes. "Sim, ela é especial. E você, com sua rola, deixou tudo ainda mais intenso." Paul riu. "Bem, se quiser, posso ensinar algumas coisas a você também. Afinal, uma rola assim exige prática." Meire,indo a conversa, se aproximou de nós e passou as mãos pelos nossos p Enquanto preparávamos o café, Paul seou de mim e colocou a mão no meu ombro. "Sabe, seu amigo, ver sua esposa tão excitada e receptiva foi incrível. Ela realmente sabe como agradar." Eu assenti, sentindo uma mistura de orgulho e cimes. "Sim, ela é especial. E você, com sua rola, deixou tudo ainda mais intenso." Paul riu. "Bem, se quiser, posso ensinar algumas coisas a você também. Afinal, uma rola assim exige prática." Meire,indo a conversa, se aproximou de nós e passou as mãos pelos nossos pPaul seou de mim e colocou a mão no meu ombro. "Sabe, seu amigo, ver sua esposa tão excitada e receptiva foi incrível. Ela realmente sabe como agradar." Eu assenti, sentindo uma mistura de orgulho e cimes. "Sim, ela é especial. E você, com sua rola, deixou tudo ainda mais intenso." Paul riu. "Bem, se quiser, posso ensinar algumas coisas a você também. Afinal, uma rola assim exige prática." Meire,indo a conversa, se aproximou de nós e passou as mãos pelos nossos peitos. "Eu adoraria ver vocês dois juntos. Seria ainda mais excitante." Eu olhei para Paul, que sorriu de volta. "Por que não? Podemos fazer disso manhã memorável." Com o café esquecido, nos dirigimos para o quarto. Meire se deitou na cama, seu corpo nu e convidativo. Paul e eu nos posicionamos de cada lado dela, prontos para satisfazê-la. Paul começou a bear e chupar os seios de Meire, enquanto eu me posicionava entre suas pernas, pronto para explorar sua buceta novamente. "Ahn, que delícia," Meire gemeu, enquanto Paul e eu a tocávamos e beijávamos "Vamos, me comam juntos." Paul se levantou e se posicionou atrás de Meire, sua rola enorme pronta para penetrá-la novamente. Eu me deitei na cama, e Meire montou em mim, sentindo minha rola entrar sua buceta já molhada. Paul, sem perder tempo, posicionou sua rola na entrada do cu dela e, com um movimento firme, a penetrou analmente. Meire gritou de prazer, sentindo-se completamente preenchida por nós dois. Paul eu começamos a meter em sincronia, nossas rolas preenchendo cada parte de seu corpo. Meire se contorcia de prazer, implorando por mais. "Ahn, me arrombem, por favor!" ela gritava, enquanto nós a satisfazíamos com intensidade. A manhã continuou com nós três explorando novas posições e sensações, nossas rolas e corpos se entrelaçando em um jogo de prazer e desejo. No final, todos estávamos exaustos, completamente satisfeitos, sabendo que aquela experiência seria inesquecível e que nossas noites e manhãs poderiam ser sempre assim, cheias de paixão e exploração.

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