terça-feira, 2 de abril de 2024

A Segunda Lua de Mel (II)

A Segunda Lua de Mel (II) Avaliado com 0 de 5 estrelas. Ainda sem avaliações Jovem em vestido colorido amarelo, conto erótico, baducho A Segunda lua de mel - Nádia Naquela noite, Mário e Clara foram até a um dos bares do hotel, com música ao vivo, o ambiente estava bastante animado, diversos casais dançavam músicas típicas da Bahia. Clara puxou rapidamente o Mário para dançar, o Mário bem tentou dar uns pés de dança, infelizmente a sua coordenação era terrível e deixou-se ficar à beira da pista de dança a apreciar os movimentos coordenados e sensuais realizados pela Clara. Embalado pela bebida e principalmente pelos movimentos sensuais das coreografias baianas, começou a pensar em voltar a possuir aquela mulher. Começou a notar o interesse de outros homens, os olhares lançados em direção à Clara, alguns mais discretos que outros, provocou um sentimento de orgulho, a mulher mais desejada do Bar era a sua companhia. Quando um tipo aproximou-se de Clara, ele levantou-se, embalado e encorajado pela bebida, mas antes que tivesse de intervir a Clara ignorou o galanteio e o abraçou e o beijou. Ficaram sentados durante mais umas músicas, beberam outros drinks, até decidirem acabar a noite. No quarto, Mário foi tomar um banho, o calor o fazia estar constantemente suado. Clara vai ter com ele, debaixo do chuveiro beijam-se e acariciam-se sem pressa, era uma sensação diferente, sentiam-se confortáveis e queriam usufruir o momento. Ainda molhados foram para a cama, Mário deitou-se por cima da Clara, prendendo-lhe os braços, começou a beijar-lhe a boca, a morder-lhe as orelhas e a lamber-lhe o pescoço, ela por sua vez tentava morder-lhe a cara, como quisesse resistir à sedução. Ela abriu as pernas, recebendo-o junto a si, prendeu os pés nas suas costas e começou a fazer movimentos com as ancas que lhe estimulavam o membro, que estava duro como pedra. Ficaram nessa troca de carícias por algum tempo. Mário começou a percorrer o corpo da Clara com a língua, começou por pôr a língua dentro do ouvido dela, lambeu-lhe o pescoço, o sovaco, sugou-lhe os mamilos até a Clara gemer de prazer, mordiscou-lhe a barriga e pôs a língua no buraco do umbigo. Antes de tocar na ratinha, cheirou-a e adorou o cheiro, beijou-lhe as coxas e começou a sugar-lhe o clitóris. A Clara já gemia de prazer, sentia os seus fluidos a escorrerem pelas pernas. Mário penetrou-a com a língua e lambeu os seus fluidos como se estivesse a limpá-la. Com a língua, Mário percorria-lhe o rego, do clitóris ao ânus, lambeu-lhe o cuzinho, levando-a à loucura e depois voltou ao clitóris. Nesse momento, meteu dois dedos na vagina e começou a realizar movimentos ritmados. Clara contorcia-se de prazer, gemia loucamente, puxava os cabelos do Mário. Em pouco tempo gritou “estou gozando, estou gozando!” As pernas ficam rijas, um choque elétrico percorreu-lhe o corpo. Mário aumentou a velocidade da penetração com os dedos, provocando uma cascata de fluidos de prazer inundando a cama. “Espera um pouco, amor!” suplicou Clara. Sem lhe dar um minuto de descanso, virou-a na cama, pondo-a de bruços, abriu-lhe as pernas e a possuiu, penetrando a vagina com estocadas vigorosas e rápidas. Clara mordia a almofada e tinha gritos de prazer abafados, continuava com o mesmo orgasmo. Depois de alguns minutos, Mário reduziu o ritmo por alguns momentos, permitindo a Clara uma pequena recuperação do fôlego, para voltar ao ritmo forte que tinha iniciado, agarrou-a pela parte de trás do pescoço com uma das mãos, ela adorou a sensação de ser submetida àquele tratamento. A pôs de quatro na cama, e voltou a penetrar profundamente a vagina, já coberto de suor, estava tomado pelo desejo ardente de possuir aquela mulher com todas as suas forças, uma sensação que nunca tinha sentido. Retirou o membro da vagina, inchada de prazer, os fluidos escorriam pelas pernas da Clara. Olhou para o seu membro, estava vermelho e inchado com as veias saídas, parecia que estava muito maior do que o normal. Esfregou a cabeça da verga na borda do cuzinho da Clara. Ela estava completamente submissa e entregue aos desejos dele. Ele começou a penetrar-lhe o ânus, Clara gritou e esticou a mão na sua direção a tentar limitar a profundidade da penetração. Mário prendeu com uma das mãos os braços de Clara atrás das costas, com meio membro dentro dela, utilizava a outra mão para dar-lhe palmadas nas nádegas, com tal força que ficaram marcadas. Depois enterrou o resto da verga e iniciou uma sequência de estocadas profundas e fortes. Clara sentia uma mistura de dor e prazer, juntamente o domínio que ele tinha sobre ela e os orgasmos contínuos deixaram-na sem forças para reagir, apenas conseguia gemer e grunhir. Sentiu as penetrações a ficarem mais rápidas e os espasmos do membro e a inundação de esperma. Mário colapsou sobre a Clara, ficaram assim deitados, ele por cima dela, ainda dentro do ânus dela, abraçados de olhos fechados a sentirem-se exaustos. Adormeceram assim, nus, suados e sujos. Dormiram na cama encharcada pelos fluidos do sexo realizado, abraçados e felizes. No dia seguinte, após tomarem o pequeno-almoço. “ Vamos à tua casa, não fico confortável em saber que tens a tua irmã sozinha, vamos buscá-la para fazermos um passeio.” Apanharam um táxi e foram à casa de Clara. Nádia Era uma casa simples e pequena, a fachada ainda em tijolo tinha uma porta e uma janela. A porta dava para uma sala, com um sofá velho, uma mesa redonda com 4 cadeiras e um móvel com uma televisão antiga. Da sala saía um corredor com acesso a dois quartos e uma casa de banho e acabava numa pequena cozinha. A casa era simples, mas estava limpa e bem cuidada. Mário sentou-se no sofá enquanto a Clara foi chamar a irmãzinha. Clara volta à sala, “A Nádia está se vestindo, já vem. Eu vou buscar um café para você.” “Oi, tudo bem?” ouve Mário que levanta os olhos do telemóvel e vê uma jovem mulher, a cópia da Clara, vestida com uns calções curtos, que deixavam parte das nádegas de fora, e uma t-shirt branca marcada pelos mamilos, já que ela estava sem sutiã. “Olá, sou o Mário…” cumprimentou-a com um aperto de mão, desconcertado, na sua imaginação a irmãzinha da Clara era uma menina dos seus 8 anos, não uma mulher de 18 anos. “Me chamo Nádia” respondeu a jovem. Quando a Clara chega à sala nota o embaraço do Mário, a roupa provocante da Nádia, e manda-a vestir uma roupa decente para receber visitas. Foram passear, as garotas levaram-no a conhecer outras praias pouco conhecidas dos turistas, escolheram uma praia com um pequeno restaurante típico do Brasil, feito em madeira com mesas na areia à sombra de palmeiras. Pediram cervejas e comida, Clara e a irmã ficaram de biquíni e foram a correr para a água. Mário as observava notando as poucas diferenças entre elas, ambas morenas de cabelos encaracolados, um corpo perfeito, pernas compridas e a pele morena que brilhava ao sol. A praia e o restaurante estavam com tanta pouca gente que pareciam exclusivos para os três. Há certo momento, no meio de conversas e brincadeiras, a Nádia sentou-se ao colo do Mário, que não conseguiu ficar indiferente, ao toque da pele macia, ao cheiro do perfume e à visão dos seios empinados a poucos centímetros da sua cara. Nádia sentiu a ereção do Mário, mexeu subtilmente as ancas, esfregando as suas partes íntimas no membro dele, provocando-o de tal forma que ele ficou ruborizado. “Deixa o Mário em paz, sua moleca!” ralhou a Clara. Rindo, Nádia saiu e foi a correr para o mar. “Desculpa Mário, a Nádia é uma moleca, é uma abusada!” “Sem problema, ela é muito divertida!” respondeu Mário desconfortável com a ereção nítida nos calções. A realidade que estar acompanhado por aquelas duas deusas, inflamou a imaginação do Mário, que imaginava ter ambas à sua disposição, podendo comparar detalhadamente a beleza das duas irmãs. jovem mulher deitada num sofá nua, contos eróticos, baducho Uma segunda lua de mel - Nádia no sofá Traição No dia seguinte Mário insistiu em alugar um carro, para irem a Salvador, visitar a cidade e levar a Clara e a irmã às compras, queria que elas pudessem ter algumas roupas novas. Passearam por Salvador, foram ao Pelourinho, à Igreja do Bom Fim e ao elevador Lacerda. Ao meio da tarde foram a um shopping center, onde Mário disponibilizou horas de prazer consumista às irmãs, compraram roupas, sapatos e perfumes. Ambas estavam estéticas com os presentes que o Mário lhes deu. Quando chegou à casa das irmãs, pela hora do jantar, a Nádia pediu para que ficassem e jantassem com ela. “Quero experimentar as minhas roupas novas e quero que o Mário me veja com elas!” disse Nádia entusiasmada. Mário concordou de imediato. Enquanto as garotas foram para a cozinha preparar o jantar, Mário estava na sala a ver televisão com uma cerveja gelada na mão. Apareceu a Clara na sala e o informou que tinha de sair para comprar alguns ingredientes que faltavam para fazer a comida. Mário deu-lhe algum dinheiro para as compras. Quando acabou a cerveja, foi até à cozinha para apanhar outra, ao passar pela porta da casa de banho notou que estava entreaberta, com algum sentimento de culpa, mas sem conseguir resistir à tentação, espreitou pela fresta da porta. A visão da Nádia nua após tomar banho a pentear-se ao espelho, o corpo perfeito com um bronzeado destacado pelas marcas do biquíni, o deixou extremamente excitado. Quando notou que a Nádia percebeu da sua presença, foi em passo acelerado para a cozinha, envergonhado de ter sido apanhado naquela situação. Apanhou a cerveja, procurou pelo saca caricas, e quando voltou para a sala viu que a casa de banho estava vazia de porta aberta. Ao chegar à sala deparou-se com a Nádia deitada no sofá, nua, a confrontá-lo com um olhar malandro. “Gosta do que está vendo?” perguntou a menina, provocando-o. Mário não resistiu, esquecendo-se de que ela tinha apenas 18 anos, ela levantou-se e ele a agarrou, louco de desejo, beijou-a, puxou-a contra si, sentiu o corpo nu e húmido junto ao seu. Nádia, levou-o para o sofá, “A Clara deve a chegar!” disse o Mário, enquanto a menina abria as suas bermudas e puxava o membro duro e inchado para fora. Ela começou a chupar com sofreguidão, lambeu-lhe as bolas e o pôs todo na boca. O Mário continha-se para evitar o orgasmo, mas percebeu que a Nádia era experiente e sabia bem o que fazia. A boca macia cobria toda verga, deixando-a coberta de saliva. Nádia sentou-se em cima dele, encaixou a verga na porta da vagina e desceu lentamente até tê-lo completamente dentro dela. Enquanto fazia os movimentos de cima para baixo, os seus seios esfregavam na cara do Mário, os movimentos eram ritmados e frenéticos, fazendo com que o Mário chegasse rapidamente ao orgasmo, enchendo-a com o seu esperma. Nesse momento, Clara apareceu subitamente na sala, vendo a situação, começou a gritar com a irmã. “PORRA MOLECA, NÃO PODE VER HOMEM! TU É UMA QUENGA!” Nádia foge para o seu quarto a correr, deixando o Mário sozinho com a Clara, ainda com a piça fora das calças. Clara começa a chorar, Mário recompõem-se e vai ter com ela, ela enxota-o, mas ele insiste e a abraça, aconchegando-a junto a si. Ela chora e pede desculpas pela irmã, diz que ele deve estar a pensar que elas eram umas putas… “Clara, calma, não foi nada de mais.” argumentou o Mário. Clara, virou-lhe as costas e foi para a cozinha. Mário, ficou na sala, acreditou que deveria deixá-las resolver os problemas, pelo menos até se acalmarem. Quando o jantar ficou pronto, apesar da comida estar deliciosa, havia um ambiente pesado na casa, as duas irmãs não se olhavam. Assim que acabaram de comer, Mário apanhou a Clara e voltaram para o hotel. Naquela noite não houve sexo, Clara continuava magoada e furiosa. Mário, deu-lhe algum espaço, mas na manhã seguinte ele iria ter uma conversa com ela. No dia seguinte, Mário levou a Clara até à praia, era o local onde se tinham conhecido e por isso acreditava tinha algum significado. Ficaram em silêncio a observar o movimento das ondas. “Clara o que aconteceu ontem não foi planeado, mas não vou mentir em dizer que não gostei. Apesar de nos conhecermos a poucos dias, eu criei um carinho muito especial pelas duas, eu adoro estar convosco, sinto-me muito feliz.” A Clara continuava a olhar o mar em silêncio. “Eu não quero perder essa felicidade, nem hoje e nem nunca mais.” Clara, olhou-o intensamente, “O que queres dizer com isso? Daqui a alguns dias voltas para a Europa e nunca mais te lembras de mim.” “Estás enganada. Eu passei a noite a pensar numa coisa, parece uma loucura, mas ouve-me o que tenho para te dizer. Eu estou preparado, se for a vossa vontade, de levar às duas para a Irlanda, eu quero que as duas façam parte da minha vida.” Clara com uma cara de dúvida “Como assim, queres que a gente faça parte da tua vida, e como vai ser isso?” “Se for preciso eu caso contigo…” Respondeu Mário. Com um grito histérico, Clara abraçou com tal força que o derrubou na areia, e beijou-o loucamente. A confusão de milhares de pessoas a circularem à sua volta, misturado com as cenas da alegria das famílias a reencontrarem-se, faziam com que a sua ansiedade aumentasse. A zona de espera dos passageiros desembarcados do Aeroporto de Dublin estava apinhada de pessoas, apesar das horas tardias. Decorridos 4 meses desde as suas férias no Brasil, finalmente o que tinha planeado se concretizou. Quando viu duas mulheres bonitas, morenas e quase idênticas, pensou que a sua vida mudaria. Uma será sua futura esposa, a outra a cunhada, ambas serão suas mulheres.

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