Site de conteúdo adulto para você se excitar e gozar curtindo pessoas pondo em ação suas bucetas ou rolas com muito tesão. Para te dar muito tesão e gozar muito
terça-feira, 2 de abril de 2024
Uma segunda lua de mel - Clara na Praia
mulher a caminhar na praia, conto erótico, baducho
Uma segunda lua de mel - Clara na Praia
As ondas rebentam na areia, branca e morna, embaladas pelo canto das gaivotas. Era fim de tarde na Praia do Forte, na Bahia, Brasil, o céu azul sem uma nuvem, após um dia maravilhoso de verão subtropical.
O mar azul, quase transparente, a beleza natural do lugar, a areia branca, as palmeiras na praia, tudo apontava para um paraíso tropical. Para Mário era tudo depressivo, todas essas imagens de alegria e prazer para qualquer pessoa eram como uma prensa sobre o seu tórax que o impedia de respirar.
A viagem estava programada há mais de um ano, como forma de comemorar os seus 20 anos de casamento com a Isabel. Eles haviam se conhecido no primeiro ano da universidade, ele estudava informática e ela matemática aplicada. Eles se conheceram numa festa para caloiros e não poderiam ser mais diferentes.
Mário era um típico ‘nerd’, alto com cerca de 1,86m, magro, com a cara com acne e bastante tímido, a Isabel, por seu lado, era pequena, 1,62m, morena, com um corpo curvilíneo, pernas grossas, grandes seios e um rabo de fazer inveja a muitas africanas, não tinha uma cara muito bonita.
Enquanto Mário era tímido, mas tinha conhecimentos sobre diversas áreas e conseguia manter uma conversa agradável, a Isabel era expansiva e ruidosa, procurando sempre chamar alguma atenção. Por qualquer razão começaram a sair e namorar durante o período da universidade. Casaram ambos com 23 anos, logo que acabaram os estudos.
Pouco tempo após se casarem foram viver para Inglaterra e depois para a Irlanda. Esta viagem de 15 dias a ficarem num resort de luxo na Bahia era para comemorar os vinte anos de casados.
Porém, umas semanas antes de embarcarem, Mário descobriu que a Isabel tinha um amante, quando a confrontou ela não negou e no dia seguinte saiu de casa. Graças a Deus não tinham filhos, mas ela levou o gato, o gato que ele tinha adotado, e foi morar com o amante.
Mário, olhava para o oceano, mas não o via, na sua mente passavam os momentos daquela noite, o que ela lhe disse, o quanto humilhado ele se sentiu, ele que sempre fez tudo por ela. O que mais doía era ter amado incondicionalmente aquela mulher e ela desprezar todos os sacrifícios feitos para a agradar.
Mesmo assim, ao invés de perder o dinheiro da viagem, decidiu vir sozinho, na esperança que a mudança de ares fizesse-lhe bem e o animasse. Na realidade, o efeito tinha sido o inverso, agudizou a sua melancolia. Tinha chegado naquele dia de manhã no resort, e passou o dia sozinho na praia a pensar.
Sentado na areia, de calções e t-shirt, a olhar o mar, mergulhado no seu sofrimento, a praia já estava vazia, o sol começava a aproximar-se do horizonte, quando Mário notou outra pessoa na praia, uma jovem mulher, caminhava pela beira da água, distraidamente.
Quando ela passou por ele, houve uma troca de olhares, e ela seguiu no seu passeio. Mário, apesar de magoado, continuava um homem, e não deixou de notar que ela era uma mulher muito bonita. Morena e alta, elegante, de cabelos encaracolados escuros, uma cara muito bonita marcada por dois olhos escuros cheios de mistério.
Cerca de 15 minutos depois, Mário notou que ela voltava, ficou a observá-la, numa vã tentativa de ser discreto. Ao aproximar-se, trocaram novamente olhares. Ele sorriu e ela correspondeu. “Oi!” disse a mulher, “Olá, tudo bem?” respondeu o Mário.
A mulher abriu um enorme sorriso e seguiu o seu caminho.
Após uma noite mal dormida, Mário encontrava-se novamente numa espreguiçadeira na praia, tentava concentrar-se num livro que tinha trazido, sem sucesso, ponderava ir-se embora, tinha sido um erro usar a viagem para recuperar o choque da traição.
Não lhe saía da cabeça tudo o que se passou naquele fatídico dia que descobriu e confrontou-a com a traição. Nesse estado de frustração e dor, passou o dia junto à praia, numa zona mais isolada, longe das famílias e das suas crianças barulhentas, onde podia estar a sós com os seus demónios.
Notou que se aproximava a mesma mulher que tinha visto passar ontem, deixou o livro de lado, e começou a contemplá-la, gostava do seu andar elegante e descontraído, a pele bronzeada em contraste com o biquíni branco.
Clara
Era uma mulher alta, não devia ter mais de 25 anos, elegante, com cabelos castanhos escuros, encaracolados, olhos escuros e bastante bonita. Quando ela se aproximou, ele sem tirar os olhos dela, ela virou-se para ele e com o mesmo sorriso do dia anterior, o cumprimentou, “Oi, tudo bem?”
Surpreendido com a sua própria reação, ele sorriu, “Olá, tudo bom, como te chamas?” A mulher parou e aproximou-se, “O meu nome é Clara e o seu?” Mário não pode deixar de notar a contradição, uma mulher chamada Clara e, ao mesmo tempo, ser uma Vénus morena e bronzeada.
“Mário!” respondeu nervosamente, “para onde vais?” perguntou estupidamente. “Vou a lado nenhum não, só gosto de passear na praia no fim de tarde.” respondeu Clara com o seu sotaque baiano mais profundo.
“Então, por que não ficas aqui? Podia-te oferecer alguma coisa para beber.”
“Agradecida, mas eu vou acabar o meu passeio, e quando eu voltar a gente vê.”
Mário, vendo-a a seguir o seu passeio, estava atónito com o seu descaramento, não tinha o costume e a coragem de abordar pessoas desconhecidas, mesmo assim sentiu-se feliz com o que tinha acontecido, ele ia ficar à espera dela, mesmo que ficasse noite.
Decorreram cerca de 45 minutos, quando a silhueta clara começou a se formar à distância. Com o coração a correr a mil, Mário esperou que ela se aproximasse e foi ter com ela.
“Olá Clara, e esse passeio foi bom?” perguntou. “Maravilhoso, adoro passear na praia ao fim de tarde, faz-me esquecer das amarguras da vida e sonhar com coisas bonitas!”
“Vou ser honesto, eu gostaria de poder conhecer-te melhor, estás hospedada no hotel?” Clara deu uma gargalhada, “Vixe menino, quem me dera poder estar hospedada nesse hotel!”
“Então moras aqui perto?”
“Sim, Moro ali no vilarejo.” Mário notou a vila piscatória junto ao mar a cerca de 2 quilómetros do resort. Já tinha pensado ir lá, comprar algum artesanato, mas não tinha tido força de vontade de sair do seu martírio.
“Posso acompanhar-te, no teu passeio, assim podemos conversar um pouco.”
“Vamos!” disse Clara sorrindo.
Seguiram em direção ao vilarejo, Clara contava a sua história de vida, que vivia com a sua irmãzinha mais nova, que não sabia do pai e a mãe e a avó que as criaram morreram há alguns anos. Mário, ouvia interessado e por sua vez contava algumas coisas da sua vida, mas nunca tocou na questão da sua separação.
Ao chegarem ao vilarejo, Mário convidou Clara para irem a um barzinho de praia, onde continuaram a conversar e a beber água de coco. Sem darem por isso, anoiteceu. “Mário, foi muito legal ter-te conhecido, mas agora tenho de ir para casa dar de jantar a minha maninha.”
“Eu gostei muito de te conhecer, Clara, e gostaria de poder estar contigo amanhã, queres ir ter comigo ao hotel para almoçarmos?”
“Sim, nos encontramos amanhã pelas 10 horas no mesmo lugar de hoje, pode ser?”
Mário, voltou pela praia, para o hotel, já não pensava na ex-mulher, mas sim na expectativa do que o dia seguinte lhe traria.
O problema com o hotel
No dia seguinte, Mário estava no local combinado, com duas espreguiçadeiras, à espera da Clara. Viu-a a chegar com um vestido simples, de uma estampa amarela clara e sandálias, trazia uma bolsa de tecido branca. Mário foi ter com ela, a cumprimentou com dois beijos na face e a convidou a se sentar numa das espreguiçadeiras.
Enquanto bebiam sumos de frutas, um colaborador do hotel aproximou-se e pediu para falar com o Mário. Sem compreender o que se passava, acompanhou o homem até uma certa distância da Clara, onde foi confrontado com as regras do resort que proibiam os hóspedes em convidar outras pessoas a usufruir dos serviços e condições do hotel.
Mário, ficou transtornado com aquela abordagem, começou a tentar conversar com o homem e explicar a situação. Clara, percebendo-se do que acontecia, começou a arrumar as suas coisas para ir embora. Como o colaborador do hotel não conseguia dar-lhe uma resposta e antes que a situação escalasse, Mário decidiu que o melhor seria levar o assunto a alguém com maiores responsabilidades no hotel. Afinal, ele já tinha uma solução em mente.
“Clara, por favor, espera um pouco, que eu vou falar com o responsável e já volto. Por acaso tens uma forma de identificação contigo?” Clara deu-lhe a carteira de identidade. Virando-se para o colaborador do hotel, “Podemos ir falar com o responsável do hotel?” perguntou.
Chegando à receção do hotel, chamaram o responsável de serviço, a quem o Mário contou a história. “Eu percebo as regras do resort, porém como poderá comprovar a minha reserva foi paga para 2 hóspedes, no entanto, apenas eu vim na viagem, desta forma agradeço a inclusão desta senhora como a segunda hóspede da minha reserva.” e apresentou a carteira de identidade da Clara.
Passados alguns minutos, recebeu a confirmação que a Clara estava identificada como hóspede do hotel, devendo utilizar uma pulseira que lhe dava acesso a todos os espaços e serviços do hotel.
“Tudo resolvido, Clara, a partir deste momento és hóspede deste hotel, tens de usar esta pulseira.” pondo a pulseira no braço da Clara, que estava com dificuldades em perceber o que acontecia.
“Então posso ir à piscina e ao restaurante?” perguntou com os olhos abertos. Cheio de alegria com a felicidade estampada na cara da Clara, Mário respondia calmamente “Sim podes!”
“E posso ir aos bares e dormir aqui?” perguntou sem pensar, “podes, se quiseres.” De repente Mário ficou todo vermelho quando percebeu a implicação dela dormir no hotel e tinham de partilhar a cama.
Clara, cheia de uma alegria e excitação juvenil, abraçou-o e deu-lhe um beijo na cara. Mário ficou cada vez mais nervoso e embaraçado. Clara, percebendo-se do embaraço do Mário, abraçou-o. O cheiro do cabelo, a temperatura da pele e a delicadeza da pele da Clara acabou com o embaraço do Mário e despertou-lhe o desejo.
Mário, levou Clara a conhecer os espaços do hotel. Clara, com os olhos esbugalhados, como alguém que via coisas maravilhosas pela primeira vez na vida. Clara parecia uma menina numa loja de doces, de tão entusiasmada que estava. “Mário, deixa eu ver o quarto.”
Ao chegar ao quarto, Clara começou a explorar os cantos, entrou na casa de banho, “que banheiro lindo!” Atirou-se para a cama “que fofura de colchão, os lençóis são tão macios!”
Mário, apenas sorria.
Foram para a piscina, e depois foram almoçar. Mário, cada vez mais estava atraído por aquela mulher. Avançava naquela relação sem pensar e sem se importar com as consequências, estava feliz e isso era o que importava.
Depois do almoço, voltaram para a piscina, a Clara mergulhava como uma menina na piscina. O Mário bebia uma caipirinha e a Clara já ia no seu terceiro Mojito, depois do almoço, onde beberam vinho.
Finalmente amantes
Ao fim da tarde, os outros hóspedes começaram a ir para os quartos, os dois estavam dentro de água, Mário puxou a Clara na sua direção, abraçando-a pela primeira vez, ficaram por segundos olhos nos olhos, ele olhou para a boca de Clara e lentamente aproximaram-se.
Beijaram-se, primeiro timidamente, sentido que não havia uma reação negativa de Clara, passou a beijá-la com paixão.
A realização do corpo da Clara completamente encostado ao seu, despertou o seu desejo, sentiu a ereção a surgir, ficou envergonhado. Clara sorriu e pressionou o seu corpo contra a sua ereção.
Disse-lhe ao ouvido “te quero, quero agora!”
Mário, nunca tinha ouvido uma mulher pedir sexo, ficou tão excitado que quase a possuiu ali na piscina em frente a todos. Clara o beijava, esfregava o corpo dela no membro duro dele, chupava-lhe as orelhas dando suspiros baixos.
Ela pôs a língua dentro um dos seus ouvidos, ele acariciou-lhe as nádegas e ela gemeu “gostas da minha bundinha?”
Mulher nua de costas numa casa de banho, contos eróticos, baducho
Uma segunda Lua de Mel - Clara no Hotel
Saíram da piscina e foram apressadamente para o quarto, Mário louco de desejo nem se lembrou de esconder a sua ereção, ao entrar no elevador, entrou uma senhora de meia-idade, que esteve de olhos esbugalhados a observar o volume que apresentavam os seus calções.
Completamente envolvidos pelo desejo, voltaram para o quarto entre beijos e abraços. Clara levou-o para a cama, deitou-o e sentou-se em cima dele, começou a beijá-lo, a morder o lóbulo da orelha, movimentando freneticamente as ancas, estimulado o membro duro ainda dentro dos calções.
Enquanto se beijavam, Mário agarrou as nádegas da Clara, apertava-as e dava-lhe palmadas. Clara tirou a camisa do Mário e começou a lamber o seu peito e chupar os mamilos. O desejo sentia-se no ar.
Clara, ainda em cima do Mário, retirou o vestido que trazia puxando-o pela cabeça. Mário pode ver de perto a beleza da baiana, com o seu biquíni branco em contraste com a pele morena e brilhante.
Clara começou a rebolar, com movimentos circulares, que estimulavam o contacto da sua vulva com a verga dura do Mário. Ele começou a gemer.
Mário, soltou os laços do biquíni que caiu na cama, expondo os seios perfeitos de Clara, médios, duros e empinados, marcados pelas marcas do biquíni que realçava os mamilos redondos e escuros. Abocanhou-os com sofreguidão, como se fosse um bebé esfomeado, a sua fome era de sexo.
Clara gemia com as sensações que o Mário provocava a sugar os seus mamilos e a acariciar as suas nádegas, segundo a sua cabeça para mantê-lo a sugar, sentia-se a ficar húmida de desejo. Com os seios todos molhados de saliva e extremamente sensíveis, empurrou o Mário para que ele ficasse novamente deitado.
Saiu de cima dele, e pondo-se de joelhos no chão, tirou-lhe lentamente os calções. Com cara gulosa dizia, “Eu quero ver esse pinto, quero chupar este pinto!” Mário não estava habituado a esse tipo de palavreado, estranhou, mas, também, ficou expectante sobre o que estava por vir.
Com a sua ex-mulher fazer sexo oral era uma raridade, tinha que ser a pedido e era feito sem gosto e convicção. Quando Clara viu o membro ereto do Mário, exclamou, “Que lindo e grandão, deve ser super gostoso!”
Chupou um dos testículos, e com a ponta da língua percorreu a verga desde a base à cabeça, abocanhou-o e o engoliu todo, puxou para fora e voltou a introduzir todo na sua garganta. Com uma mão o masturbava com movimentos circulares e mantinha a cabeça dentro da boca sendo estimulada pela língua, fazendo os movimentos como se um beijo se tratasse.
Mário estava tomado pelo prazer, era o melhor broche de todos os tempos, algo que só tinha visto em Porno e agora tinha a possibilidade de usufruir. “Para, por favor, estou quase a vir-me!” sussurrou. Clara, desconhecendo o calão português, continuou a sua arte, até que ele ejaculou dentro da boca dela, tal era o volume de porra que ela se engasgou.
Clara, levantou-se e tirou a parte de baixo do biquíni, deixando exposta a vulva com pelos negros, cortados rentes, a clitóris saliente e os lábios perfeitos e simétricos. Mário, extasiado pela beleza daquela mulher, pôs-se de joelhos em frente dela, pôs uma perna em cima do seu ombro, expondo completamente a fruta do desejo.
Começou com a língua a fazer movimentos circulares sobre o clitóris, com as mãos segurava as nádegas da Clara para não permitir que ela se distanciasse dele. Clara começou a gostar da sensação, segurava-lhe a cabeça para que o clitóris dela estivesse todo na boca dele.
Mário, chupava-lhe o clitóris, penetrava-lhe a vagina com a língua e voltava a lamber-lhe o clitóris. Passados alguns minutos, sentiu a perna da Clara a ficar dura, ela gemia e murmurava “Isso, isso meu português gostoso, me faz gozar!” Com um grunhido teve um orgasmo.
Mário levou-a para a cama, beijando-a e partilhando o gosto do orgasmo dela, nisso já estava novamente ereto. Começou a esfregar a cabeça da verga na porta da vagina dela, ela gemia, “meu bem, põe uma camisinha, por favor!”
Mário, não tinha preservativos com ele, “Deixa que eu tiro antes!” prometeu. “Me come, mete esse pau lindo em mim” pediu a Clara cheia de tesão. Mário a penetrou com força, tomado pelo tesão, e com movimentos fortes e profundos fez com que a Clara, ainda sensível do orgasmo anterior, chegasse a um novo orgasmo.
Clara cruzou as pernas atrás do corpo do Mário, completamente tomada pelo prazer, puxou-o todo para dentro de si, não o deixando sair até que sentiu o pulsar do membro e os jatos de esperma dentro de si.
Ficaram por momentos, abraçados na cama, entre carícias e beijos. Passado cerca de meia hora, Clara levanta-se e vai tomar um banho. “Tenho de avisar a minha irmã que eu vou dormir fora por uns tempos e eu preciso buscar algumas roupas.”
“A tua irmãzinha vai ficar sozinha?” perguntou o Mário intrigado. “Sim, por vezes eu tenho de trabalhar à noite e ela fica sozinha, mas a minha vizinha dá um olhinho nela enquanto eu estou fora.”
Mário, imaginou o que se passava, era tímido, mas não era ingénuo. Imaginou quais eram os trabalhos noturnos da Clara e como ela conseguia sustentar-se e à irmã pequena. Era uma vida dura e ele não procurou explorar mais o tema.
“Fazemos assim, vou dar-te algum dinheiro para ires à casa de táxi, organizares as coisas e apanhares algumas roupas. E depois vamos jantar.” deu-lhe dinheiro suficiente para ela ir até casa umas 3 vezes, sabendo que nunca veria o troco daquele dinheiro.
Enquanto Clara foi a casa, Mário ficou deitado na cama, a racionalizar o que tinha acontecido, Clara era uma prostituta, sofisticada, ao invés de solicitar dinheiro, obtendo dinheiro e presentes dos homens, e com isso sobrevivia.
Mário não se preocupou com essa realidade, ela o fazia se sentir bem, era bonita, simpática e muito hábil na arte do sexo. Não podia pedir mais. Ela seria a forma de o fazer sair do buraco que tinha se metido.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comente