terça-feira, 2 de abril de 2024

A Tentação Vermelha - Madalena

A Tentação Vermelha - Madalena Contos do baducho a tentação vermelha A nova funcionária A Sociedade de Advogados Thomas & Silvano, é considerada uma das mais importantes e influentes do país, os seus advogados prestam serviços às principais empresas nacionais e diversas multinacionais e inclusive a vários ministérios e gabinetes do Estado. Esta sociedade alcançou este patamar devido ao trabalho e persistência do seu sócio principal e fundador, o Dr. João Alves Silvano. O Dr. João Silvano, como é mais conhecido, para além de gerir a Sociedade, é professor universitário e já foi membro de um governo, possuindo grande influência e respeito junto ao governo. Agora com 62 anos, tendo ficado viúvo há 30 anos quando a sua esposa e filha morreram num acidente de viação. A partir desse evento a sua vida foi dedicada em exclusividade ao desenvolvimento da sociedade de advogados. A sua entrega total ao trabalho, o tornou extremamente exigente e com pouca tolerância com as falhas dos seus subordinados, fazendo com que seja impossível manter uma assistente e totalmente intolerável com os advogados Juniors que trabalhem com ele. Com o passar dos anos, passou a ter uma vida de isolamento, tanto na sua vida pessoal como na sua vida profissional, nos últimos anos apenas se dedica aos grandes temas dos principais clientes, ao acompanhamento da gestão da sociedade e a realizar pareceres para diversos clientes e membros do governo. Num dia de inverno, numa segunda-feira, quando chegou à empresa, pelas 7:30 da manhã, era normalmente o primeiro a chegar e sempre o último a sair, viu na receção do edifício uma jovem sentada, acompanhada apenas pelo segurança. Estava no seu gabinete, envolto na preparação de um parecer jurídico para o ministério da economia sobre o licenciamento da exploração de minérios raros, quando foi interrompido pela Responsável de Recursos Humanos da Empresa. “Bom dia Dr. João Silvano, venho apresentar-lhe a nova advogada júnior que ficará a apoiá-lo.” ao que ele respondeu “Muito bem, espero que tenha mais estofo que o tipo anterior!” o advogado júnior anterior, não conseguiu aguentar a pressão tendo pedido a demissão em 2 meses.” A Jovem estava na receção do edifício, foi-lhe apresentada, esta é a Dr.ª Madalena Veiga, foi a melhor do seu ano na principal universidade de direito do país, fez o estágio na nossa principal concorrente e decidiu aceitar o desafio de vir trabalhar para a T & S. “Porque não ficou na empresa que fez o estágio?” Perguntou bruscamente, Dr. Silvano, à jovem advogada. “Foi-me feita uma proposta, mas após analisar as diversas possibilidades que tinha em mãos, decidi aceitar este desafio.” Respondeu a jovem com uma voz doce e firme. Silvano, abanou a cabeça, “E, por que aceitou o nosso desafio?” “Aceitei porque era para trabalhar diretamente consigo, acredito que para conseguir ser a melhor tenho que aprender com os melhores, e considero o Dr. João Silvano uns dos melhores advogados do país.” Silvano riu-se, “Sabe que eu sou conhecido como a trituradora, não há quem consiga trabalhar comigo por mais de 2 meses, mas em todo o caso, bem-vinda! Por enquanto, agradeço que se instale e conheça todos os cantos da casa. Amanhã pela manhã, farei uma introdução aos assuntos que tenho em mãos. As duas saíram e Silvano voltou ao trabalho, nunca mais voltou a pensar na jovem advogada. Na entrada do escritório, havia três secretárias vazias: uma para sua assistente e duas para advogados que deveriam ajudar. Na manhã seguinte, ao chegar ao escritório pelas 7:30 da manhã, viu a jovem advogada sentada numa das secretárias à porta do seu gabinete. Surpreso, Silvano a cumprimentou, “Bom dia, peço desculpa, mas como se chama novamente?” “Bom dia Dr. João Silvano, o meu nome é Madalena.” “Muito bem Madalena, em 10 minutos traga-me dois cafés ao meu gabinete.” Madalena, foi buscar os cafés, com a sensação desagradável de que estava a ser menosprezada. Quando entrou no escritório do Dr. Silvano com duas chávenas de café, Silvano disse para ele que sentasse na mesa de reuniões. Madalena obedeceu. Decorridos 10 minutos. Silvano vai ter com ela à mesa de reuniões, olhando-a muito espantado, diz, “Então não bebe o seu café? Eu gosto do meu quase frio, não sei se é o seu caso.” Madalena, sorriu, “Pensei que eram os dois para si, Dr. Silvano.” Após uma gargalhada, uma coisa rara em Silvano, “Dois cafés! Que loucura!” Rapidamente a expressão do Silvano voltou a sua expressão normal, séria, quase carrancuda. É importante deixar claro alguns pontos para não haver enganos e evitar dissabores no futuro. Espero competência a todos os níveis, se tiver dúvidas sobre um procedimento, agradeço que venha ter comigo para esclarecê-la antes de fazer algum trabalho. Bebeu um gole do seu café já frio e continuou, “Um trabalho mal feito é o dobro do esforço, sendo preciso fazer tudo de forma correta à primeira vez.” Madalena, assentiu com a cabeça, enquanto o Silvano passou a explicar os processos que tinha em mãos, e as atividades que estavam destinadas à Madalena, a grande maioria, eram dedicadas à pesquisa de assuntos e os seus enquadramentos jurídicos dentro da jurisdição nacional e europeia. Madalena, pediu escusa ao Dr. Silvano para ir buscar um bloco de notas. “Madalena, agradeço que ande sempre com um bloco de notas à mão, para evitar perdas indesejadas de tempo.” Às 9:00, quando os outros colegas chegaram, Madalena já tinha trabalhado por mais de uma hora e procurava legislação europeia para auxiliar no parecer do Dr. Silvano. Pelas 11 horas, “Menina, traga-me um café, por favor”. Madalena, foi buscar o café para o Dr. Silvano. Estes pedidos não eram com segundas intenções, João Silvano não se preocupava se o assessor era homem ou mulher, alto ou baixo, bonito ou feio, simpático ou trombudo, a única coisa que João Silvano reconhecia numa pessoa era a sua competência. Todos os dias, João Silvano almoçava sozinho no mesmo restaurante, na mesma mesa que ficava no fundo da sala, onde sempre havia uma garrafa de água e um copo de vinho tinto. Comia sempre o prato do dia, sem importar o que fosse. Ele comia para viver, era uma necessidade. Um novo olhar Ao fim do dia, Madalena foi se despedir do Dr. Silvano, eram quase 20:00. “Boa noite, menina, quando posso ter a informação que lhe pedi?” inquiriu Silvano. “Dr. Silvano, espero ter toda a informação compilada e transcrita amanhã antes do almoço.” Respondeu- lhe Madalena. “Muito bem, obrigado menina, e até amanhã!” Na manhã seguinte. Silvano chega ao escritório à hora de sempre e encontra-se com a Madalena na entrada do elevador. “Bom dia Dr. Silvano!” cumprimenta a Madalena. “Bom dia, menina.” O silêncio no elevador era constrangedor, Madalena não sabia se devia falar algo ou manter-se calada. Ao chegarem à porta do Gabinete do Dr. Silvano, “menina, vá buscar dois cafés.” enquanto Silvano ia para o seu gabinete, Madalena deixou as suas coisas em cima da mesa, foi buscar os cafés, apanhou o seu bloco de notas e sentou-se na mesa de reuniões do gabinete de Silvano. Calmamente bebia o seu café. Silvano, após alguns minutos, sentou-se em frente a ela, bebeu café. “Após fazer o apanhado que lhe pedi ontem, preciso que me faça outro trabalho, preciso que analise o contencioso deste nosso cliente e apresente uma proposta de atuação, gostaria de ter esse documento na sexta-feira.” “Com certeza”, Madalena apanhou o dossiê com o caso e levantou-se e foi para a sua mesa. Continuar a trabalhar. Às 11:00, sem ser pedido, foi buscar o café do Dr. Silvano, entrou no gabinete, pôs o café na secretária e saiu, sem dizer nada. Quando chegou à porta, ouviu, “obrigado, menina!” Conforme tinha sido combinado, às 12:30 entregou o estudo para o parecer do ministério. Silvano, viu o email a entrar, mas não o abriu. Silvano apenas abriu o email ao fim da tarde, analisou o conteúdo e verificou as fontes de informação utilizadas. Os dados pesquisados pela Madalena tiveram um grande impacto no parecer a apresentar ao ministério. Silvano ficou agradado com o trabalho realizado. Mas, não disse nada à Madalena. O resto da semana, seguiu-se dentro da normalidade, as conversas ao início da manhã eram um ritual, assim como a entrega do café às 11:00. Nas conversas matinais Madalena explicava a sua visão do caso que lhe tinha sido entregue, Silvano ouvia e por vezes comentava algo. Madalena, na sexta-feira, conforme indicado, enviou o email com a análise ao contencioso do cliente e uma proposta da estratégia a implementar. Silvano, viu o email a entrar, mas só o abriu ao fim da tarde. Madalena, estava sentada no seu lugar, ansiosa à espera de alguma validação ou critica por parte do Dr. João Silvano. “Menina, venha aqui ao gabinete!” chamo-a o Silvano com a voz rouca. “Diga-me uma coisa, foi a menina quem escreveu isto?” Madalena, assustada, disse, “Fui sim Sr. Doutor, há coisas a melhorar?” O seu coração estava disparado, ao longo da semana, tinha sido constantemente alertada da falta de paciência do Dr. Silvano com erros e demonstrações de incompetência. Silvano, tirou os olhos do ecrã do computador, lentamente olhou para Madalena, e como se uma venda fosse-lhe tirada dos olhos. Pela primeira vez, observou-a com atenção e, nesse instante, notou a bela mulher de cabelos ruivos e longos, uma mulher alta e elegante, vestindo um vestido sóbrio e um casaco. Percebeu que por detrás dos óculos estavam um par de olhos verdes quase translúcidos. Ficou a observá-la por longos minutos, sem dizer nada. Madalena, estava apavorada, não conseguia ler nada na expressão de Silvano. Lentamente, quase como se fosse um sacrifício, apareceu um sorriso em Silvano. “Está perfeito, brilhante diria, pode pedir que o imprimam em papel timbrado e apresentem para assinatura.” “Sim, Sr. Doutor”, saiu a Madalena em passo apressado para conseguir a impressão e encadernação do documento para apresentá-lo a assinatura. “Brilhante, ele disse!” pensava enquanto tratava das coisas. Quando apresentou o documento para a assinatura do Dr. Silvano, ele olhou e disse, “há aqui um engano!” Madalena ficou assustada. “Quem assina o documento é a Madalena, eu apenas coassino a vincular a sociedade ao proposto.” A assinatura de um documento a ser enviado a um cliente era um passo muito importante na Sociedade, havia advogados que apenas conseguiram assinar um documento vários meses após a sua contratação. Madalena conseguiu ter o seu nome num documento em 5 dias, e por ordem do Dr. João Silvano. A partir desse dia, houve uma alteração na postura do Dr. Silvano, ele passou a considerar a Madalena uma pessoa válida e alguém que ele respeitava. Mantinham o ritual diário, de chegarem cedo, bebem o café juntos e conversam sobre os temas que estão a trabalhar. Madalena continua a servir o café das 11:00, sem ser pedido, mas muitas vezes, Silvano, pede para ela ficar para ouvir a opinião dela sobre um tema. Silvano, por outro lado, não consegue de se sentir impressionado pela competência e inteligência da Madalena, e começa a apreciar os seus atributos físicos. Certo dia, viu um jovem advogado a aproximar-se da Madalena, e sentiu uma pontada de ciúme. “Dr. Francisco, precisa de alguma coisa?” perguntou com um tom áspero. O jovem rapidamente desapareceu. Quando chegou o verão, as pessoas começaram a se vestir mais levemente, e Madalena foi para o escritório com uma camisa leve, semitransparente, que transparecia a lingerie branca quando em contraluz, usava um decote mais aberto que o normal e vestia uma saia pelos joelhos. Silvano, ao vê-la pela manhã, notou a mudança na roupa e percebeu como Madalena estava bonita, mas continuou a sua rotina normal, não deu atenção ao decote pronunciado e quando Madalena saiu do seu gabinete, olhou para trás e viu o Silvano imerso num dos inúmeros documentos que ocupavam a sua mesa. Durante as semanas seguintes, Silvano ficava cada vez mais encantado com a jovem advogada, a sua competência e a forma madura que analisava as questões, o enchia de entusiasmo e interesse em continuar a trabalhar com ela. Madalena, acostumada a ser constantemente observada, desde a sua adolescência que os homens de todas as idades a observavam com desejo, algumas vezes foi importunada, ouvir piropos é uma coisa diária. Sentia conforto na falta de interesse do Dr. Silvano na sua beleza, e alegria pelo reconhecimento da sua competência profissional. Ela era uma daquelas mulheres que sabem o que procuram, não era uma santa de altar, mas apenas tinha tido 3 parceiros, todos eles tinham sido relações de longa duração, nunca tinha tido noites de loucura como algumas das suas amigas, ou tinha dormido com alguém que não conhecia. No escritório havia diversos potenciais pretendentes, mas ela não estava interessada num relacionamento no local de trabalho. E assim foram-se a decorrer os meses, durante esse período o respeito e a confiança entre Silvano e Madalena se consolidavam. O despertar do desejo Madalena, passou rapidamente a Advogada Sénior, apesar de continuar a trabalhar direta e exclusivamente com Silvano, tinha uma assistente própria e dois advogados estagiários na sua equipa, que na realidade era a equipa do Dr. João Silvano, coordenada pela Madalena. No decurso de uma disputa jurídica decorrente de direitos de patentes, entre um dos maiores clientes do escritório, Silvano e Madalena tiveram a necessidade de se deslocarem à sede deste cliente para reuniões e obtenção de documentos, em outra cidade. Planeiam ficar apenas um dia, mas devido a diversos atrasos e complicações estenderam a sua estadia por mais 1 dia. Estavam hospedados no mesmo hotel e no fim do primeiro dia de trabalhos, foram para o hotel, descansar por umas horas e prepararem-se para jantar. Silvano, continuou a trabalhar e quando foi jantar ainda estava com a mesma roupa da manhã. Madalena, por outro lado, estava com uma roupa descontraída, um vestido simples e ténis. O vestido de Madalena era de alças e pelo joelho, tinha os ombros nus, um decote insinuante que em certas posições deixava-lhe um dos seios exposto, já que não usava sutiã. O vestido realçava as formas elegantes da Madalena, provocando diversos olhares de vários homens, aumentando o seu ego. No entanto, Silvano não notou nada, passou o jantar a falar do caso, não olhou nem uma vez para o decote da Madalena ou não admirou as pernas torneadas. Após o jantar, Silvano ainda desafiou a Madalena a ir ao seu quarto para prepararem o dia seguinte. “Silvano, o dia foi longo, em vez de irmos trabalhar, vamos até ao bar do hotel, beber um copo e relaxar um pouco.” Silvano, consentiu estranhando o que iriam fazer num bar. Ao entrar no bar, os poucos homens que lá se encontravam, pararam de conversar para admirar a beleza ruiva, de cabelo solto e uma enorme sensualidade, o ambiente do bar mudou, e Madalena sentiu o poder da sua presença nos homens. Beberam dois coquetéis, falaram de coisas banais, Madalena contou um pouco da sua vida, e tentou que Silvano falasse dele. Silvano ainda contou algumas coisas da sua infância e adolescência, histórias engraçadas, mas nunca chegou a abordar a sua vida de casado. Quando se levantaram, Madalena agarrou o braço de Silvano. “Oh, meu deus, estou tonta!” “Deve ter sido estes coquetéis, estavam muito fortes.” Disse o Silvano, dando o braço para que ela se apoiasse. “Eu levo-te ao quarto!” Ao chegarem ao quarto, Madalena pediu. “Silvano, podes ficar um pouco, eu vou à casa de banho e tenho medo de cair de tonta.” Silvano, concordou, procurando ser o mais disponível possível nesta hora de dificuldades. Enquanto Madalena estava na casa de banho, Silvano sentou-se numa cadeira e ficou a ler algumas notícias no telemóvel. Quando a porta da casa de banho abriu-se, Madalena, como uma deusa, de cabelos soltos, os seios perfeitos, pontiagudos, coroados com dois mamilos rosados, à mostra, vestindo apenas umas calcinhas de renda preta. Silvano estava boquiaberto, sem conseguir pensar quanto mais falar, a visão da Madalena seminua, linda como uma valquíria, dirigindo-se lentamente e com um rebolado provocante, na sua direção. Ficou vidrado nos seios perfeitos, viu a barriga lisa, e quando ela se moveu na sua direção estava hipnotizado pelo balançar das ancas. contos do baducho tentação vermelha madalena Madalena, sem dizer nada, a olhar fixamente para Silvano, a usufruir do efeito que provocava, sentou-se no colo dele, de frente para ele, e o beijou. Um beijo controlado, longo, molhado, sem pressa. Apesar do Silvano não se mexer, como que atordoado, ele abriu a boca e deixou a língua dela entrar na sua, sentiu o gosto do hálito fresco da Madalena e os movimentos da língua dela a dançar com a sua. Enquanto se beijavam, Madalena acariciava-lhe a nuca e o rosto. Silvano não fez nenhum movimento. Madalena começou a beijar o pescoço de Silvano e a chupar os lóbulos das orelhas, movimentando as ancas, forçando o contacto da sua vulva com a pélvis de Silvano. Fez sorriso vitorioso quando sentiu o pénis a endurecer, afinal havia uma reação, voltou a beijá-lo na boca mantendo os movimentos das ancas, sentiu as mãos de Silvano a percorrerem as suas costas e as suas nádegas, redondas e firmes. Começou a atirar-lhe o casaco e a abrir-lhe a camisa, sentido os pelos do seu peito nos seus seios. Parecendo que ele tinha acordado do seu estupor, Silvano começou a lamber um dos mamilos e a apertar-lhe as nádegas. Há meses que Madalena nutria o desejo de dormir com Silvano, um homem que a elevava pelas suas principais características, que era imune à sua beleza, a quem ela passou primeiro a admirar e aos poucos a criar um sentimento amoroso, sentimento que procurou esconder a princípio, mas que nas últimas semanas não lhe deixava a mente. Silvano a levou para a cama, abriu-lhe as pernas, mordiscou a parte interior de uma das coxas, beijou a vagina e começou, com calma, a circular a língua à volta do seu clitóris. Madalena estava cada vez mais excitada, sentia o clitóris duro, a vagina a inchar de desejo, os seus sumos escorriam-lhe pelas pernas e molhavam os lençóis da cama. Com uma mão, Silvano apertava e acariciava os seios de Madalena. Ela sentiu a língua de Silvano a percorrer-lhe o rego, a lamber-lhe o anus, gemia e contorcia-se de desejo, e quando ele usou a sua língua para a penetrar, Madalena teve o seu primeiro orgasmo. Enquanto se recuperava da súbita perda de energia provocada pelo orgasmo, Silvano tirou a roupa. O corpo de um homem maduro, com uma barriga pronunciada, os pelos púbicos escuros com mesclas de branco, escondiam parte da sua masculinidade. Madalena, levantou-se e pondo as mãos na cara de Silvano, beijou-o, um beijo longo, cheio de afeto e amor. Beijou-lhe o peito e pondo-se de joelhos beijou-lhe a glande do pénis e a pôs na boca, engolindo-o todo, começou a aumentar a intensidade, com a ponta da língua atiçava a cabeça, cada vez mais vermelha e inchada, Silvano segurava na sua cabeça, gemendo começou a fazer movimentos de vai e vem, como que a fuder a garganta. Madalena, começou a sugar-lhe os colhões, um de cada vez, deixando-os todos lambuzados e fazendo com que Silvano, de olhos fechados, grunhisse de prazer. Ela deitou-o na cama, subiu dele, encaixando o membro à porta da sua vagina, desceu lentamente, sentindo-o todo dentro dela. Ela sabia que a partir daquele momento, não havia como voltar atrás, eles eram um ser único, unidos pelo desejo e luxuria. Cavalgando-o com movimentos ritmados, mas fortes, olhavam-se nos olhos, sem dizer nada, apenas a usufruir do momento. Madalena, sentia o orgasmo a chegar, gemia, e aumentou o ritmo, enquanto Silvano, dava-lhe palmadas no rabo e nas tetas. Ela sentiu o membro a inchar, ela começou a gozar, chegando ambos ao pico do clímax ao mesmo tempo, Madalena cravou as unhas no peito de Silvano, ele urrava e despejava jatos consecutivos de esperma dentro dela. Ficaram deitados abraçados, Madalena ainda em cima de Silvano, beijavam-se e trocavam olhares, mas não diziam uma palavra. Aos poucos, foram relaxando e acabaram por adormecer. Quando Madalena acordou, notou que estava sozinha na cama, mas ouviu a água a correr na casa de banho, Silvando devia estar no banho. Quando ele saiu, vestindo um roupão do hotel, deparou-se com a imagem daquela mulher maravilhosa, a olhá-lo de cima a baixo, toda nua na cama, linda como um anjo. O seu membro deu logo sinal, ficando endurecido como se fosse um rapaz de 19 anos. Madalena riu, abriu os lençóis, “Vem aqui, deita-te ao meu lado, como um menino a ser chamado pela mãe, Silvano obedece e deita-se todo nu ao lado dela. Beijaram-se demoradamente, tocando-se e explorando o corpo um do outro, o tesão era palpável, sentia-se no ar, Madalena começou a massajar o membro de Silvano e depois o chupava, repartia as carícias com a boca e com a mão, levando-o à loucura. Silvano começa a ficar com o corpo hirto, sentindo o orgasmo a aproximar-se, mas Madalena, sadicamente, parava com as carícias, não o deixando gozar, fazendo ficar louco de desejo. “Preciso gozar, assim eu não consigo, eu estou a ficar maluco!” Nesse momento Madalena voltava às carícias para voltar a parar quando ele estava quase a chegar ao clímax. Há terceira vez, Madalena deixou-o gozar, na sua boca, ela sentiu os jatos de esperma a encherem a sua boca, alguma quantidade escorreu pelo seu queixo, mas a maioria foi engolida. Com Silvano satisfeito, Madalena foi tomar banho, enquanto a água morna percorria o seu corpo, ela sentia a felicidade de estar ali naquele momento, não queria pensar em mais nada, nem no trabalho e nem como seria a relação deles após a noite passada. contos do baducho tentação vermelha madalena na casa de banho Silvano, foi ter com a Madalena na casa de banho, quando ela se penteava em frente ao espelho, ele abraçou-a por trás e beijou-lhe o pescoço. Ela sentiu o membro dele novamente disponível, nunca tinha pensado que um homem da idade de Silvano pudesse ser tão viril. Ele percorreu as suas costas com a língua, beijou as suas nádegas, abriu-as e lambeu-lhe o cuzinho, Madalena ficou toda arrepiada, Silvano continuou a lamber o cuzinho por algum tempo, fazia movimentos circulares com a língua à volta das pregas, dava tapas nas nádegas, Madalena gemia de prazer com a massagem inesperada que recebia. Virando-se de frente para Silvano, sentou-se na bancada do lavatório, abrindo as pernas e ofereceu-se para receber a boca dele. Silvano, sugou-lhe o clitóris, chupou-lhe os lábios vaginais, levando-a a produzir gemidos roucos de prazer. Pondo-se de pé, Silvano beijou Madalena enquanto a penetrava. Madalena, sentindo-o dentro dela, entrelaçou as suas pernas atrás das costas de Silvano, puxando-o para dentro de si. Beijavam-se loucamente, enquanto os movimentos de penetração aconteciam, os gemidos, frases desconexas e grunhidos aconteciam. Madalena, tomada pelo prazer, arranhava as costas de Silvano. A dor provocada o impulsionava a penetrá-la mais forte. Como uma explosão de prazer, uma corrente elétrica a percorrer os seus corpos, chegaram ao orgasmo, a sensação de prazer extremo que roubou-lhes, momentaneamente, as forças. Ficaram ambos abraços, ofegantes. Silvano sentia os espasmos finais do seu pénis dentro da Madalena. Madalena sentia os líquidos vaginais misturados com o esperma a escorrer da sua vagina. Tomaram novo banho, vestiram-se e após comerem foram para as instalações do cliente, para continuar o trabalho. Era notório que algo havia mudado na relação entre eles, continuava profissional, que estava mais solta, com risos e brincadeiras, sentia-se que uma área de felicidade os envolvia. Ao fim do dia, com o trabalho acabado, voltaram para casa. Silvano, deitado na cama, pensava no que tinha acontecido e estava preocupado nos possíveis efeitos na boa relação profissional, apesar de tudo ele não conseguia imaginar não ter a Madalena ao seu lado. Madalena, passava por um dilema semelhante, como seria a relação deles no dia seguinte, voltaria a ser puramente profissional ou não. Ela não sabia como iria manter a sua relação profissional que muito estimava e a relação amorosa que tanto desejava. Estabilizar a relação No dia seguinte, Silvano chega ao escritório à hora de sempre, vê Madalena a trabalhar normalmente e sente-se feliz. “Bom dia Madalena, pode trazer os cafés, por favor?” Madalena responde, “Bom dia, Sr. Silvano, já vou ter consigo.” Ao entrar no Gabinete de Silvano, como era de costume, Madalena senta-se na mesa de reuniões, com os dois cafés. Silvano, fecha a porta do gabinete, apesar de não haver ainda ninguém no escritório, levanta Madalena da cadeira e beija-a. Ficam a beijarem-se por longos momentos, até que começam a ouvir sons dos colegas a chegarem para trabalhar. O dia correu normalmente, ao fim da tarde, Silvano convidou a Madalena para irem jantar, que ela aceitou. Foram a um restaurante especializado em peixe e frutos-do-mar, junto à praia. Após o jantar, Silvano levou a Madalena a casa. Beijavam-se no carro, “Queres subir?” perguntou Madalena. “Não estamos a ser muito rápidos?” disse Silvano. “Não temos idade nem tempo para essas preocupações.” disse Madalena. No pequeno apartamento de Madalena, foram diretos para o quarto, tiraram a roupa, entre beijos e carícias. A visão de Madalena nua transformava Silvano de um cinzento e amargurado advogado num touro enlouquecido pelo desejo. Foram para a cama, Silvano pôs Madalena de quatro, ela empinou habilmente o rabo, ficando com o corpo quase que deitado na cama. Isso deixou-o tomado de desejo, deu-lhe um tapa nas nádegas, Madalena estava pronta a recebê-lo, tinha passado o dia a pensar nisso. A penetração é brutal, enfiando o pénis todo numa estocada única, Madalena grita de dor e surpresa, para rapidamente começar a gemer de prazer. Silvano, tal como um jovem a penetrava com força, a visão das ancas apontadas para ele, os músculos das costas de Madalena a contraírem quando ela agarrava os lençóis e o balançar das nádegas a cada estocada, deixava-o tomado pelo desejo. A grande intensidade das estocadas levou rapidamente Madalena, que entre os gemidos de prazer e pedidos por mais, chegou ao orgasmo, deixando-a com as pernas a tremer compulsivamente, uma sensação de prazer que lhe tomou o corpo. Silvano, abrandou o ritmo, mas sem nunca parar, para recuperar alguma energia, e logo voltou a aumentar a força da penetração. Fazia um período devagar e outro mais curto e muito intenso. O ritmo imposto por Silvano fez com que Madalena gozasse toda a vez que o ritmo subia. Após 5 orgasmos de Madalena, com um urro gutural Silvano sente uma explosão de prazer, enchendo-a com a sua semente. Por momentos ficam deitados na cama, por fim Silvano levanta-se e vai à cozinha, “Vou beber um copo de água!” disse, “Fica eu vou por ti.” Diz Madalena com uma voz fraca. “Não te preocupes, descansa que eu já volto.” Quando Silvano voltou ao quarto, já estava com a verga na sua glória máxima, a pílula azul fazia milagres. Madalena estava deitada de barriga para baixo na cama, meio adormecida, ela sentiu-o a aproximar-se e deitar-se sobre ela, obrigando-a a abrir as pernas. Sentiu o membro dele duro a esfregar-se contra o seu rego, os dedos de Silvano espalharam algo gorduroso no seu anus. Nisso ela apercebe-se que estava para acontecer, tenta sair debaixo dele, mas não tem forças. “Silvano, o que é isso, não faças isso, assim!” “Tem calma, eu faço devagar e não te magoou.” “Nunca fiz iss……….aaaaaaaaaaaaa” a cabeça entrou, Silvano beijou-lhe o pescoço, “Calma, relaxa, e vais ver como é bom.” Lentamente empurrou o membro, expandindo o buraquinho escuro da Madalena, com gemia com a sensação de prazer e dor intercaladas, após estar todo dentro dela, começou um movimento de vai e vem lento. “Isso dói, estás a magoar-me!” escorreram algumas lágrimas pelo seu rosto, Silvano lambeu-as e continuou a penetração lenta e cuidadosa, aos poucos as expressões passaram de dor para prazer, “ohhh, está a ficar bom!” Com isso o ritmo da penetração aumentou, com isso os gemidos de prazer passaram a gritos abafados pela almofada. Madalena começou a rebolar as ancas enquanto Silvano a penetrava furiosamente. Até ao momento que sentiu o seu reto cheio de líquido, Silvano arfava e continuava a penetrá-la lentamente a expelir toda a sua essência. Dormiram juntos. Decorridos alguns meses, todas as pessoas sabiam que o Dr. João Silvano tinha uma relação com a Madalena, viviam juntos, não se escondiam de ninguém, mas continuavam a trabalhar juntos e a serem um dos principais recursos da sociedade de advogados. Madalena, continuava a ser a principal forma de interação com Silvano, tendo uma equipa de 8 pessoas a trabalhar diretamente com ela, apenas para apoio ao advogado sénior. Silvano, apesar de ter um semblante que irradiava felicidade, continuava a ser extremamente exigente com os seus subordinados, não tolerando nenhum tipo de incompetência, mas graças a Madalena a sua equipa estava estável e produtiva.

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