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quinta-feira, 23 de abril de 2026
Maré de Desejos Proibidos
Maré de Desejos Proibidos
Na casa de praia, Roberto e Carlos exploram desejos proibidos com Neide. Um comentário casual sobre sua beleza leva a uma tarde de paixão, onde limites são testados e fantasias se tornam realidade, mudando tudo entre eles.
O sol da tarde batia forte nas janelas da casa de praia de Carlos, filtrado pelas cortinas claras que dançavam com a brisa do mar. O cheiro de sal misturava-se ao aroma suave do protetor solar que Neide havia passado no corpo algumas horas antes, ainda fresca do banho de mar. Ela estava deitada na rede da varanda, vestindo apenas um biquíni preto que mal continha seus seios fartos, a pele bronzeada brilhando com um leve suor. As pernas, longas e torneadas, balançavam preguiçosamente enquanto ela folheava uma revista sem muita atenção.
Roberto, sentado à mesa de madeira rústica com uma cerveja gelada na mão, observava a cena com um sorriso discreto. O short de banho colado ao corpo deixava pouco à imaginação, mas era Neide quem roubava todos os olhares—sempre roubava. Ele tomou um gole longo, sentindo o líquido frio descer pela garganta enquanto os olhos percorriam as curvas da esposa. Não era a primeira vez que fantasiava em vê-la com outro homem, mas hoje, pela primeira vez, a ideia parecia mais tangível. Carlos, seu amigo de longa data, havia insinuado algo no almoço, um comentário casual sobre como Neide era irresistível, acompanhado de um olhar que durara meio segundo a mais que o necessário.
— Você acha que ela toparia? — Carlos havia perguntado baixinho, enquanto Neide ria de algo na cozinha, o som agudo e quente como o estalar de lenha na fogueira.
Roberto não respondeu na hora. Mas agora, com o calor do dia pesando sobre eles e a cerveja amolecendo suas inibições, a pergunta ecoava na sua cabeça. Ele se levantou, passando os dedos pelo cabelo úmido de suor, e aproximou-se da rede. Neide não ergueu os olhos quando ele encostou a mão em sua coxa, mas o sorriso que se formou em seus lábios era suficiente.
— Cansada, amor? — ele perguntou, a voz rouca.
Ela finalmente olhou para ele, os olhos castanhos brilhando com malícia.
— Um pouco. Por quê? Tem algo em mente?
Roberto engoliu em seco. O tom dela era leve, quase inocente, mas ele conhecia aquele olhar. Conhecia o jeito como seus dedos brincavam com a alça do biquíni, como se estivessem apenas um toque distante de desamarrá-lo. Ele se inclinou, os lábios quase roçando sua orelha.
— Carlos acha você linda. — As palavras saíram antes que ele pudesse repensá-las. — E eu… eu acho que seria gostoso ver você com ele.
Neide não se afastou. Não riu, não o empurrou. Em vez disso, seus dedos pararam de mexer na alça do biquíni, e ela virou o rosto apenas o suficiente para que seus lábios se encontrassem com os dele em um beijo lento, molhado. Quando se afastou, seus olhos estavam semicerrados, a respiração um pouco mais ofegante.
— Você quer isso mesmo? — ela sussurrou.
Roberto assentiu, sentindo o coração bater mais forte. Não havia volta agora.
— Então chama ele. — Sua voz era um fio de seda, enrolando-se em torno dele. — Mas não espere muito. Eu tô com calor.
Ele não precisou ser dito duas vezes.
Carlos estava na cozinha, enxaguando copos na pia, a camisa aberta deixando à mostra o peito largo e os pelos escuros que desciam em uma linha até desaparecerem na cintura da bermuda. Quando Roberto entrou, ele ergueu uma sobrancelha, como se já soubesse o motivo da visita.
— Ela topou? — perguntou, secando as mãos na toalha com uma calma que só fez o sangue de Roberto ferver mais.
— Topou. — A palavra saiu áspera, carregada de uma excitação que ele não conseguia esconder.
Carlos sorriu, um sorriso lento e predatório, e jogou a toalha sobre o balcão.
— Melhor não fazer a senhora esperar, então.
Eles voltaram para a varanda juntos, o som de seus passos abafado pelo tapete de fibra natural que cobria o chão. Neide ainda estava na rede, mas agora sentada, as pernas levemente abertas, os dedos brincando com a borda do biquíni. Quando viu os dois se aproximarem, ela não disse nada. Apenas sorriu, um sorriso que prometia tudo e mais um pouco, e esticou a mão para Carlos.
— Venha aqui, Carlos. — Sua voz era melosa, quase um convite cantado. — Roberto disse que você tem algo que eu preciso.
Carlos não hesitou. Ele se ajoelhou na frente dela, as mãos grandes descansando em suas coxas, os polegares traçando círculos lentos na pele quente. Roberto ficou parado, observando, sentindo o próprio corpo reagir à cena. Sua esposa, sua esposa, olhava para outro homem com um desejo tão cru que doía.
— O que você precisa, Neide? — Carlos perguntou, a voz baixa, quase um rosnado.
Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, seus dedos desceram, puxando a alça do biquíni para o lado, expondo um seio redondo e firme, o mamilo já duro, escuro como caramelo. Carlos não precisou de mais convite. Sua boca desceu sobre ela, os lábios envolvendo o mamilo com uma fome que fez Neide arquear as costas, um gemido baixo escapando de sua garganta.
Roberto sentiu o próprio pau latejar dentro do short. Ele não conseguia tirar os olhos da cena: a língua de Carlos trabalhando em círculos lentos, os dedos de Neide enterrados em seus cabelos, puxando-o mais para perto. Porra. Ele nunca tinha visto nada tão erótico em toda a sua vida.
— Tira isso dela. — Sua voz saiu mais áspera do que ele pretendia, mas não havia como disfarçar o desejo agora.
Carlos obedeceu sem hesitar. Com um movimento rápido, ele puxou a outra alça do biquíni, libertando os seios de Neide completamente. Ela não fez nenhum movimento para cobri-los. Em vez disso, inclinou-se para frente, oferecendo-os, os olhos fixos em Roberto como se dissessem: Você que quis isso. Agora assiste.
Carlos não se contentou apenas com os seios. Suas mãos desceram, deslizando pela barriga lisa de Neide até encontrarem a cintura do biquíni. Com um puxão firme, ele arrancou a peça, deixando-a completamente nua na rede, as pernas ainda levemente abertas, a umidade entre elas já visível.
— Caralho, Neide. — Carlos murmurou, passando um dedo pela sua fenda, coletando a umidade que já escorria. — Você tá molhada pra caralho.
Ela gemeu, empurrando o quadril para frente, buscando mais contato.
— É por causa de vocês dois. — Sua voz estava ofegante, os olhos saltando entre Roberto e Carlos. — Me mostrem o que vocês vão fazer comigo.
Roberto não aguentou mais. Com um movimento rápido, ele tirou o short, seu pau já duro e latejando, a cabeça úmida de pré-gozo. Carlos, sem tirar os olhos de Neide, abriu o zíper da bermuda, liberando seu próprio membro, grosso e veioso, que pulou para fora como se já conhecesse o caminho.
Neide lambeu os lábios.
— Deixa eu provar primeiro. — Ela se inclinou para frente, a rede balançando levemente, e envolveu a mão em torno do pau de Carlos, guiando-o até sua boca.
Roberto quase gemeu só de ver. A boca de Neide se abriu, os lábios se fechando em torno da cabeça larga do pau de Carlos, a língua trabalhando em círculos antes de engoli-lo devagar, centímetro por centímetro. Carlos soltou um rosnado baixo, os dedos se enterrando nos cabelos dela, guiando seus movimentos.
— Porra, que boca boa. — Ele sussurrou, os quadris começando a se mover em pequenos empurrões.
Roberto não conseguia ficar parado. Ele se aproximou, passando a mão pelo próprio pau, sentindo o prazer aumentar a cada gemido abafado que escapava da garganta de Neide. Quando ela liberou Carlos com um pop molhado, virando-se para ele com um sorriso malicioso, Roberto não resistiu. Ele seguiu seu pau até os lábios dela, sentindo a língua quente lambê-lo da base até a ponta antes de engoli-lo com a mesma habilidade.
— Assim, putinha. — Roberto rosnou, os dedos se fechando em torno dos cabelos dela. — Chupa meu pau enquanto ele te come.
Carlos não precisou ser dito duas vezes. Ele se ajoelhou atrás de Neide, as mãos espalmadas em suas nádegas, separando-as para expor sua boceta já brilhante de excitação. Sem aviso, ele enterrou o rosto entre suas pernas, a língua mergulhando em sua fenda com uma fome animal.
Neide gritou em torno do pau de Roberto, as unhas cravando-se em suas coxas. Seu corpo tremia, presa entre as duas bocas, os dois homens trabalhando nela como se fosse a última refeição deles.
— Vão me fazer gozar assim? — Ela conseguiu dizer, liberando o pau de Roberto por um segundo, a saliva escorrendo pelo queixo. — Os dois me comendo como uns cachorros?
— Sim. — Roberto respondeu, empurrando seu pau de volta entre seus lábios. — E você vai adorar.
Carlos não parou. Sua língua trabalhava em círculos rápidos em seu clitóris, enquanto dois dedos afundavam dentro dela, curvando-se para encontrar aquele ponto que a fazia tremer. Neide se contorcia, os gemidos abafados pelo pau de Roberto, o corpo tensionando como um arco prestes a disparar.
— Eu tô… eu tô… — Ela não conseguiu terminar a frase.
Seu orgasmo a atingiu como uma onda, o corpo se arqueando, os músculos internos se contraindo em torno dos dedos de Carlos enquanto ela engolia Roberto até a base, a garganta vibrando com os espasmos. Roberto sentiu o prazer explodir em sua espinha, as bolas se contraindo quando ela sugar com força, engolindo cada gota de seu gozo como se fosse o último.
Carlos não parou nem quando ela desabou na rede, ofegante. Ele se levantou, o pau duro como pedra, e com um movimento rápido, posicionou-se na entrada de sua boceta.
— Você quer, Neide? — Ele perguntou, a voz áspera. — Quer que eu te coma agora?
Ela apenas assentiu, os olhos semicerrados, os lábios inchados e vermelhos.
Com um empurrão firme, Carlos a penetrou, enchendo-a completamente. Neide gritou, as unhas cravando-se nos braços da rede, o corpo se ajustando à invasão grossa.
— Porra, como você é apertada. — Carlos rosnou, começando a mover-se com golpes longos e profundos.
Roberto não conseguia tirar os olhos deles. Ver sua esposa sendo fodida por outro homem, ouvindo os gemidos dela, os sons molhados de carne batendo contra carne, era a coisa mais excitante que ele já tinha experimentado. Seu pau, ainda sensível do orgasmo, começou a inchar novamente.
— Me deixa te comer também, amor. — Ele murmurou, aproximando-se.
Neide estendeu a mão, puxando-o para perto. Seus lábios se encontraram em um beijo sujo, cheio de saliva e desejo, enquanto Carlos continuava a fodê-la sem piedade.
— Então me come. — Ela sussurrou contra sua boca. — Me come enquanto ele goza dentro de mim.
Roberto não precisou de mais convite. Ele se ajoelhou ao lado de Carlos, guiando seu pau já duro de novo até a boca de Neide. Desta vez, ela o engoliu sem hesitar, os olhos lacrimejando enquanto os dois homens a usavam, um em sua boceta, outro em sua boca, os ritmos sincronizados como se tivessem feito isso a vida toda.
Carlos foi o primeiro a quebrar. Com um rosnado gutural, ele enterrou o pau fundo nela, os quadris tremendo enquanto jorrava seu gozo quente dentro de Neide. Ela gemeu em torno do pau de Roberto, engolindo-o até o fundo, como se quisesse sentir os dois ao mesmo tempo.
Quando Carlos se afastou, ofegante, Roberto não resistiu. Ele puxou Neide para si, deitando-a na rede, e com um movimento rápido, enterrou-se nela, sentindo o calor do gozo de Carlos misturado ao dela.
— Você é nossa, Neide. — Ele rosnou, começando a fodê-la com golpes duros, a rede rangendo sob o movimento. — Nossa putinha gostosa.
Ela apenas gemeu, as pernas se enrolando em torno de sua cintura, as unhas cravando-se em suas costas.
— Sim… sim, eu sou de vocês. — Sua voz era um suspiro ofegante. — Me fodam pra sempre.
E eles foderam. Atravessando a linha entre amizade e desejo, entre posse e entrega, até que os corpos, suados e exaustos, desabaram juntos, a brisa do mar carregando seus gemidos para longe, como se o próprio oceano testemunhasse o que haviam se tornado.
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