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quinta-feira, 23 de abril de 2026
O Peso da Imaginação
O Peso da Imaginação
Carlos provoca Meire com histórias íntimas sobre o vizinho Paul, descrevendo detalhes explícitos que a deixam visivelmente excitada. Quando ele revela ter convidado Paul para uma cerveja à noite, Meire fica em choque, dividida entre o desejo e o medo do que pode acontecer.
A tarde caía sobre o bairro com aquele calor úmido que grudava a camisa nas costas, e o cheiro de terra molhada depois da chuva fina ainda pairava no ar. Dentro da casa modesta, mas bem cuidada, Meire terminava de secar as últimas louças enquanto o rádio tocava um samba antigo, baixo o suficiente para não atrapalhar a conversa. Ela usava uma blusa leve, colada ao corpo pela umidade, que deixava os contornos dos seios fartos e o vincão da cintura bem marcados. A saia rodada, justa nos quadris, balançava a cada movimento, revelando por segundos as coxas grossas e a sombra entre elas quando se agachava para guardar um prato no armário baixo.
Foi nesse momento, com as mãos ainda úmidas da água da pia, que ela ouviu o marido claro a garganta atrás dela. Carlos estava encostado no batente da porta da cozinha, os braços cruzados, o olhar fixo na curva do rabo da esposa enquanto ela se levantava devagar, como se soubesse que estava sendo observado. Ele tinha esse hábito de esperar o momento certo, quando ela estava distraída o suficiente para não se preparar, mas nunca tão ocupada a ponto de ignorá-lo.
— Meire, começou ele, a voz mais grossa que o normal, como se tivesse engolido areia. — Tava lembrando de umas coisas que o Paul me contou esses dias.
Ela virou o corpo todo para encará-lo, as sobrancelhas arqueadas, os lábios entreabertos num sorriso que não era bem um sorriso, mas também não era desinteresse. O nome do vizinho soava diferente vindo da boca do marido, como se carregasse algo mais que uma simples menção. Os dedos dela, ainda molhados, se entrelaçaram sem pressa na frente do corpo, como se estivessem com medo de soltar alguma coisa.
— O Paul? repetiu, e a maneira como a língua dela passou rápido pelo lábio inferior não passou despercebida. — Que Paul, Carlos? O da Neide?
Ele assentiu, os olhos escuros brilhando com algo que não era só a luz do sol batendo na janela. Carlos tinha esse jeito de falar devagar quando queria que as palavras pesassem, como se cada sílaba fosse uma pedra sendo colocada com cuidado numa balança.
— É. O da Neide mesmo. Ele fez uma pausa, observando como o pescoço dela se movia ao engolir em seco. — Ele tava me contando umas coisas… íntimas.
Meire cruzou os braços debaixo dos seios, empurrando-os para cima sem querer. A blusa, fina demais para esconder qualquer coisa, deixava claro que ela não usava sutiã. Os mamilos, escuros e duros, faziam dois pontos visíveis no tecido, como se estivessem pedindo atenção.
— Íntimas como? perguntou, e dessa vez não teve como disfarçar: a voz saíra um tom mais agudo, como se ela tivesse levado um susto.
Carlos sorriu, um sorriso lento, que começava nos cantos da boca e ia subindo até os olhos. Ele saboreava isso, o jeito como ela ficava quando o assunto era sexo — não o deles, que era bom, mas previsível, e sim o dos outros. O proibido. O que fazia os dedos dela se mexerem sem parar, como se estivessem com coceira.
— Íntimas como o tamanho do pau dele, disse, direto, sem rodeios. — Vinte e sete centímetros, Meire. E grosso. Doze de diâmetro.
O silêncio que se seguiu foi tão denso que dá para dizer que até o rádio pareceu baixar o volume. Meire não se mexeu, não piscou, não respirou — ou se respirou, foi tão fundo que os seios dela subiram e desceram como ondas. Os lábios, antes entreabertos, agora estavam ligeiramente separados, úmidos. Carlos viu a ponta da língua dela aparecer, só um pouquinho, como se estivesse provando o ar.
— Vinte e sete? repetiu, a voz agora um sussurro rouco. — Não existe isso, Carlos.
— Existe sim, ele insistiu, dando um passo à frente. O cheiro dela — sabonete barato misturado com suor — ficou mais forte. — E não é só o tamanho, não. É como ele usa. A Neide contou pra ele que nunca tinha sentido uma coisa dessas. Arrombou a buceta dela. E o cu também.
A palavra "arrombou" ecoou entre eles como um tiro. Meire estremeceu, não de medo, mas de algo que fazia os joelhos dela se apertarem um contra o outro. As coxas, grossas e firmes, se esfregaram de leve, como se ela estivesse tentando aliviar uma coceira que não era bem uma coceira. Carlos notou. Sempre notava.
— Você tá inventando, ela murmurou, mas o tom não convinceu nem a ela mesma. Os dedos dela agora brincavam com a barra da saia, puxando o tecido para baixo sem necessidade, como se estivessem com pressa de mostrar mais.
— Juro por Deus, ele jurou, levantando a mão. — Foi ele mesmo que me contou. Disse que a Neide chorou na primeira vez, de tão grande. Mas agora… agora ela não vive sem.
Meire engoliu em seco de novo. Dessa vez, Carlos viu o movimento da garganta dela, como se estivesse forçando algo grosso a descer. Os olhos dela estavam vidrados, não nele, mas em algum ponto atrás da cabeça dele, como se estivesse imaginando a cena. A buceta da Neide sendo esticada. O cu dela tomando aquilo tudo. O gemido que devia sair, alto o suficiente para os vizinhos ouvirem.
— E por que você tá me contando isso? perguntou, finalmente, a voz trêmula.
Carlos deu mais um passo, agora perto o suficiente para sentir o calor do corpo dela. Ele não encostou, mas quase. O cheiro de excitada já estava no ar, aquele cheiro azedo e doce que só aparecia quando ela ficava molhada.
— Porque eu sei que você tá imaginando, disse, baixo. — Tá imaginando como deve ser. Como doeria. Como encheria você toda.
Ela não negou. Não podia. As bochechas estavam coradas, o peito subindo e descendo rápido demais para quem só estava conversando. Os dedos dela agora apertavam a própria coxa, as unhas afundando na carne macia. Carlos sabia que, se ele colocasse a mão entre as pernas dela naquele momento, encontraria a calcinha encharcada, o tecido grudado nos lábios inchados.
— E se eu tiver? desafiou, num fôlego só. — E daí? Não vai acontecer nada.
Ele sorriu de novo, dessa vez com os dentes à mostra.
— Não sei não, disse, devagar. — Acho que pode, sim.
Meire riu, uma risada curta, sem graça, que não enganou nenhum dos dois.
— Você tá louco, ela murmurou, mas o corpo dela dizia outra coisa. Os seios estavam mais cheios, os mamilos tão duros que doíam. O rabo, que sempre era um ponto fraco, se mexeu de leve, como se estivesse procurando algo para esfregar.
Carlos não respondeu logo. Deixou o silêncio crescer, deixou ela cozinhar na própria imaginação. Só então falou, com uma calma que não combinava com o fogo nos olhos:
— Convidei o Paul pra vir aqui hoje à noite. Pra gente tomar uma cerveja.
Os dedos dela congelaram no meio do movimento. A respiração parou.
— O quê?
— Uma bebedeira, repetiu, como se fosse a coisa mais normal do mundo. — Só os homens. Mas… se você quiser ficar por perto, ninguém vai reclamar.
Meire o encarou, os olhos arregalados, a boca entreaberta. Não era raiva. Não era medo. Era algo que fazia o coração dela bater tão forte que Carlos podia ver o pulso latejando no pescoço dela.
— Você não faria isso, sussurrou, mas soou mais como uma pergunta do que como uma afirmação.
Ele não respondeu. Não precisava. O silêncio entre eles já estava cheio demais — de desejos não ditos, de fantasias que só ganhavam corpo na escuridão, de uma excitação que crescia como um animal acordando depois de anos de hibernação.
Meire virou as costas para ele, mas não antes que Carlos visse o tremor nas mãos dela. Não antes que ele notasse como as pernas dela se apertaram de novo, como se estivessem tentando conter algo que já não cabia mais dentro.
— Vou trocar de roupa, disse, a voz abafada. — Essa blusa tá muito quente.
Carlos observou o balanço do rabo dela enquanto ela saía da cozinha, os quadris se mexendo mais do que o necessário. Sabia que ela não ia trocar de roupa. Sabia que ela ia se trancar no banheiro, tirar a calcinha molhada e se tocar, imaginando. Imaginando o pau do Paul. Imaginando como seria ser arrombada por ele.
E Carlos? Carlos ia ficar ali, duro como pedra, ouvindo os gemidos abafados vindo de trás da porta, sabendo que cada um deles era por causa de outro homem.
E isso, pra ele, era melhor que qualquer orgasmo.
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