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segunda-feira, 27 de abril de 2026
O Pacto da Carne
Roberto sentiu o coração martelar contra as costelas enquanto seus dedos se enroscavam no batente da porta. A madeira lisa e fria contra a palma da mão não era suficiente para ancorá-lo na realidade — nada parecia real naquela sala iluminada apenas pela luz fraca do poste que entrava pelas cortinas mal fechadas. Seu reflexo distorcido brilhava no painel da televisão desligada, um espectro pálido observando o que não deveria ser visto.
Carla permanecia ajoelhada ao lado do sofá, o corpo curvado sobre Cris como uma sombra voluptuosa. A camisola de cetim, aquele azul quase cinza que ela usava desde antes do casamento, subira mais ainda nas coxas quando ela se inclinou para frente. Roberto conseguiu ver a curva de suas nádegas contra o tecido fino, a calcinha branca que conhecia tão bem agora visível como uma promessa traiçoeira.
A mão dela ainda envolvia a base do pênis do sobrinho. Roberto viu os dedos dela se apertarem, soltarem, a pele morena deslizando para cima em um movimento que conhecia intimamente — aquele mesmo giro do punho que ela usava com ele, na escuridão do quarto conjugal, nas noites em que a filha dormia e eles roubavam prazer em silêncio. O pensamento atravessou sua mente como um fio de navalha: ela estava usando a técnica dele em outro homem.
Cris gemeu novamente, mais alto desta vez. A cabeça rolou para o lado no encosto de couro gasto do sofá, os lábios entreabertos, o rosto juvenil relaxado em uma máscara de sono profundo. Os músculos do abdômen do rapaz se contraíram visivelmente sob a camiseta regata amassada, uma onda percorrendo sua pele bronzeada.
Foi então que Carla fez algo que paralisou Roberto de vez.
Ela inclinou o rosto sobre o pênis ereto do sobrinho, os cabelos escuros caindo como uma cortina ao redor, e respirou fundo. O peito dela se expandiu, as costelas se arqueando sob o cetim fino. Roberto viu as narinas se alargarem, o pescoço estender-se, a língua rosa emergir para umedecer os lábios antes mesmo de tocar na carne ali exposta. Ela estava cheirando o sobrinho. Cheirando sua excitação, seu suor, o cheiro masculino que emanava daquele sexo jovem e duro.
— Ai, que coisinha linda essa tua rola, Cris — sussurrou ela, e a voz saiu diferente, uma cadência que Roberto não reconhecia, quase infantil na sua luxúria.
Os dedos dela subiram, apertando a base, e a cabeça do pênis se inflou ainda mais, uma gota de líquido claro brotando da fenda. Carla notou. Roberto viu seus olhos se fixarem naquela perlita brilhante, a pupila dilatada engolindo o castelo-escuro do íris. Ela se aproximou mais, até que seus lábios quase tocaram na carne rosada e esticada.
O beijo foi leve, quase reverente. A boca dela pousou na glande como se estivesse selando um pacto, os lábios se abrindo lentamente, a língua emergindo para dar uma lambida única, circular, no ápice. Roberto sentiu a própria respiração falhar, o ar preso nos pulmões enquanto seu pau pulsava contra a barriga da cueca, duro, dolorosamente duro, uma contradição viva de excitação e angústia.
Carla gemeu contra a carne do sobrinho. O som foi abafado, mas Roberto ouviu — aquele mesmo gemido que ela fazia quando ele a penetrava de manhã cedo, quando ainda estava sonolenta e molhada. A mão livre dela subiu, agarrando o próprio seio através do cetim, os dedos se fechando sobre a mama esquerda, massageando com uma urgência que Roberto reconheceu. Ela estava tocando a si mesma. Enquanto beijava outro homem.
— Nossa... — a palavra escapou dela, um sopro quente contra a pele sensível de Cris.
E então ela abriu a boca de verdade.
A cabeça do pênis desapareceu entre os lábios de Carla, deslizando para dentro em um movimento fluido, controlado. Roberto viu a bochecha dela se expandir, a mandíbula se ajustar ao tamanho, a língua trabalhando por baixo da glande em círculos precisos. Não era um boquete profundo — era algo mais deliberado, uma adoração. Ela chupava apenas a cabeça, a boca formando um selo perfeito, as bochechas se cavando com a sucção.
A mão que segurava o seio desceu. Roberto acompanhou o trajeto, a palma deslizando pela curva do abdômen, os dedos se enfiando debaixo da barra da camisola. A calcinha branca esticou quando ela forçou a mão por dentro da cintura elástica, e então ela estava lá, tocando a si mesma enquanto a boca trabalhava no sobrinho.
— Mmm... — o gemido de Carla vibrou contra o pênis de Cris.
O rapaz se mexeu no sofá, as pernas se abrindo mais, dando espaço. Seu rosto permanecia sereno, quase sorridente, os olhos fechados em um sonho que não correspondia à realidade. Ele não sabia. Não fazia ideia de que a tia, a mulher que o acolhera quando a mãe o abandonara, estava de joelhos ao seu lado, chupando seu pau enquanto se masturbava furtivamente.
Roberto sentiu a mão direita descer, quase involuntariamente, apertando sua própria ereção através da calça de moletom. A vergonha deveria tê-lo parado, mas não havia vergonha suficiente naquele corpo — apenas calor, apenas necessidade, apenas o horror fascinante de ver sua esposa se revelar como uma estranha diante de seus olhos. Ele apertou, soltou, apertou novamente, sincronizando a masturbação furtiva com os movimentos da boca de Carla.
Ela retirou o pênis por um instante, ofegante, uma linha de saliva conectando seus lábios à glande reluzente. Os olhos dela brilhavam na penumbra, vidrados, perdidos em algum lugar entre o sono e a vigília de Cris, entre o certo e o proibido. A mão entre as pernas se movia agora em círculos mais rápidos, a calcinha sendo puxada para o lado, expondo a fenda que Roberto conhecia tão intimamente.
— Tão gostoso... — ela murmurou, não para Cris, não para ninguém em particular, apenas para o ar quente da sala.
E voltou a chupar. Desta vez mais fundo, a cabeça descendo mais, a garganta se abrindo para receber mais daquele pau jovem. A mão esquerda ainda segurava a base, mas a direita trabalhava freneticamente entre suas pernas, os dedos visivelmente molhados quando a luz do poste os iluminou por um instante.
Roberto viu tudo. Viu a camisola subida quase até a cintura, as coxas brancas se abrindo, os dedos se perdendo naquele triângulo escuro de pelo. Viu a boca da esposa se mover no sobrinho, ouviu o som úmido e obsceno da sucção, misturado aos gemidos abafados que ela não conseguia conter. Viu seu próprio punho se mover em sincronia, traidor, cúmplice naquela cena que deveria ter interrompido.
Cris murmurou algo ininteligível, uma palavra talvez, um nome. Carla não parou. Se acelerou, a cabeça balançando agora em um ritmo constante, os seios balançando sob o cetim, o corpo inteiro envolvido naquela dança solitária de prazer. Ela estava perto. Roberto reconheceu os sinais — o arquear das costas, a tensão nos ombros, a mão entre as pernas se tornando desesperada.
E ele também estava perto. Apertando seu próprio pau através do tecido, sentindo a umidade na ponta da cueca, a respiração saindo em jatos curtos e silenciosos. Paralisado. Observando. Participando sem participar, traído e traídor na mesma medida.
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